O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A empresa de energia fechou um acordo de R$ 672 milhões para encerrar um processo arbitral que corria em sigilo iniciado em 2015
A Copel (CPLE6) decidiu desembolsar mais de meio bilhão de reais para colocar fim a um processo aberto que corria há quase dez anos — e que quase foi alvo de investigação no Paraná.
A empresa de energia fechou um acordo para pagar R$ 672 milhões para encerrar um processo arbitral iniciado em 2015.
O montante milionário deverá ser pago em duas parcelas, sendo que o primeiro depósito deverá ser realizado em 31 de janeiro deste ano. Já o segundo pagamento deverá ser atualizado e depositado até 31 de março de 2025.
Apesar do valor elevado para colocar fim à questão judicial, o montante nem chega perto do que estava sendo pedido no processo.
As cobranças alcançavam cerca de R$ 3 bilhões, segundo o Formulário de Referência da companhia e as Notas Explicativas das Demonstrações Financeiras Intermediárias referentes a 30 de setembro de 2023.
Em fato relevante enviado à CVM, a Copel informa ter empenhado os “melhores esforços para mitigar os danos” que seguiram as decisões parciais do processo até chegar à etapa de liquidação de sentença para alcançar o “melhor acordo possível preservando os interesses” da companhia.
Leia Também
Já de acordo com reportagem do Estadão, a briga judicial envolvia o Fundo de Investimento em Participações em Infraestrutura e Energias Renováveis (FIP IEER), a Centrais Elétricas Diamantina, a Centrais Elétricas do Rio Ribeira, a Companhia de Energias Renováveis (CER) e a GRP Empreendimentos e a Confluência Energia.
A ação corria em sigilo no Centro de Arbitragem e Mediação Brasil-Canadá (CAMCCBC) desde 2015. Já a decisão da Copel seguiu a aprovação pelo conselho de administração da companhia paranaense de energia.
A briga judicial ainda chegou a ser alvo de um pedido de CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) na Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) em meados do ano passado devido a suspeitas de que a empresa pudesse ter ocultado a possível dívida dos balanços.
Na época, o coordenador da Frente Parlamentar das Estatais e Empresas Públicas da Alep, Arilson Chiorato, afirmou que o objetivo da CPI era apurar a possível existência de uma suposta dívida e esclarecer potenciais irregularidades e infrações cometidas pela Copel no processo de privatização.
Primeira parcela faz parte do pacote de R$ 4,3 bilhões aprovado pela elétrica para remunerar acionistas em 2026
Nova estratégia combina crescimento acelerado com ROE em alta, e coloca o banco em um novo patamar de cobrança; veja os detalhes
Além da Fast Shop, o Ministério Público identificou mais empresas que foram beneficiadas pelo esquema, incluindo a Ultrafarma
Com crescimento equilibrado entre móvel, fibra e digital, Telefônica Brasil entrega lucro de R$ 1,2 bilhão no 1T26; veja os destaques do resultado
O balanço do BTG trouxe lucro em expansão e rentabilidade em alta; confira os principais números do trimestre
Mercado espera crescimento da receita, Ebitda bilionário e mais uma rodada de proventos para os acionistas da estatal; confira as projeções
A semana teve mudanças relevantes em Axia Energia (AXIA3), Tenda (TEND3) e Cemig (CMIG4)
Ex-presidente da B3 e ex-diretor do Santander, Gilson Finkelzstain foi escolhido em março para substituir Mario Leão no comando do banco no Brasil
Nesta sexta-feira (8), as ações da estatal completaram cinco sessões de quedas consecutivas, acompanhando a forte desvalorização do Brent na semana
Lucro cresceu 13,2% no primeiro trimestre, e bancos seguem vendo espaço para avanço dos dividendos
Com receita mais diversificada e aposta em Wealth, banco tenta reduzir volatilidade enquanto espera queda dos juros, afirma Vinicius Carmona ao Seu Dinheiro
De acordo com a empresa, a gestão de Reynaldo Passanezi Filho, que deixa o cargo, foi marcada por um ciclo de crescimento da companhia, avanços em eficiência operacional e investimentos em níveis recordes
Fenômeno com a Carmed e cada vez mais pop nas redes, a farmacêutica viu margens pressionadas, estoques travados e queima de caixa em 2025. Agora, tenta equilibrar crescimento acelerado com disciplina financeira
A varejista teve prejuízo líquido de R$ 55,2 milhões no primeiro trimestre de 2026, revertendo o lucro de R$ 12,8 milhões registrado no mesmo período do ano passado, em meio à pressão da Selic elevada sobre as despesas financeiras
Após um 1T26 pressionado, Ricardo Moura aposta em melhora gradual da rentabilidade — sem abrir mão do conservadorismo
Petroleira pagará R$ 0,34 por ação em juros sobre capital próprio e também informou avanço nas negociações com a Brava Energia
Marcos Cruz será o novo CEO da Tenda a partir de junho de 2027. O executivo comandou a Nitro Química na última década e acumula passagens pela McKinsey e Secretaria Municipal da Fazenda de São Paulo
Mesmo com receita acima do esperado e forte aceleração das vendas, o Mercado Livre registrou queda no lucro líquido e pressão nas margens no primeiro trimestre de 2026
Lucro recorde e avanço no ROE não foram suficientes para segurar as ações nesta sessão; veja o que pressiona os papéis hoje
Ação saltou mais que o triplo do Ibovespa desde o início de 2026, mas os analistas do JP Morgan calculam que o papel ainda tem espaço para subir