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COMPRAR OU VENDER

Taesa (TAEE11): vale a pena colocar o papel que paga dividendos atraentes na carteira agora?

O Itaú BBA elevou o preço-alvo de TAEE11 de R$ 35,90 para R$ 36,70 — o que representa um potencial de valorização de 5,7% em relação ao último fechamento

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8 de julho de 2024
14:35 - atualizado às 13:32
taesa taee11 ação
Imagem: Shutterstock/Montagem Julia Shikota

Uma ação que pagará dividendos atraentes nos próximos anos e com retorno considerado bom vale a pena colocar na carteira, certo? Para o Itaú BBA, depende. O banco elevou a recomendação para as untis da Taesa (TAE11), mas diz que ainda não é hora de comprar o papel. 

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O BBA deixou de recomendar nesta segunda-feira (8) a venda de Taesa e passou a adotar uma indicação neutra para TAEE11

Além disso, o banco subiu o preço-alvo de R$ 35,90 para R$ 36,70 — o que representa um potencial de valorização de 5,7% em relação ao último fechamento. 

Mas a nova indicação não é suficiente para fazer as units subirem: TAEE11 opera em queda nesta segunda-feira (8) e também acumula perda de cerca de 5% no ano. 

Os dividendos atraentes da Taesa

Nos cálculos do BBA, a Taesa está negociando a uma TIR (taxa interna de retorno) real mais atraente de 7,8% — contra 6,3% dos títulos do tesouro brasileiro — com rendimentos de dividendos elevados de um dígito nos próximos anos.

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"Acreditamos que não faz mais sentido vender ações", dizem os analistas do Itaú BBA em relatório. 

Leia Também

A expectativa do banco é de dividendos de 6% para 2024, 8% para 2025-26 e níveis de dois dígitos após 2027.

 "A empresa anunciou uma redução no pagamento para 2024 para 75%, devido à maior alavancagem, mas espera aumentar para 90% em 2025 e 100% em 2026", diz o BBA.

ONDE INVESTIR EM JULHO: OS MELHORES INVESTIMENTOS - AÇÕES, FIIs, BDRs, DIVIDENDOS, CRIPTO E ALOCAÇÃO

Alavancagem da Taesa: um risco?

A alavancagem aparentemente elevada da Taesa não é uma fonte de preocupação para o BBA. O banco considera o modelo de negócios da empresa de baixo risco e diz que as perspectivas positivas para a geração de fluxo de caixa. 

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A relação de dívida líquida/EBITDA da companhia é de 4,1 vezes para o final de 2024, 3,9 vezes para o final de 2025, 3,7 vezes para o final de 2026 e 3,2 vezes para o exercício de 2027, segundo cálculos dos analistas. 

"As receitas em termos reais deverão aumentar com a entrada em operação dos empreendimentos em construção”, diz o BBA.

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