O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Dirigentes do Fed estão descontentes com o ritmo da queda da inflação nos EUA e veem juros no atual nível por mais tempo
A ata da última reunião de política monetária do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) acabou com qualquer apetite por risco que ainda existia nos mercados financeiros na tarde desta quarta-feira (22).
Parte dos investidores esperava que os integrantes do Fomc, como é chamado o Copom do Fed, proporcionasse algum indício de que a taxa de juros nos EUA poderia começar a cair a partir de setembro.
Em vez disso, os dirigentes do Fed não emitiram nenhum sinal de que as taxas de referência começarão a cair tão cedo. Pelo contrário.
Em reação, as bolsas de valores de Nova York mantiveram-se no vermelho e o Ibovespa atingiu as mínimas da sessão.
No mercado de juros futuros, as taxas projetadas dos Treasuries e dos DIs reforçaram a trajetória de alta. Confira aqui a reação dos mercados.
A atual política monetária "permanece bem posicionada para responder à evolução das condições econômicas e aos riscos existentes", avaliam os dirigentes do Fed.
Leia Também
No entanto, isso não significa que eles estejam contentes com o ritmo da queda da inflação nos Estados Unidos.
Embora reconheçam que a alta dos preços perdeu força ao longo do último ano, eles não enxergaram progresso em direção à meta de 2% ano nos últimos meses.
Eles alertaram para uma alta significativa da inflação de bens e serviços em meses recentes e também para o avanço dos núcleos do CPI no decorrer do primeiro trimestre.
Os técnicos do banco central norte-americano até consideram que a inflação deve seguir em desaceleração, mas em um ritmo mais lento do que o atual.
Simultaneamente, a atividade econômica continua se expandindo em ritmo sólido e a geração de empregos segue firme, com taxa de desemprego baixa.
Em contrapartida, as expectativas para o avanço dos preços no médio e no longo prazos continuam ancoradas.
Os dirigentes do Fed afirmam ainda enxergar agora um melhor equilíbrio entre as metas de emprego e inflação.
Se o cenário não é tenebroso e os dirigentes do Fed consideram que as expectativas de inflação estão ancoradas, por que a reação dos investidores foi tão negativa?
Uma das respostas é que, na visão do colegiado, a inflação deve retornar à meta de 2% ao ano no médio prazo, mas os dados mais recentes sugerem que o processo desinflacionário vai demorar mais do que se esperava.
Diante disso, as taxas de juros de referência precisariam permanecer por mais tempo na banda atual, entre 5,25% e 5,50% ao ano.
Mas não é só isso. Parte dos dirigentes do Fed deixou claro que não vai hesitar em voltar a elevar a taxa de juros nos EUA se os riscos à inflação se materializarem.
Juntas, essas observações foram suficientes para acabar de vez com o pouco de apetite por risco que ainda existia no mercado hoje.
A decisão de política monetária desta quarta-feira (28) está longe de ser o clímax da temporada, que tem pela frente a substituição de Powell no comando do BC norte-americano
Mais uma vez, a decisão de não mexer na taxa não foi um consenso entre os membros do Fomc; Stephen Miran e Christopher Waller defenderam um corte de 25 pontos
Indicador simbólico criado por cientistas aponta que riscos como guerra nuclear, mudanças climáticas e avanço da inteligência artificial levaram o mundo ao ponto mais crítico desde 1947
As bolsas dos principais países da região acumulam ganhos de pelo menos 10% em janeiro, mas nem tudo que reluz é ouro e a agência de classificação de risco aponta prós e contras que podem determinar o futuro dos seus investimentos
Matheus Spiess, analista da Empiricus, fala no podcast Touros e Ursos desta semana sobre a ruptura de Trump com o ambiente econômico e geopolítico das últimas décadas
Pressionada por custos elevados, petróleo barato e déficit fiscal, Arábia Saudita redesenha o megaprojeto urbano lançado em 2017
Corinthians x Gotham FC nesta quarta-feira (28), às 9h30, pela semifinal do Mundial de Clubes feminino da Fifa
Pesquisas por voos para o Brasil cresceram de forma abrupta logo após a notícia; Pequim, Xangai, Guangzhou, Chengdu, Xiamen e Shenzhen estão entre as cidades de partida mais procuradas
Cinco casos confirmados e cerca de 100 pessoas em quarentena na Índia; especialistas reforçam que a doença é rara e altamente letal
Quando estiver valendo, o tratado criará uma das maiores áreas de livre comércio do mundo, ligando dois blocos e um mercado com mais de 700 milhões de pessoas
Devolução dos pandas ao país de origem simboliza o agravamento das tensões diplomáticas, comerciais e de segurança entre Pequim e Tóquio, em meio a atritos sobre Taiwan, barreiras econômicas e gastos militares
Descoberta revela moedas de ouro raríssimas da época da Guerra Civil Americana; conjunto é avaliado em milhões de dólares
Túnel de Base do Gotardo encurta travessias alpinas, tira caminhões das estradas e virou um marco de planejamento de longo prazo
O presidente dos EUA acusa o primeiro-ministro Mark Carney de transformar o país vizinho em um “porto de entrada” para produtos chineses
Um detalhe de estilo do presidente francês viralizou no Fórum Econômico Mundial e adicionou milhões de dólares ao valor de mercado de uma fabricante de óculos
Para o banco norte-americano, embora o otimismo já esteja parcialmente refletido nos preços, ainda existem oportunidades valiosas em setores que alimentam a revolução tecnológica
No evento Onde Investir 2026, especialistas traçam as melhores teses para quem quer ter exposição a investimentos internacionais e ir além dos Estados Unidos
Jerome Powell deixa a presidência do Fed em maio e Trump se aproxima da escolha de seu sucessor; confira os principais nomes cotados para liderar a instituição
Desvalorização do dólar, disparada do ouro, da prata e da platina, venda de títulos do Tesouro norte-americano — tudo isso tem um só gatilho, que pode favorecer os mercados emergentes, entre eles, o Brasil
Após anos de perdas e baixa contábil, a saída do “sonho grande” volta à mesa com a chegada do novo CEO Greg Abel; entenda