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A Caixa é dona de 82,75% do capital da seguradora, mas o possível follow-on não teria como objetivo alterar o controle da empresa
Quase três anos após levantar R$ 5 bilhões com um dos maiores IPOs de 2021, a Caixa Seguridade (CXSE3) confirmou pode voltar ao mercado para uma nova oferta de ações.
O possível follow-on já havia sido especulado pelo mercado — rumores levantam a possibilidade de uma operação que movimente de R$ 1 bilhão a R$ 3 bilhões.
Agora, a companhia confirmou que a Caixa Econômica Federal autorizou a elaboração de estudos e análises necessários para uma eventual venda de papéis no mercado. Por enquanto, porém, não fora divulgadas informações sobre valores envolvidos na potencial oferta.
Vale relembrar que a Caixa é dona de 82,75% do capital da seguradora, segundo informações disponíveis no portal de relações com os investidores.
Mas, de acordo com um comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) nesta quinta-feira (28), o possível follow-on não tem como objetivo alterar o controle da empresa.
Na verdade, a operação está ligada ao atingimento do percentual mínimo de ações em circulação da Caixa Seguridade.
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Atualmente, o chamado free float, que indica o percentual de papéis em livre circulação, é de 17,25% na companhia,
Pelas regras da B3, atualizadas no ano passado, o patamar mínimo para o indicador em empresas dos segmentos especiais de listagem da bolsa — que é o caso da Caixa Seguridade, listada no Novo Mercado — é de 20%. Antes de modificação, esse percentual era ainda maior, de 25%.
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O balanço da companhia foi aprovado sem ressalvas pela auditoria da KPMG; no entanto, houve o registro de uma “incerteza relevante relacionada com a continuidade operacional da companhia”.
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