O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O Itaú BBA elevou o preço-alvo de TAEE11 de R$ 35,90 para R$ 36,70 — o que representa um potencial de valorização de 5,7% em relação ao último fechamento
Uma ação que pagará dividendos atraentes nos próximos anos e com retorno considerado bom vale a pena colocar na carteira, certo? Para o Itaú BBA, depende. O banco elevou a recomendação para as untis da Taesa (TAE11), mas diz que ainda não é hora de comprar o papel.
O BBA deixou de recomendar nesta segunda-feira (8) a venda de Taesa e passou a adotar uma indicação neutra para TAEE11.
Além disso, o banco subiu o preço-alvo de R$ 35,90 para R$ 36,70 — o que representa um potencial de valorização de 5,7% em relação ao último fechamento.
Mas a nova indicação não é suficiente para fazer as units subirem: TAEE11 opera em queda nesta segunda-feira (8) e também acumula perda de cerca de 5% no ano.
Nos cálculos do BBA, a Taesa está negociando a uma TIR (taxa interna de retorno) real mais atraente de 7,8% — contra 6,3% dos títulos do tesouro brasileiro — com rendimentos de dividendos elevados de um dígito nos próximos anos.
"Acreditamos que não faz mais sentido vender ações", dizem os analistas do Itaú BBA em relatório.
Leia Também
A expectativa do banco é de dividendos de 6% para 2024, 8% para 2025-26 e níveis de dois dígitos após 2027.
"A empresa anunciou uma redução no pagamento para 2024 para 75%, devido à maior alavancagem, mas espera aumentar para 90% em 2025 e 100% em 2026", diz o BBA.
A alavancagem aparentemente elevada da Taesa não é uma fonte de preocupação para o BBA. O banco considera o modelo de negócios da empresa de baixo risco e diz que as perspectivas positivas para a geração de fluxo de caixa.
A relação de dívida líquida/EBITDA da companhia é de 4,1 vezes para o final de 2024, 3,9 vezes para o final de 2025, 3,7 vezes para o final de 2026 e 3,2 vezes para o exercício de 2027, segundo cálculos dos analistas.
"As receitas em termos reais deverão aumentar com a entrada em operação dos empreendimentos em construção”, diz o BBA.
O acordo marca um avanço importante da AMD na disputa direta com a Nvidia pelo domínio do mercado de GPUs voltadas ao boom da IA
Enquanto os bancões brasileiros sobem mais de 20% no ano, o roxinho patina em Wall Street. Às vésperas do 4T25, analistas veem oportunidade onde o mercado vê risco; veja o que esperar
Em audiência no Senado, João Accioly afirma que o problema não foi falta de ação da CVM, já que investigação já mirava o banco antes da crise explodir
Banco eleva recomendação para neutra após reestruturação reduzir dívida, juros e custos de leasing; foco agora é gerar caixa e diminuir alavancagem
Reestruturação da Azul dilui participação do fundador, que segue no Conselho de Administração
Enquanto a operação nos EUA se manteve forte e resiliente, o lado brasileiro foi “notavelmente fraco”, avaliam os analistas do BTG Pactual
Os debenturistas podem receber de R$ 94,9 milhões a R$ 174,2 milhões, segundo as regras, para a amortização ou resgate das debêntures
Preço-alvo cai e corretora alerta para riscos crescentes no curto prazo; veja o que está em jogo no 4T25, segundo os analistas
A Tecnisa detém 52,5% do capital social da Windsor, responsável pelo novo “bairro” planejado de São Paulo
Depois de alguns trimestres lutando contra a concorrência acirrada de asiáticas e Amazon, a plataforma argentina entra em mais uma divulgação de resultados com expectativas de margens pressionadas, mas vendas fortes e México em destaque
Além dos proventos, a companhia aprovou um programa para recomprar até 55 milhões de ações preferenciais e 1,4 bilhão de ações ordinárias
Empresa distribuiu os recursos provenientes da venda do shopping Midway, no valor de R$ 1,6 bilhão, aos acionistas e agora busca levantar capital para expandir lojas
Segundo coluna de O Globo, Ultrapar teria contratado o BTG Pactual para avaliar a venda da rede de postos
Com foco no crédito consignado e rentabilidade acima da média do setor, esse banco médio entra no radar como uma tese fora do consenso; descubra quem é
A dona da Vivo confirmou R$ 2,99 bilhões em JCP, propôs devolver R$ 4 bilhões e ainda aprovou recompra de R$ 1 bilhão; ação renova máxima histórica na B3
Com a operação, o Pátria encerra um ciclo iniciado há cerca de 15 anos na rede de academias, em mais um movimento típico de desinvestimento por parte de gestoras de private equity após longo período de participação no capital da companhia
Plano prevê aumento gradual dos investimentos até 2030 e reforça foco da mineradora nos metais da transição energética
Após concluir o Chapter 11 em apenas nove meses, a Azul descarta fusão com a Gol e adota expansão mais conservadora, com foco em rentabilidade e desalavancagem adicional
Enquanto discussões sobre a desestatização avançam, a Copasa também emite papéis direcionados para investidores profissionais
Após um rali expressivo na bolsa nos últimos meses, o banco anunciou uma oferta subsequente de ações para fortalecer balanço; veja os detalhes