🔴 ÚLTIMO DIA: FAÇA PARTE DA PRIMEIRA TURMA DA ESPECIALIZAÇÃO EXECUTIVA EM IA –  QUERO PARTICIPAR

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

DESGLOBALIZAÇÃO

China fica para trás e perde posição de maior exportador para os EUA — e um fenômeno explica isso

Afastamento entre Estados Unidos e China vem ganhando força desde a guerra comercial declarada por Donald Trump contra o país asiático

China, Estados Unidos, Guerra Comercial
Imagem: Shutterstock

Durante pouco mais de 20 anos, nenhum país foi capaz de superar a China nas exportações para os Estados Unidos. Mas essa situação acaba de mudar.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ao divulgar os detalhes do saldo comercial norte-americano em 2023, o Departamento de Comércio dos EUA revelou que o México desbancou a China nesse quesito.

As exportações mexicanas para o país vizinho cresceram 5% na comparação com 2022, alcançando US$ 475 milhões.

Já as exportações chinesas para os EUA recuaram 20% no mesmo intervalo, caindo para US$ 427 milhões.

O México não superava a China em termos de exportações para os Estados Unidos desde 2002.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

As tensões entre Estados Unidos e China

Esse novo cenário é atribuído principalmente ao acirramento das tensões entre Washington e Pequim nos campos militar, tecnológico e comercial.

Leia Também

Conteúdo BTG Pactual

Dólar ou Selic: mesmo com juros em dois dígitos, títulos atrelados ao CDI ‘apanharam’ dos investimentos ‘gringos’; entenda 

NOVA ROTA, MESMO DESTINO

A nova ameaça de Trump após o dado de emprego para forçar a queda de juros nos EUA

O pano de fundo, no entanto, é o esgotamento do ciclo da globalização econômica.

Fenômeno que chegou a ser considerado irreversível por seus entusiastas, a globalização entrou em acelerado processo de reversão a partir da pandemia de covid-19.

Se até então a China era celebrada como a “fábrica do mundo”, a disrupção das cadeias de suprimento forçou mais e mais países a tomarem medidas capazes de mitigar os riscos de desabastecimento.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No geral, o fenômeno vem sendo chamado de desglobalização.

Já as nuances dessa desglobalização ganham eufemismos de acordo com a conveniência dos envolvidos.

No caso das exportações aos Estados Unidos, o México se beneficia do que os norte-americanos chamam de nearshoring e friendshoring.

Em português, significa que os EUA preferem importar de fornecedores estabelecidos em países mais próximos geograficamente (nearshoring) e amigos (friendshoring).

VEJA TAMBÉM EM A DINHEIRISTA - Posso parar de pagar pensão alimentícia para filha que não vejo há quatro anos?

Desacoplagem preocupa a China

Já os chineses mostram-se preocupados com o que os especialistas têm chamado de desacoplagem (decoupling, em inglês).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Essa desacoplagem não começou com a pandemia. Ela vem desde a guerra comercial declarada durante o mandato presidencial de Donald Trump (2017-2020) contra a China e ganha força ano após ano.

Trata-se de um afastamento econômico gradual e deliberado por parte dos Estados Unidos. Os norte-americanos alegam que se trata de uma maneira de mitigar risco econômicos. Os chineses enxergam a desacoplagem como uma tentativa de frear sua ascensão econômica.

Seja com a reeleição de Joe Biden ou com o retorno de Donald Trump à Casa Branca, parece improvável que esse cenário seja revertido num curto prazo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Dono da Amazon Jeff Bezos Indian Creek 27 de agosto de 2026 - 16:32
Wall Street diante de um gráfico vermelho de queda 19 de agosto de 2026 - 15:33

OPORTUNIDADE OU CILADA

Renda fixa nos EUA: vale a pena comprar Treasury com a disparada dos juros?

19 de agosto de 2026 - 15:33
Em um fundo que mescla o prédio da B3, a bandeira do Brasil e um globo, um homem de barba e terno azul está ao lado direito da imagem. No centro, a frase: Só ser barato não adianta 14 de agosto de 2026 - 14:40
Montagem representando as tarifas dos EUA contra os produtos brasileiros 14 de agosto de 2026 - 13:31
A mão de um robô humanoide segura várias cédulas de dólar 9 de agosto de 2026 - 17:01
Ilustração do genoma criado pela IA 7 de agosto de 2026 - 15:51
Ilustração gerada por IA de uma igreja moderna branca no meio de um campo de flores roxas. 7 de agosto de 2026 - 0:09
Em um cenário que lembra a lua, robôs humanoides e de quatro patas da Unitree estão enfileirados. 6 de agosto de 2026 - 19:51
Estátua de menina em frente ao touro de Wall Street 6 de agosto de 2026 - 19:21
Em um fundo com a bandeira dos EUA, o megainvestidor Michael Burry aparece do lado direito, em primeiro plano 5 de agosto de 2026 - 16:30

ELE ESTÁ VENDIDO

O tsunami que pode arrastar o S&P 500, segundo Michael Burry

5 de agosto de 2026 - 16:30
imagem da Ponte das Correntes que atravessa o rio Dánubio em Budapeste, na Hungria, vista de cima 5 de agosto de 2026 - 14:28
Imagem criada por IA de um executivo dentro de um barco de madeira, remando na direção da B3. Em vez de água, ele navega sobre dólares. 3 de agosto de 2026 - 19:45
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar