O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O presidente chinês luta há algum tempo contra um inimigo dentro de sua própria casa e ainda não conseguiu sair vitorioso dessa; entenda essa história

Xi Jinping enfrenta há algum tempo uma batalha silenciosa contra uma das maiores forças armadas do mundo: o Exército de Libertação Popular (ELP) da China.
O presidente chinês luta contra seus homens e o sinal mais recente desse confronto aconteceu no apagar das luzes de 2023, quando nove oficiais de alta patente do ELP foram destituídos da mais poderosa legislatura do país.
Mantendo a opacidade que envolve a política da elite chinesa, não foi dada qualquer razão para a súbita expulsão dos generais da legislatura.
Mas especialistas que há muito estudam as forças armadas da China apontam para uma purga de corrupção como a causa provável — possivelmente devido à aquisição e desenvolvimento de equipamento avançado que tem sido um elemento-chave nos esforços de Xi para modernizar o ELP e transformá-lo em uma força de combate de classe mundial.
Essa, no entanto, não é a primeira caça às bruxas na China — Xi fez da erradicação da corrupção e da deslealdade uma marca de governo desde que chegou ao poder em 2012, e as últimas mudanças sugerem que a campanha está longe de terminar dentro das forças armadas.
No centro da mais recente ação do governo chinês está a Força de Foguetes do ELP, um braço da elite que Xi construiu para supervisionar o arsenal de mísseis nucleares e balísticos da China, em rápida expansão.
Leia Também
O líder chinês descreveu essa força como um “núcleo de dissuasão estratégica, um reforço estratégico para a posição do país como uma grande potência e uma pedra angular sobre a qual construir a segurança nacional”.
Entre os nove oficiais do ELP expulsos da legislatura, cinco estão ligados à Força de Foguetes.
A China tem estado envolvida em hostilidades de baixo nível com muitos vizinhos próximos.
O país disputa a região do HImalaia com a Índia, o Mar da China Oriental com o Japão, o Mar da China Meridional com as Filipinas e Taiwan — que a China reivindica como seu próprio território.
Essa última talvez seja uma das tensões que mais coloca o mundo em alerta. As incursões da China na zona de defesa aérea de Taiwan levaram alguns oficiais da Marinha e da Força Aérea dos EUA e observadores militares a prever que Xi invadiria Taiwan nos próximos anos.
Se a China vai entrar em guerra ou não, é difícil prever, mas, além da “limpeza” nas forças armadas, Xi tem intensificado a retórica bélica.
No discurso de Ano Novo, ele disse que a China “certamente será reunificada, e todos os chineses em ambos os lados do Estreito de Taiwan devem estar vinculados por um senso comum de propósito e partilhar da glória do rejuvenescimento da nação chinesa”.
Xi teria transmitido a mensagem em uma recente reunião presencial com o presidente dos EUA, Joe Biden.
Durante a cúpula da Apec, realizada em São Francisco, em novembro do ano passado, o presidente chinês Xi teria dito a Biden que a China pretendia assumir o controle de Taiwan, de acordo com a NBC News.
E esse não foi o primeiro recado da China aos EUA. Em novembro de 2021, por exemplo, Xi avisou Biden que Washington estava “brincando com fogo” e instou o presidente norte-americano a não encorajar a independência de Taiwan, chamando-a de “perigosa”.
SEGUNDA RODADA
UM BC 2.0
ENTRAM EM CAMPO
FIM DO DINHEIRO BARATO?
ESQUEÇA AS BARRAS DE OURO
ENTRAM EM CAMPO
COMMODITIES NA CARTEIRA
COMPUTAÇÃO EM NUVEM
ROUBO AO LONGO PRAZO
SEGUNDA DE JOGOS
PAZ À VISTA?
INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL
BRASIL ENTRA EM CAMPO
ABERTURA DE CAPITAL
O FUTEBOL ESTÁ NO AR
DISPUTA INTERNACIONAL
COMEÇA A PARTIDA
REBAIXAR NÃO É ABANDONAR
FUJA DO ÍNDICE, FOQUE NAS AÇÕES