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Horas após o fim da Lei Marcial, a oposição sul-coreana avança com proposta de impeachment contra o presidente, enquanto os mercados questionam a confiança no país
Um furacão político varreu a Coreia do Sul na última terça-feira (3), após o presidente Yoon Suk Yeol decretar Lei Marcial durante a madrugada e mobilizar o exército nas ruas. A medida, que analistas políticos classificaram como uma tentativa de golpe, fracassou diante de uma reação rápida do parlamento sul-coreano.
Agora, Yoon vê sua já debilitada influência política se desgastar ainda mais. Nesta quarta-feira, seis partidos de oposição formalizaram uma proposta de impeachment contra o presidente.
As acusações são severas: o principal partido de oposição, o Partido Democrata, anunciou planos de acusá-lo de traição, ampliando o peso das críticas contra sua gestão.
A justificativa apresentada por Yoon para a Lei Marcial foi a necessidade de combater a ameaça comunista norte-coreana e proteger o país de simpatizantes e "forças anti-estatais".
A reviravolta política colocou a quarta maior economia da Ásia, uma peça-chave nas cadeias globais de suprimentos, no centro das atenções internacionais, causando turbulência nos mercados financeiros.
O won, moeda sul-coreana, caiu para o nível mais baixo em dois anos frente ao dólar na terça-feira, embora tenha recuperado a maior parte das perdas com o anúncio do fim da Lei Marcial.
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Tentando se recuperar da avalanche econômica, antes da abertura dos mercados na quarta-feira, Kim Byung-hwan, vice-ministro da Economia e Finanças, anunciou que o governo está preparado para injetar até 10 trilhões de won (cerca de 7,06 bilhões de dólares) para estabilizar o mercado de ações “a qualquer momento,” conforme informou a agência Yonhap.
O índice Kospi, principal índice do mercado de ações da Coreia do Sul, análogo ao S&P 500 dos EUA, fechou com queda de 1,44% na quarta-feira, recuperando-se de perdas superiores a 2% registradas mais cedo, enquanto o parlamento avançava com os procedimentos de impeachment contra Yoon.
No mesmo dia, o banco central da coreia realizou uma reunião extraordinária. E em entrevista à Bloomberg Television, o governador Rhee Chang-yong afirmou que o impacto da crise política deve ser de curta duração e não deve levar a cortes nas taxas de juros.
O Deutsche Bank, em nota, destacou que, apesar da aparente estabilização, a relevância da Coreia do Sul para as cadeias globais de suprimentos exige monitoramento constante.
Jonathan Garner, estrategista-chefe para Ásia e mercados emergentes no Morgan Stanley, afirmou, em entrevista à CNBC, que o banco não possui confiança nas ações sul-coreanas devido à vulnerabilidade do país à desaceleração econômica global, aos ciclos negativos no setor de semicondutores e à fraqueza no mercado automotivo.
Já Trinh Nguyen, economista sênior da Natixis, classificou a tentativa de Yoon como uma “decisão muito ruim,” especialmente em um momento crítico para a economia sul-coreana, que enfrenta queda na demanda doméstica e desafios no ciclo de exportações.
"A lei marcial não é implementada desde 1979 e é vista como algo profundamente negativo. Portanto, sua reversão é positiva. No entanto, isso trouxe muita incerteza política sobre o futuro, especialmente em relação ao presidente Yoon", disse Nguyen ao programa Squawk Box Asia da CNBC nesta quarta-feira.
Apesar das incertezas, Thomas Mathews, da Capital Economics, acredita que um possível impeachment ou renúncia de Yoon poderia restaurar parcialmente a confiança dos investidores.
Ele também destacou que gigantes da tecnologia sul-coreana, como a Samsung, estão bem posicionadas para se beneficiar da empolgação global com IA e inovações tecnológicas, caso o cenário político se estabilize.
Com a proposta de impeachment, a pressão sobre o presidente Yoon Suk Yeol continua a aumentar. Seja no parlamento, entre a população ou nos mercados, sua posição se fragiliza cada vez mais com o passar das horas.
*Com informações da CNBC e Bloomberg
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