O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Desgaste interno enfrentado por Biden e Trump em seus respectivos partidos lança luz sobre risco de desmobilização dos eleitores nos EUA
A Super Terça terminou sem surpresa nos Estados Unidos. O presidente Joe Biden venceu as eleições primárias e convenções promovidas pelo Partido Democrata. No lado republicano, o ex-presidente Donald Trump faturou a maioria dos delegados em jogo.
Como Biden concorre praticamente sozinho e a desistência Nikki Haley da corrida republicana abre o caminho para Trump, a perspectiva de um tira-teima das últimas eleições presidenciais nos EUA parece agora uma questão meramente protocolar.
No entanto, as expressivas vitórias de Biden e Trump entre seus correligionários dificultam a percepção de um crescente descontentamento tanto de democratas quanto de republicanos diante da falta de alternativas eleitoralmente viáveis ao atual e ao ex-presidente.
Enquanto Biden e Trump caminham rumo à confirmação matemática de suas respectivas pré-candidaturas, a rebeldia de seus próprios eleitores acende um alerta em ambas as campanhas.
O presidente Joe Biden tem amealhado em torno de 80% da votação nas primárias e convenções realizadas até agora pelo Partido Democrata.
À primeira vista, a proporção parece sinalizar que o campo democrata está fechado com Biden. Mas uma observação mais atenta sugere que os números escondem a completa falta de alternativa e renovação no partido.
Leia Também
As taxas de aprovação do governo Biden são baixas e as pesquisas de intenção de voto indicam que ele seria derrotado por Trump no Colégio Eleitoral se as eleições ocorressem hoje.
O eleitorado de Biden tem se mostrado especialmente incomodado com a forma como o atual presidente lida com a ofensiva de Israel sobre a Faixa de Gaza — e sua incapacidade de impor um cessar-fogo ou influenciar o governo israelense a interromper a ação militar contra os palestinos.
Isso tem levado muitos democratas a assinalarem a opção “não-comprometido” nas primárias.
No Michigan, por exemplo, mais de 100 mil votos foram pelo descompromisso com a candidatura. Em Minnesota foram mais de 45 mil cédulas assinaladas da mesma maneira.
Donald Trump venceu com tranquilidade a Super Terça pelo lado republicano.
Chamou a atenção, no entanto, o bom desempenho de sua única adversária, Nikki Haley, em centros urbanos, cidades universitárias e bairros de classe média.
Já nas eleições de 2016, os eleitores com nível universitário votaram em massa nos democratas diante da ascensão de Trump.
Nas primárias deste ano, 81% dos eleitores de Nikki Haley nas primárias republicanas na Carolina do Norte disseram que não pretendem votar em Trump em novembro, segundo uma pesquisa de boca de urna promovida pela CNN.
Para ambos, no entanto, a discussão vai além do “cada voto conta”.
Nos Estados Unidos, o voto não é obrigatório.
Diante do desgaste de ambos, cada eleitor democrata ou republicano desmobilizado pode decidir quem ocupará o Salão Oval da Casa Branca a partir do ano que vem — a favor do outro lado.
*Com informações da BBC e da CNN. Atualizada às 12h43 com a desistência de Nikki Haley.
Jamie Dimon fala dos efeitos das guerras, da inteligência artificial e das regras bancárias na aguardada carta anual aos acionistas
Pix já funciona de maneira limitada em algumas localidades estrangeiras, mas Banco Central prepara internacionalização mais abrangente da ferramenta que tira o sono de Donald Trump
O anúncio ocorre após Trump fazer mais um ultimato ao Irã, sob a ameaça de destruir usinas de eletricidade e pontes do país persa
Os ataques ocorreram cinco semanas após os primeiros bombardeios dos Estados Unidos e de Israel no Irã
Comum a cristãos, judeus e a outras culturas, a Páscoa ganha tradições e adaptações muito diferentes ao redor do mundo
A quarta maior economia do mundo está sob cerco; entenda como a guerra entre EUA e Irã reacendeu traumas financeiros na Índia e o impacto para os mercados
Para Brett Collins, gerente de portfólio de crédito da gestora do Nomura, guerra no Irã é um dos maiores riscos para o mercado de crédito corporativo hoje, mas Trump deve evitar que ela se arraste
Brendan Ahern, CIO da KraneShares, diz onde o governo chinês acerta, onde erra e onde o Ocidente subestima Pequim — “esse é um caminho que não tem mais volta”
Missão Artemis 2 vai levar o homem de volta à órbita da Lua pela primeira vez em mais de 50 anos, mas um em cada três brasileiros jura que ele nunca esteve lá antes.
Participando de evento na universidade nesta segunda-feira (30), ele avalia falou sobre o futuro da política monetária com a guerra e a inflação batendo na porta do banco central norte-americano
Autoridades norte-americanas insistem que a guerra pode estar se aproximando de um ponto de inflexão, mas os líderes iranianos continuam a rejeitar publicamente as negociações
A crise de combustíveis arrombou a porta na Ásia e agora ameaça entrar pela janela da Europa; confira as medidas de emergência que estão sendo tomadas para conter a disparada do petróleo e do gás no mundo
A prata não ficou atrás no movimento de correção, caindo 2,18% na sessão desta sexta-feira (20) e acumulando uma perda semanal ainda mais expressiva que a do ouro: 14,36%
Ator e campeão esportivo faleceu aos 86 anos após ser internado no Havaí; Chuck Norris deixa cinco filhos, incluindo o ator Mike Norris, e a esposa Gena O’Kelley
Em dia de forte aversão ao risco, o manual de sobrevivência do mercado mudou. Entenda por que os metais chegaram a cair 10% nesta quinta-feira (19), arrastando as ações das mineradoras
Por meio do programa Artemis, a Nasa afirma ter a intenção de estabelecer uma presença de longo prazo na Lua para fins científicos e de exploração
Inspirada no filme Exterminador do Futuro, a gestora analisa o impacto da inteligência artificial no mercado, e lista quais empresas já ganham em produtividade — e valem a pena investir
Os diretores do Fed optaram por seguir a postura adotada na reunião de janeiro, uma vez que os dados da economia norte-americana pontam para uma inflação resiliente, enquanto o mercado de trabalho perde força
Pesquisa do Bank of America mostra que gestores na América Latina preferem o Brasil ao México nos próximos 6 meses. Porém, a decolagem rumo aos 210 mil pontos sofreu uma pane técnica nas expectativas.
Presente inesperado impressionou as autoridades locais e veio acompanhado de um pedido bastante específico