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Em meio aos perigos de nova crise energética, parceria entre Petrobras e Enarsa busca ajudar abastecimento da Argentina
A Petrobras (PETR4) está no radar dos investidores nesta quinta-feira (25), uma vez que define hoje a questão da distribuição dos dividendos extraordinários. Em meio às especulações, a petroleira resolveu balançar um pouco mais o mercado com o anúncio de uma nova parceria, dessa vez com a estatal argentina Enarsa.
A Petrobras comunicou ao mercado nesta quinta-feira (25) que assinou um Memorando de Entendimento (MoU) com a companhia de energia. O contrato preliminar não é vinculante e indica o alinhamento das companhias para o início de uma parceria.
O acordo possui prazo de até três anos e é voltado para estudo de colaborações no segmento de gás natural. O projeto vai possibilitar o intercâmbio de informações, a avaliação de alternativas para cooperação e a complementariedade energética entre as duas empresas.
Além disso, também promove a coordenação de ações para maior garantia de fornecimento de gás natural para a Argentina durante o inverno, período de maior demanda no país.
De acordo com a Petrobras, não haverá qualquer impacto para o abastecimento de gás no Brasil nem custo financeiro adicional para a empresa.
A Energía Argentina Sociedad Anónima (Enarsa) é uma empresa estatal criada em 2004 e controlada pela Secretaria de Energia do Ministério de Infraestrutura argentino. A companhia é voltada principalmente para a exploração do petróleo, gás natural e também da eletricidade.
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Atualmente, a empresa atua em um dos projetos mais importantes do governo de Javier Milei: a construção do gasoduto Néstor Kirchner.
Coordenado pela Enarsa, a iniciativa vai expandir a capacidade de transporte de gás para os centros comerciais e, assim, diminuir a dependência argentina de importação de gás natural liquefeito (GNL).
A questão da importação de combustíveis vem trazendo dores de cabeça para o governo de Milei. Em março deste ano, o Banco Central da Argentina (BCRA) não possuía dólares para pagar a entrega de GNL e anunciou que o pagamento seria realizado por meio de carta de crédito.
Em outubro de 2023, a falta de dólares para a importação do gás gerou uma crise de abastecimento no país.
A parceria entre Enarsa e Petrobras é outra frente para evitar o problema. Com o acordo, a expectativa é que a empresa brasileira libere parte dos volumes de GNL boliviano, sobre os quais possui prioridade de importação, para a Argentina em meio à queda de produção na Bolívia.
Em troca, a estatal Enarsa deve pagar pela importação de remessas de gás natural liquefeito (GNL) que são descarregadas em um dos terminais de regaseificação no Brasil.
Atualmente, a Enarsa é comandada pelo advogado Juan Carlos Doncel Jones, que possui longo histórico no setor energético. O novo presidente da empresa também participou do processo de privatizações que ocorreu na Argentina durante 1998.
A atuação de Doncel Jones está em linha com os planos de Javier Milei, que já anunciou que a estatal Enarsa está incluída no pacote de medidas Ley Ómnibus.
O projeto do presidente Milei é uma das promessas do governo e vem enfrentando entraves no Congresso argentino. As medidas buscam centralizar o poder no Executivo, alterar a distribuição de impostos e alterar regras para endividamento e privatizações.
A Enarsa está entre as oito empresas que o pacote Ley Ómnibus busca privatizar com a aprovação da mudança nas regras do processo de desestatização.
*Com informações de La Nación, Le Monde Diplomatique Brasil, La Política Online e Ámbito Financiero
A produção superou em 0,5 ponto porcentual o limite do guidance da estatal, que previa crescimento de até 4%. O volume representa alta de 11% em relação a 2024.
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