O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Suzano anunciou nesta sexta-feira (25) a renúncia de Marcelo Bacci ao cargo; ele assume as finanças da mineradora a partir de dezembro
Em meio à temporada de balanços do terceiro trimestre, duas gigantes da bolsa anunciaram mudanças no comando de suas áreas financeiras: Vale (VALE3) e Suzano (SUZB3)
Em comunicado divulgado nesta sexta-feira (25), a Suzano anunciou a renúncia de Marcelo Feriozzi Bacci ao cargo de vice-presidente executivo de Finanças e Relações com Investidores. A saída de Bacci terá efeito a partir de 30 de novembro de 2024.
A renúncia do executivo acontece apenas um dia após a divulgação dos resultados do terceiro trimestre da Suzano e tem um motivo: Bacci, que atuava há mais de 10 anos como CFO da companhia, será o novo VP de Finanças e RI da Vale a partir de dezembro.
“Marcelo Bacci conta com relevante experiência executiva em gestão e finanças, incluindo mais de 20 anos em posições de liderança em companhias com diferentes composições e segmentos”, disse a Vale, em comunicado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
Também atuou como presidente e membro de conselhos de administração de companhias do grupo Suzano e de outras companhias como Energisa (ENGI11) e BRF (BRFS3) .
Segundo a Vale, Bacci entrará no lugar de Murilo Muller, que ocupava o cargo de forma interina e retomará para “suas funções regulares na Vale” em 2 de dezembro de 2024.
Leia Também
Ao divulgar sobre a renúncia de Bacci ao cargo, a Suzano afirmou que o executivo teve papel chave na construção da posição de solidez financeira da companhia e do nível atual de alavancagem, mesmo após um ciclo de investimento tão expressivo como o atual.
No mesmo comunicado, a Suzano também anunciou a nomeação de Marcos Moreno Chagas Assumpção para substituir o VP de Finanças RI da empresa. Assumpção ocupava a função de diretor de Planejamento Financeiro de M&A da companhia.
Antes de atuar como diretor na Suzano, Marcos Assumpção trabalhou por 17 anos na área de Equity Research dos bancos Itaú BBA e Bank of America, cobrindo o setor de papel de celulose desde 2004, além de outros setores como siderurgia, mineração e cimento.
Nesta sexta-feira (25), as ações da Suzano fecharam entre as maiores altas do Ibovespa. A alta dos papéis acontece após o balanço da companhia ter reportado um lucro líquido de R$ 3,237 bilhões, revertendo os prejuízos do ano passado e também do trimestre anterior.
Você pode ler o que dizem os analistas sobre os resultados e se hora de comprar SUZB3 aqui.
Já o balanço da Vale trouxe gratas surpresas, apesar da queda do lucro do terceiro trimestre, e as ações VALE3 também encontraram um lugar entre as maiores altas do Ibovespa hoje.
Entre julho e setembro, a Vale alcançou lucro líquido de US$ 2,412 bilhões — o que representa uma queda de 15% ante igual período de 2023 e de 13% na comparação trimestral, mas ainda assim o desempenho veio acima das previsões. Confira aqui os principais destaques e o que fazer com a ação.
Banco separa ativos de saúde via IPO reverso da Odontoprev e aposta que mercado vai reprecificar a “joia escondida” no balanço
O catálogo da Warner Bros inclui franquias icônicas como “Harry Potter”, “Game of Thrones”, e personagens da DC Comics como Batman e Superman
Banco une operadora, hospitais, clínicas e participação no Fleury em um ecossistema de R$ 52 bilhões de receita — e já nasce mirando governança premium na bolsa
Dona da bolsa brasileira lucra R$ 1,4 bilhão no período, com crescimento em todos os segmentos
Remuneração será igual para ações ordinárias e preferenciais, com pagamento até 31 de agosto de 2026
Banco reconhece que a companhia mantém disciplina de custos e forte execução operacional, mas chama atenção para uma dinâmica perigosa para as ações
Balanço melhor que o esperado traz alívio aos investidores, mas projeções mais fracas para o início de 2026 limitam o otimismo
Com um caminhão de dívidas vencendo em 2025, o Pão de Açúcar (PCAR3) tenta alongar compromissos enquanto cortar custos. Mercado se pergunta se isso será o bastante
A empresa de saneamento possui 37% de participação de mercado no setor privado e tem como sócios a companhia Equipav, Itaúsa e o fundo soberano de Singapura
A agência de crédito elevou o rating da Azul de ‘D’ para ‘B-’, que ainda mantém a empresa em grau especulativo; entenda o que mudou
Depois de tentar deixar subsidiárias de fora da RJ da holding, pedido foi ampliado a atinge a Fictor Alimentos — movimento que expõe fragilidades operacionais e reacende dúvidas sobre a autonomia da companhia aberta
Caso não exerçam a preferência de compra das novas ações, acionistas devem sofrer diluição relevante na participação acionária no capital social total do BRB.
A queridinha do mercado no segmento de saúde teve um terceiro trimestre espetacular, o melhor desde seu IPO em dezembro de 2020, o que jogou as expectativas para cima
Após cortar payout de dividendos, banco busca alongar dívida híbrida e aliviar pressão sobre os índices até 2027
Companhia elétrica leva distribuição total de 2025 a R$ 1,37 bilhão, equivalente a 55% do lucro ajustado
Durante painel do BTG Summit 2026, os executivos dizem que a nova onda tecnológica não é opcional, e já está redesenhando modelos de negócio e geração de receita
Banco digital encerrou o quarto trimestre de 2025 com um lucro recorde de US$ 895 milhões; veja os destaques
Executivos do banco espanhol prometem recuperar rentabilidade até 2028 e reduzir índice de eficiência para competir com os novos players
Pressão no vestuário e ambiente promocional intenso limitaram o crescimento, mas bancos enxergam ganhos operacionais à frente
Lucro vem abaixo do esperado e receita perde força, mas analistas revelam “trunfo” do balanço; veja o que esperar