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Sem nenhuma exclusão até o momento, o Ibovespa passará a contar com 88 ações a partir de maio, de acordo com a prévia
Nem tudo o que reluz é ouro, mas depois da queda de 26% na B3 em 2024, os acionistas da Vivara (VIVA3) terão algo o que celebrar. Afinal, a empresa tem tudo para ingressar no Ibovespa a partir de maio.
A varejista de joias entrou para a primeira das três prévias da carteira teórica do Ibovespa — o principal índice de ações da bolsa brasileira — para o período entre maio e agosto.
Mas a Vivara não foi a única escalada para o índice da bolsa brasileira. A prévia trouxe outro nome conhecido dos investidores para a lista: a Auren Energia (AURE3).
As duas ações já estavam sendo cotadas pelos analistas do BTG Pactual e do Itaú BBA como possíveis ingressantes na carteira — e, pelo menos até agora, estão a caminho de entrar para o Ibovespa.
A prévia também não trouxe nenhum rebaixamento: até o momento, todos os papéis atualmente compõem o Ibovespa garantiram seus lugares no índice.
Vale lembrar que, a cada quatro meses, a bolsa brasileira reavalia a carteira teórica do Ibovespa com um rebalanceamento dos ativos que compõem o índice — e a próxima vez que isso deve acontecer é em 6 de maio.
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Vale lembrar que a B3 ainda vai divulgar outras duas prévias da carteira do Ibovespa com possíveis mudanças, em 16 de abril e 2 de maio.
Para a formação do Ibovespa, a bolsa brasileira considera critérios como o volume de negociação, liquidez e o status da empresa. Isso significa que empresas em recuperação judicial ou penny stocks — isto é, ações que negociam abaixo do patamar de R$ 1,00 — não são elegíveis, por exemplo.
Mas caso a primeira projeção do Ibovespa se mantenha, o principal índice de ações da bolsa brasileira passará a contar com 88 papéis a partir de 6 de maio, de 86 companhias atualmente.
O topo do índice segue basicamente inalterado, com um leve aumento no peso dos papéis da Vale (VALE3) na carteira. Confira como fica o ranking das 5 ações de maior peso teórico no índice após a primeira prévia:
A Vivara (VIVA3) se encontrou em maus lençóis na bolsa brasileira em março.
Em meados do mês passado, a companhia protagonizou uma verdadeira dança das cadeiras corporativa com a renúncia de Paulo Kruglensky ao cargo de presidente da companhia.
Após a renúncia, quem assumiu a posição foi o ex-CEO e fundador da empresa, Nelson Kaufman. Mas a volta do executivo à chefia da joalheria não agradou o mercado, com uma derrocada de mais de 15% dos papéis VIVA3 no dia do anúncio.
Além da troca de CEO, dois membros do conselho de administração decidiram deixar suas posições no colegiado.
Mas Nelson Kaufman mal conseguiu se acomodar no trono de líder da Vivara: com apenas 10 dias na função, o executivo abdicou do papel de CEO para ocupar apenas a cadeira de presidente do conselho (chairman).
Quem passa a chefiar a empresa de joias é Otávio Lyra, CFO da empresa desde a abertura de capital (IPO) da empresa, em 2019.
A recomendação do BTG é de compra, com preço-alvo de R$ 40. “Do ponto de vista de valuation, a Azzas está sendo negociada a cerca de 7x P/L para 2026, um nível significativamente descontado em relação aos pares do setor”, afirma o banco
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