O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Além dos resultados trimestrais, o banco considerou as tendências recentes do mercado automotivo e novas projeções macroeconômicas; veja a nova estimativa
Após um balanço mais forte que o esperado no 3T24, o BTG Pactual colocou o pé no acelerador e revisou as projeções para as ações da Localiza (RENT3), refletindo também as tendências recentes do mercado automotivo e novas premissas macroeconômicas.
Em um novo relatório divulgado ao mercado nesta segunda-feira (18), os analistas do banco elevaram o preço-alvo para os papéis RENT3 de R$ 64 para R$ 68 em 2025.
O valor equivale a um potencial de valorização de 52% em relação ao fechamento anterior da ação. O banco também reiterou a recomendação de compra para os papéis da Localiza.
Por volta de 13h20, as ações da Localiza operavam com queda de 3,35%, cotadas a R$ 43,24.
Segundo o BTG, as revisões refletem os resultados acima do esperado no 3T24 e uma estabilização do mercado automotivo.
“Observamos sinais de normalização nos preços de carros usados, o que fortalece nossa visão de ganhos mais estáveis para a empresa”, diz o banco em relatório.
Leia Também
Do ponto de vista macroeconômico, o BTG considerou a projeção de uma taxa Selic média de 13,08% ao ano para 2025, contra a estimativa anterior de 10,50%.
No relatório, os analistas também elevaram a projeção para o lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado da Localiza para 2024 e 2025 em 3% e 4%, respectivamente. Para o lucro líquido, o aumento foi de 8% e 11% para os referidos períodos.
Apesar do impacto das taxas de juros elevadas nas despesas financeiras, o BTG acredita que o poder de precificação e as margens melhoradas da Localiza compensarão o efeito.
Em relação ao setor automotivo, os analistas do BTG observam uma melhora gradual na acessibilidade e maior disponibilidade de crédito para a compra de carros.
O banco cita como exemplo o número de salários mínimos necessários para comprar um carro novo — que caiu de 55 em 2022 para 47 anualmente.
O BTG lembra ainda que as vendas de carros novos e veículos comerciais leves cresceram 15% no acumulado do ano.
“A Localiza destacou em seus resultados que a queda nos preços de veículos usados estabilizou, e dados recentes da tabela Fipe mostram que outubro foi ainda melhor que o terceiro trimestre, o que deve continuar impulsionando a divisão de seminovos”, afirma.
Vale lembrar que, no último ano, a ação da Localiza está sob forte pressão, com os investidores colocando no preço a piora na depreciação dos veículos usados e seminovos.
No caso da locadora de automóveis, a depreciação é calculada com base na expectativa futura de preço de venda dos carros deduzida das despesas para vender.
Locadoras como a Localiza renovam frequentemente suas frotas, vendendo veículos usados para minimizar custos de manutenção e manter a competitividade no mercado. Quando os preços de carros usados caem, o valor obtido na venda desses veículos diminui.
Em 2024, os papéis acumulam queda de 30,4%. Em 12 meses, as perdas são um pouco menores: -26,7%. Em novembro, no entanto, RENT3 acumula ganho de 2,8%.
Depois de um segundo trimestre difícil, os resultados da Localiza entre julho e setembro foram recebidos com alívio pelo mercado, inclusive pelos analistas do BTG.
Além da depreciação dos preços dos seminovos, a entrada de veículos chineses da BYD no país e os impactos das enchentes no Rio Grande do Sul afetaram a empresa no 2T24.
Desta vez, a recuperação gradual do mercado automotivo e a estabilização dos preços de usados foram pontos importantes do balanço da empresa, divulgado na semana passada.
“O retorno sobre o capital investido (ROIC) aumentou significativamente e deve continuar subindo, com a Localiza ajustando tarifas e melhorando margens de aluguel por meio de uma frota mais nova e maior eficiência operacional”, afirmam os analistas do banco.
Apesar do cenário positivo, o BTG ainda não espera uma grande reclassificação das ações da locadora devido ao custo de capital em alta e a um crescimento mais lento. “No entanto, mesmo com esse obstáculo, a avaliação atual (P/L 12x para 2025) oferece uma oportunidade atrativa, reforçando nossa recomendação de compra”.
O banco defende que o Mercado Livre ainda é considerado uma boa tese de longo prazo, mas não deve refletir suas qualidades nos preços da ação em 2026
A Casas Bahia finalmente conseguiu virar a página de sua crise financeira, que a levou a pedir recuperação extrajudicial em 2024,? A resposta não é tão simples.
Resultado negativo chega a R$ 721 milhões no quarto trimestre, enquanto empresa tenta reorganizar dívidas
O plano da Raízen poderá envolver uma série de medidas, como uma capitalização pelos seus acionistas e a conversão de parte das dívidas em participação acionária
Receita cresce, margens avançam e varejista ganha participação de mercado em meio a avanços no plano de reestruturação
O banco tinha recomendação de venda para o papel, enquanto a agência de classificação de risco rebaixou a nota de crédito da varejista em moeda local de CCC para C
Itaú BBA e Santander mantêm visão positiva para a empresa, citando o ciclo global de investimentos em redes elétricas, mas apontam riscos e pressões no horizonte mais próximo
Em entrevista ao Seu Dinheiro, Fabio Itikawa diz que empresa entra em 2026 mais eficiente, menos alavancada e pronta para atrair investidores
A companhia é afetada pelos desdobramentos do conflito no Oriente Médio, com custos do combustível e de frete na linha de frente dos impactos
“Hoje, na data do protocolo deste procedimento, a companhia não tem condições de realizar o pagamento sem interromper as suas operações”, disse o Pão de Açúcar
Situação dos rebanhos nos EUA e tarifas da China também afetam o cenário para a carne bovina; JBS, MBRF e Minerva podem sofrer, e, em 2026, o seu churrasco deve ficar ainda mais caro
As diferenças estão na forma como essas negociações acontecem e no grau de participação do Judiciário no processo.
Fintech recebe licença bancária no Reino Unido e lança oficialmente o Revolut Bank UK, acelerando o plano de se tornar uma plataforma financeira global
Varejista entrou em recuperação extrajudicial e suspendeu os pagamentos por 90 dias para tentar reorganizar suas finanças
A maior produtora global de açúcar e etanol de cana já havia dito que estava avaliando a reestruturação da sua dívida e que uma recuperação extrajudicial estava entre as possibilidades
Joint venture de Cosan e Shell busca 90 dias de suspensão de pagamentos enquanto negocia reestruturação com bancos e investidores
A movimentação, que já havia sido antecipada ao mercado no mês passado, traz nomes de peso do setor financeiro para o colegiado
Analistas do Itaú BBA e do Citigroup reforçam a tese positiva para a mineradora após encontro com o CEO e o diretor de RI da companhia
No MRV Day, gestão contou os planos para acabar de vez com o peso da operação nos EUA. O objetivo é concentrar esforços no mercado brasileiro para impulsionar margens e retorno aos acionistas
Analistas dizem que o turnaround funcionou — mas o mercado já parece ter colocado essa melhora na conta; veja a tese