🔴 ONDE INVESTIR EM MARÇO: ESPECIALISTAS TRAZEM INSIGHTS SOBRE MACRO, AÇÕES, RENDA FIXA, FIIS E CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Guilherme Castro Sousa

CHOQUE DE FORÇAS

Incertezas na Coreia do Sul: como o possível impeachment ou renúncia de Yoon Suk Yeol está mexendo com a economia

Horas após o fim da Lei Marcial, a oposição sul-coreana avança com proposta de impeachment contra o presidente, enquanto os mercados questionam a confiança no país

Guilherme Castro Sousa
4 de dezembro de 2024
17:45 - atualizado às 11:05
coreia do sul
Imagem: Dall E / ChatGPT

Um furacão político varreu a Coreia do Sul na última terça-feira (3), após o presidente Yoon Suk Yeol decretar Lei Marcial durante a madrugada e mobilizar o exército nas ruas. A medida, que analistas políticos classificaram como uma tentativa de golpe, fracassou diante de uma reação rápida do parlamento sul-coreano.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Agora, Yoon vê sua já debilitada influência política se desgastar ainda mais. Nesta quarta-feira, seis partidos de oposição formalizaram uma proposta de impeachment contra o presidente.

As acusações são severas: o principal partido de oposição, o Partido Democrata, anunciou planos de acusá-lo de traição, ampliando o peso das críticas contra sua gestão.

A justificativa apresentada por Yoon para a Lei Marcial foi a necessidade de combater a ameaça comunista norte-coreana e proteger o país de simpatizantes e "forças anti-estatais".

A reviravolta política colocou a quarta maior economia da Ásia, uma peça-chave nas cadeias globais de suprimentos, no centro das atenções internacionais, causando turbulência nos mercados financeiros.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Impacto e reação da economia coreana

O won, moeda sul-coreana, caiu para o nível mais baixo em dois anos frente ao dólar na terça-feira, embora tenha recuperado a maior parte das perdas com o anúncio do fim da Lei Marcial.

Leia Também

Tentando se recuperar da avalanche econômica, antes da abertura dos mercados na quarta-feira, Kim Byung-hwan, vice-ministro da Economia e Finanças, anunciou que o governo está preparado para injetar até 10 trilhões de won (cerca de 7,06 bilhões de dólares) para estabilizar o mercado de ações “a qualquer momento,” conforme informou a agência Yonhap.

O índice Kospi,  principal índice do mercado de ações da Coreia do Sul, análogo ao S&P 500 dos EUA, fechou com queda de 1,44% na quarta-feira, recuperando-se de perdas superiores a 2% registradas mais cedo, enquanto o parlamento avançava com os procedimentos de impeachment contra Yoon.

No mesmo dia, o banco central da coreia realizou uma reunião extraordinária. E em entrevista à Bloomberg Television, o governador Rhee Chang-yong afirmou que o impacto da crise política deve ser de curta duração e não deve levar a cortes nas taxas de juros.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Analistas e o futuro da Coreia do Sul

O Deutsche Bank, em nota, destacou que, apesar da aparente estabilização, a relevância da Coreia do Sul para as cadeias globais de suprimentos exige monitoramento constante.

Jonathan Garner, estrategista-chefe para Ásia e mercados emergentes no Morgan Stanley, afirmou, em entrevista à CNBC, que o banco não possui confiança nas ações sul-coreanas devido à vulnerabilidade do país à desaceleração econômica global, aos ciclos negativos no setor de semicondutores e à fraqueza no mercado automotivo.

Trinh Nguyen, economista sênior da Natixis, classificou a tentativa de Yoon como uma “decisão muito ruim,” especialmente em um momento crítico para a economia sul-coreana, que enfrenta queda na demanda doméstica e desafios no ciclo de exportações.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"A lei marcial não é implementada desde 1979 e é vista como algo profundamente negativo. Portanto, sua reversão é positiva. No entanto, isso trouxe muita incerteza política sobre o futuro, especialmente em relação ao presidente Yoon", disse Nguyen ao programa Squawk Box Asia da CNBC nesta quarta-feira.

Apesar das incertezas, Thomas Mathews, da Capital Economics, acredita que um possível impeachment ou renúncia de Yoon poderia restaurar parcialmente a confiança dos investidores. 

Ele também destacou que gigantes da tecnologia sul-coreana, como a Samsung, estão bem posicionadas para se beneficiar da empolgação global com IA e inovações tecnológicas, caso o cenário político se estabilize.

Com a proposta de impeachment, a pressão sobre o presidente Yoon Suk Yeol continua a aumentar. Seja no parlamento, entre a população ou nos mercados, sua posição se fragiliza cada vez mais com o passar das horas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

*Com informações da CNBC e Bloomberg

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
GEOPOLÍTICA NO RADAR

Petróleo em alta: o que o conflito no Oriente Médio significa para os dividendos da Petrobras (PETR4), segundo o Itaú BBA

4 de março de 2026 - 19:30

Brent sobe 12% em três dias com risco no Estreito de Ormuz; para o banco, Petrobras ganha fôlego para reforçar caixa e sustentar proventos

CIRCUIT BREAK

Nem o K-pop salva: bolsa da Coreia do Sul cai 12% e vive pior dia da história. Por que o “show” parou em Seul e o que isso significa agora

4 de março de 2026 - 15:50

O Kospi vinha de uma valorização estrondosa de 75% no ano passado, impulsionado pelo hype da inteligência artificial

CHOQUE DO BARRIL

O mapa do petróleo na América Latina: quem surfa a alta e quem paga a conta, segundo o Morgan Stanley

4 de março de 2026 - 14:30

O banco avalia o choque da alta dos preços do petróleo na região e diz quem ganha, quem perde e como ficam inflação e juros no Brasil, na Argentina, na Colômbia, no Chile e no México; confira a análise

AMÉRICA LATINA

BofA diz qual ação sobreviverá aos quatro cavaleiros do apocalipse da IA — e qual pagará dividendos no setor de software 

3 de março de 2026 - 19:42

Com quedas de até 15% no ano, as empresas de software brasileiras estão no olho do furacão da IA, mas, segundo o Bank of America, a barreira de dados e a chance de proventos ainda pesam mais que o risco tecnológico

INTERNACIONAL

Entre o caos e o milagre: tragédia resulta em chuva de dinheiro na Bolívia, mas que ninguém poderá usar

3 de março de 2026 - 15:32

Queda de aeronave militar carregada com 18 toneladas de papel-moeda gera onda de saques e vandalismo

RATINGS EM RISCO

A gravidade agora é severa: as implicações da guerra entre EUA e Irã que vão além do petróleo e da inflação

2 de março de 2026 - 19:51

As agências de classificação de risco S&P Global, Fitch Ratings e Moody’s lançam um olhar sobre o Oriente Médio e dizem o que pode acontecer se o conflito durar muito tempo

OPORTUNIDADE NO EXTERIOR

Adeus, Tesla (TSLA34)! A troca de ações internacionais do BTG para você lucrar em dólar

2 de março de 2026 - 19:00

O banco realizou algumas alterações na carteira de ações internacionais em março, com novas oportunidades de ganho em meio ao ciclo de juros do Fed

SOB ATAQUE

Saudi Aramco: petroleira atacada pelo Irã já foi bombardeada antes, fez o maior IPO da história e segue no topo do mercado global de petróleo

2 de março de 2026 - 14:15

Bombardeio contra refinaria da Saudi Aramco coloca em xeque produção da petroleira, mas isso já aconteceu no passado — bem no ano de seu IPO bilionário

POLÍTICA MONETÁRIA EM FOCO

A Selic não vai mais cair? O que pode acontecer com os juros no Brasil e no mundo com o Oriente Médio em chamas

2 de março de 2026 - 14:04

A disparada do petróleo pode reascender a inflação global, e alguns líderes de bancos centrais ao redor do mundo já estão em alerta

VISÃO DO GESTOR

O sazón latino e o tempero do medo: o gringo ama o Brasil, mas o investidor brasileiro não deve largar de vez o dólar e os EUA

2 de março de 2026 - 12:00

O gringo está injetando dinheiro no Brasil, México e Colômbia, atraído pelo tamanho desses mercados, mas, para o investidor brasileiro, a diversificação para EUA, Ásia e Europa seguem como o mantra dos bons retornos

CRISE NO ORIENTE MÉDIO

Ataques em Dubai atingem hotéis de luxo e deixam turistas sem saída; governo pede cooperação de operadores

2 de março de 2026 - 11:21

Com o espaço aéreo fechado desde sábado (28), cidades dos Emirados Árabes Unidos se aliam com hotelaria para administrar milhares de turistas presos no país após ataques iranianos

VISÃO DE FORA

Gestor de US$ 200 bilhões diz o que pode fazer o gringo fugir da bolsa brasileira: balanços do 1T26 e eleições — mas não da forma que você pensa

2 de março de 2026 - 6:30

Para o capital estrangeiro, o Brasil não é um debate político ou fiscal, mas um balcão de oportunidades de valor; entenda por que, para o gringo, o micro das companhias vence o macro do governo — mas não para sempre

CONFLITO NO IRÃ

Em meio à tensão no Oriente Médio, Opep+ mantém cautela ao elevar produção de petróleo

1 de março de 2026 - 10:45

Mesmo com os ataques envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã afetando o fluxo de petróleo na região, o grupo decidiu elevar a oferta em 206 mil barris por dia

MERCADO EM ALERTA

Conflito entre EUA e Irã coloca petróleo sob pressão e BTG vê espaço para alta adicional no Brent

1 de março de 2026 - 10:20

Banco avalia que risco maior está na logística global da commodity e mantém recomendação de compra para ação do setor

CRISE

Irã nomeia liderança provisória após morte de Khamenei em ataque atribuído a EUA e Israel

1 de março de 2026 - 9:41

Aiatolá Alireza Arafi assume interinamente enquanto Assembleia dos Peritos inicia processo para escolha do novo líder supremo

O TODO PODEROSO

Ali Khamenei: quem foi o líder supremo do Irã e alvo dos ataques dos EUA e de Israel

28 de fevereiro de 2026 - 21:47

O aiatolá de 86 anos era o homem mais poderoso do Irã e o chefe de Estado mais longevo do Oriente Médio, ocupando a posição de líder supremo por 35 anos

CAMINHO DO MEIO

De um lado, a maior economia do mundo. Do outro, um parceiro do Brics. Qual será a posição do Brasil na guerra?

28 de fevereiro de 2026 - 21:29

Depois dos ataques coordenados de EUA e Israel ao Irã neste sábado (28), entenda qual deve ser o posicionamento do governo brasileiro e as implicações do conflito para o País

O MUNDO ESTÁ DE OLHO

A reação do Brasil e do mundo aos ataques coordenados de EUA e Israel ao Irã

28 de fevereiro de 2026 - 21:10

China, Rússia, países na Europa e no Oriente Médio se manifestam após o que vem sendo considerado um dos maiores ataques dos EUA à região na história recente; confira o que as autoridades disseram

BARRIL DE PÓLVORA

Alerta global: guerra entre EUA e Irã acende o pavio do petróleo e da inflação no mundo. Por que o seu bolso e a Selic estão na linha de fogo?

28 de fevereiro de 2026 - 20:14

O investidor está de frente com um mundo mais perigoso; entenda quem ganha e quem perde e o que pode acontecer a partir de agora

TENSÃO GEOPOLÍTICA

Oriente Médio entra em nova escalada após ofensiva de EUA e Israel contra o Irã; governo iraniano retalia

28 de fevereiro de 2026 - 9:30

Explosões em Teerã marcam mudança de patamar na crise geopolítica; Teerã reage e atinge alvos ligados a forças americanas na região

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar