O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O setor imobiliário e o baixo consumo das famílias deixam um cenário menos animador para o ano que vem, ainda que as projeções apontem para um crescimento de 4,5%

O governo da China recebeu um presente inesperado nesta quinta-feira (26). O Banco Mundial revisou para cima as projeções de crescimento da segunda maior economia do planeta para o biênio 2024 e 2025.
Com isso, a instituição enxerga um crescimento de 4,9% do PIB chinês em 2024. A previsão anterior, feita em junho, esperava um aumento de 4,8% na atividade do país.
Vale dizer que as expectativas da própria China apontam para um crescimento de “cerca de 5,0%”, uma meta que, segundo o Banco Mundial, é possível de ser atingida. Já para 2025, a expectativa é de um crescimento mais modesto, de 4,5% — acima da previsão anterior da instituição, de 4,1%.
Os sucessivos estímulos de Pequim à economia chinesa ajudaram nas perspectivas de crescimento para este e o próximo ano.
As autoridades chinesas concordaram em emitir um recorde de 3 trilhões de yuans (aproximadamente US$ 411 bilhões) em títulos especiais do tesouro no próximo ano, de acordo reportagem desta semana da Reuters.
Também foram repetidas as promessas de Pequim de aumentar o déficit fiscal em 2025.
Leia Também
Mais cedo, o escritório de estatísticas da China revisou o cálculo do PIB de 2023 para cima, em valor equivalente a US$ 17,73 trilhões. Não há detalhes de como a revisão pode afetar o PIB real do país, que exclui os efeitos de variações de preços.
Dessa forma, a revisão desta quinta pode impulsionar o PIB real de 2023 e, ao mesmo tempo, aumentar a pressão sobre a expansão econômica de 2024.
Para este ano, a “luz laranja” da economia chinesa permanece acesa.
Isso porque o gigante setor imobiliário chinês continua pressionando a economia e o Banco Mundial não espera que esses problemas se resolvam até o fim de 2025.
Voltando alguns passos, a classe média da China aumentou significativamente desde a década de 2010 e representava cerca de 32% da população em 2021. Entretanto, as estimativas do Banco Mundial sugerem que cerca de 55% permanecem “economicamente inseguros”, sublinhando a necessidade de gerar oportunidades.
Outro ponto de atenção para os próximos anos diz respeito à fraca demanda das famílias, que vem diminuindo ao longo do último ano.
Além disso, espera-se que o crescimento mais lento da renda familiar e o baixo preço das moradias — o que tende a pressionar ainda mais o já problemático setor imobiliário — devem continuar pesando sobre o consumo até 2025, acrescentou o Banco.
Por último, também é esperado um aumento das tarifas sobre os produtos para o próximo ano. Quem fez essa promessa foi o presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, que assume em janeiro do ano que vem.
*Com informações da Reuters
DEPOIS DA MEIA-NOITE
SEM RUMO?
COPA DO MUNDO FEMININA
MODERNIZAÇÃO DO MUSEU
FALAMOS DEPOIS
LIÇÃO DE CASA
POR TRÁS DO TOMBO
MAIOR ESTÁDIO DO MUNDO
36 ESCOLHAS
REINO UNIDO
VITRINE REPUTACIONAL
ALÉM DO SANGUE FRIO
VAI COMEÇAR!
A BOLA ESTÁ ROLANDO
USO CONTÍNUO
SHOW DO INTERVALO
DIA DA MARMOTA NA B3
PREMIAÇÃO MILIONÁRIA
Conteúdo Empiricus
OLÉ!