O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Até então vice-presidente sênior de retail banking, Riccio vai se tornar CEO no Brasil. João Menin segue como CEO global do banco digital.
Um banco, dois CEOs. O Inter (INBR32) anunciou nesta quarta-feira (10) que João Menin deixará de acumular cargos — ele seguirá como o chefe global do banco digital e Alexandre Riccio, até então vice-presidente sênior de retail banking, comandará as operações no Brasil.
"Tenho confiança de que o Inter Brasil continuará tendo um forte desempenho sob a liderança [de Riccio], enquanto ele continua focado em impulsionar nosso crescimento, rentabilidade, engajamento dos clientes e diversificação de receitas”, disse Menin.
A confiança depositada em Riccio tem histórico de mais de uma década no banco. O executivo está há 11 anos no Inter, tendo liderado todas as principais áreas do banco. Embora seu cargo mais recente tenha sido de vice-presidente sênior, à frente do banco de varejo, ele já havia liderado as áreas de tecnologia, operações, finanças e crédito.
Mas Menin e Riccio se conhecem de muito antes: eles cursaram juntos a faculdade de engenharia civil na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).
Riccio também atuou como diretor executivo da Febraban por quase 3 anos. Antes de ingressar no Inter, foi consultor no The Boston Consulting Group e passou 5 anos liderando uma operação da Gerdau nos Estados Unidos.
Riccio não vai abandonar o banco de varejo ao se tornar CEO do Inter no Brasil — ele acumulará funções, assumindo também o atacado.
Leia Também
Já Menin segue à frente da inovação do banco digital, além de continuar trabalhando com a expansão global da companhia.
“Sempre fui entusiasmado pelo desenvolvimento da nossa plataforma digital integrada para aprimorar a vida financeira de nossos clientes e estou ansioso para continuar fazendo isso nesse novo cargo”, afirmou Riccio.
O Inter tem hoje uma carteira de crédito de R$ 35 bilhões — 30% em crédito imobiliário, 20% em consignado, 20% em pequenas e médias empresas. O restante está concentrado em cartão de crédito e produtos não-colaterizados.
O desafio de Riccio é ajudar o banco digital a entregar o guidance para 2027 — uma visão estratégica que o banco batizou de 60/30/30: 60 milhões de clientes, ROE (retorno sobre o patrimônio) de 30% e índice de eficiência de 30%.
"Estou muito orgulhoso de assumir a responsabilidade de liderar nossas operações no Brasil e agradeço ao João pelo seu apoio, confiança e visão que nos permite entregar nossa estratégia de longo prazo centrada no modelo digital único que criamos com nosso Super App Financeiro”, disse Riccio.
Dona da bolsa brasileira lucra R$ 1,4 bilhão no período, com crescimento em todos os segmentos
Remuneração será igual para ações ordinárias e preferenciais, com pagamento até 31 de agosto de 2026
Banco reconhece que a companhia mantém disciplina de custos e forte execução operacional, mas chama atenção para uma dinâmica perigosa para as ações
Balanço melhor que o esperado traz alívio aos investidores, mas projeções mais fracas para o início de 2026 limitam o otimismo
Com um caminhão de dívidas vencendo em 2025, o Pão de Açúcar (PCAR3) tenta alongar compromissos enquanto cortar custos. Mercado se pergunta se isso será o bastante
A empresa de saneamento possui 37% de participação de mercado no setor privado e tem como sócios a companhia Equipav, Itaúsa e o fundo soberano de Singapura
A agência de crédito elevou o rating da Azul de ‘D’ para ‘B-’, que ainda mantém a empresa em grau especulativo; entenda o que mudou
Depois de tentar deixar subsidiárias de fora da RJ da holding, pedido foi ampliado a atinge a Fictor Alimentos — movimento que expõe fragilidades operacionais e reacende dúvidas sobre a autonomia da companhia aberta
Caso não exerçam a preferência de compra das novas ações, acionistas devem sofrer diluição relevante na participação acionária no capital social total do BRB.
A queridinha do mercado no segmento de saúde teve um terceiro trimestre espetacular, o melhor desde seu IPO em dezembro de 2020, o que jogou as expectativas para cima
Após cortar payout de dividendos, banco busca alongar dívida híbrida e aliviar pressão sobre os índices até 2027
Companhia elétrica leva distribuição total de 2025 a R$ 1,37 bilhão, equivalente a 55% do lucro ajustado
Durante painel do BTG Summit 2026, os executivos dizem que a nova onda tecnológica não é opcional, e já está redesenhando modelos de negócio e geração de receita
Banco digital encerrou o quarto trimestre de 2025 com um lucro recorde de US$ 895 milhões; veja os destaques
Executivos do banco espanhol prometem recuperar rentabilidade até 2028 e reduzir índice de eficiência para competir com os novos players
Pressão no vestuário e ambiente promocional intenso limitaram o crescimento, mas bancos enxergam ganhos operacionais à frente
Lucro vem abaixo do esperado e receita perde força, mas analistas revelam “trunfo” do balanço; veja o que esperar
Enquanto algumas empresas no estágio de abertura de capital ainda estão queimando caixa para crescer, essa não é a história do PicPay, diz o BB Investimentos, e ROE pode chegar ao nível do de grandes bancos nos próximos anos
Com aval da Justiça, a Oi (OIBR3) busca quitar dívidas fora do plano da RJ, reservando R$ 140 milhões aos credores que aceitarem dar descontos de até 70% para receber antes
Com déficit de capital circulante de R$ 1,2 bilhão e R$ 1,7 bilhão em dívidas vencendo em 2026, varejista recebe ressalva da Deloitte sobre continuidade operacional, enquanto diz renegociar débitos. Grupo divulgou resultados do 4T25 ontem