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A diferença entre o dólar e o iene criou uma oportunidade de negociação altamente lucrativa chamada carry trade
Os operadores do mercado financeiro local amanheceram na última quinta-feira (11) com uma fraqueza maior do dólar ante ao real. A moeda norte-americana abriu em queda ontem, chegando a ser negociada abaixo do patamar de R$ 5,40.
Vale lembrar que, na semana passada, o dólar chegou a operar acima dos R$ 5,70, na esteira de dados ruins da economia norte-americana e problemas de comunicação do governo federal.
Porém, as horas se passaram e a moeda norte-americana inverteu o sinal contra o real, encerrando o pregão em alta de 0,55%, cotada em R$ 5,4420.
O movimento destoou do apetite por risco observado nos mercados locais na quinta-feira.
Um dos possíveis motivos para essa inversão no sinal — dado que os números de inflação medidos pelo CPI dos EUA vieram abaixo do esperado e tudo indicava que o seria de uma valorização do real — seria uma investida do governo japonês contra a desvalorização do iene.
Dados divulgados hoje pelo Banco do Japão (BoJ, na sigla em inglês) e por corretores independentes apontam para uma provável intervenção da autoridade monetária em favor do iene na quinta-feira (11).
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Se confirmada, foi uma intervenção agressiva.
Na projeção diária desta sexta-feira (12), o BoJ publicou que os depósitos de bancos comerciais no BC japonês provavelmente terão queda de 3,17 trilhões de ienes, o equivalente a quase US$ 20 bilhões, na próxima terça-feira (16) devido a fatores fiscais.
Porém, o número se compara a um aumento de 200 bilhões a 500 bilhões ienes estimado por corretores em previsões anteriores.
Essa diferença, de mais de 3 trilhões de ienes entre a estimativa do BoJ e a de corretores, fornece um indício do tamanho de uma suposta intervenção cambial que teria ocorrido na quinta-feira (11).
O ministro de Finanças do Japão, Shunichi Suzuki, não quis comentar o assunto.
Essa diferença entre o dólar e o iene criou uma oportunidade de negociação altamente lucrativa chamada carry trade.
Nessa operação, os investidores compram uma moeda (no caso, o iene) a preços baixos para investir em ativos dolarizados, visando maximizar os ganhos de curtíssimo prazo.
Dessa forma, o investimento em ativos dolarizados tende a valorizar a moeda norte-americana frente às demais — o que explica a recuperação do dólar contra o real.
Na manhã de quinta, o iene se fortaleceu de maneira incomumente acentuada ante o dólar após o relatório de inflação ao consumidor (CPI) dos EUA, que veio abaixo do esperado, gerando especulação sobre possível intervenção cambial por parte do governo do Japão.
Nas últimas semanas, o iene tem operado perto dos menores níveis em 38 anos em relação ao dólar. A moeda japonesa acumula queda de 11% em relação ao dólar desde o começo do ano.
Na manhã desta sexta-feira (12), o dólar era negociado a 159,17 ienes, ante 158,83 ienes no fim da tarde de ontem.
*Com informações da Reuters e do Estadão Conteúdo.
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