O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Ambos faziam parte do CA da companhia nas vagas para representantes dos acionistas de referência, mas ficaram de fora da chapa eleita hoje
O novo conselho de administração da Americanas (AMER3) não terá mais dois nomes de peso: o de Carlos Alberto Sucupira, um dos controladores da varejista, e Paulo Alberto Lemann — filho de Jorge Paulo Lemann, outro membro do trio de sócios controladores.
Ambos faziam parte do CA da companhia nas vagas destinadas para representantes dos acionistas de referência, mas não integram a nova chapa aprovada pelos acionistas da Americanas em assembleia realizada nesta quinta-feira (5).
Confira a composição do conselho para os próximos dois anos:
Vale destacar que a assembleia para eleger o novo conselho ocorreu apenas dois dias após a Americanas anunciar que Jorge Lemann, Sicupira e Marcel Telles — sócio de ambos na 3G Capital — voltou a ter mais da metade do capital da varejista após três anos fora do comando.
O trio retomou o controle da companhia após converter uma parte dos bônus de subscrição do aumento de capital de R$ 24 bilhões realizado para tapar parte do rombo contábil.
Lemann, Sicupira e Telles tornaram-se sócios controladores da Lojas Americanas no início dos anos 1980 — e assim permaneceram por cerca de quatro décadas.
Leia Também
Em 2021, quando a Americanas promoveu a fusão de suas operações físicas e digitais e ingressou no Novo Mercado da B3, os três bilionários deixaram o controle da varejista para se transformarem em acionistas de referência.
Ao término da fusão da Lojas Americanas com a B2W, Lemann, Sicupira e Telles passaram a deter pouco mais de 30% dos papéis da varejista, que vale hoje aproximadamente R$ 1,27 bilhão na B3.
No início de 2023, a revelação de uma fraude multibilionária nos balanços da Americanas levou os credores a pressionarem para que o trio ajudasse a tirar a empresa do fundo do poço.
Vale destacar que a investigação de um comitê independente da varejista concluiu que a diretoria anterior da Americanas foi responsável pela fraude, comentado os atos ilícitos sem o conhecimento de membros do conselho de administração.
Meses mais tarde, já no âmbito do programa de recuperação judicial da Americanas, Lemann, Sicupira e Telles se comprometeram a aportar R$ 12 bilhões na companhia.
Os credores da varejista, por sua vez, trocaram R$ 12 bilhões em dívidas pelo equivalente em ações.
O aumento de capital foi efetivado em julho último, provocando uma diluição brutal para os acionistas deixados de fora da operação.
Com o aumento de capital, o trio de bilionários já havia elevado sua participação a 49,24%. Junto com as novas ações, a Americanas emitiu bônus de subscrição a R$ 0,01 por ação aos investidores que colocaram dinheiro novo na varejista.
Foi por meio do exercício parcial desses bônus de subscrição que Jorge Paulo Lemann, Beto Sicupira e Marcel Telles voltaram a exercer o controle acionário da Americanas.
O trio de bilionários recorreu a três empresas afiliadas para converter 3.029.130 bônus de subscrição em novas ações.
Lemann, Sicupira e Telles converteram ações em número suficiente para deter 50,01% do capital votante da Americanas.
De acordo com o fato relevante, a operação está de acordo com um compromisso assumido pelos três acionistas junto aos credores no plano de recuperação judicial da varejista.
Por fim, vale lembrar que a participação final dos bilionários na Americanas ainda pode aumentar ou diminuir dependendo da conversão dos bônus por outros investidores e por eles próprios.
Para Renato Cohn, primeira abertura de capital desde 2021 pode destravar o mercado brasileiro — e banco vê apetite mesmo com juros altos e tensão global
Ações da mineradora avançam mesmo com o mau humor dominando a bolsa brasileira nesta segunda-feira (11)
Lucro acima do esperado não impede queda das units do banco neste pregão; confira o que dizem os analistas sobre o resultado
Primeira parcela faz parte do pacote de R$ 4,3 bilhões aprovado pela elétrica para remunerar acionistas em 2026
Nova estratégia combina crescimento acelerado com ROE em alta, e coloca o banco em um novo patamar de cobrança; veja os detalhes
Além da Fast Shop, o Ministério Público identificou mais empresas que foram beneficiadas pelo esquema, incluindo a Ultrafarma
Com crescimento equilibrado entre móvel, fibra e digital, Telefônica Brasil entrega lucro de R$ 1,2 bilhão no 1T26; veja os destaques do resultado
O balanço do BTG trouxe lucro em expansão e rentabilidade em alta; confira os principais números do trimestre
Mercado espera crescimento da receita, Ebitda bilionário e mais uma rodada de proventos para os acionistas da estatal; confira as projeções
A semana teve mudanças relevantes em Axia Energia (AXIA3), Tenda (TEND3) e Cemig (CMIG4)
Ex-presidente da B3 e ex-diretor do Santander, Gilson Finkelzstain foi escolhido em março para substituir Mario Leão no comando do banco no Brasil
Nesta sexta-feira (8), as ações da estatal completaram cinco sessões de quedas consecutivas, acompanhando a forte desvalorização do Brent na semana
Lucro cresceu 13,2% no primeiro trimestre, e bancos seguem vendo espaço para avanço dos dividendos
Com receita mais diversificada e aposta em Wealth, banco tenta reduzir volatilidade enquanto espera queda dos juros, afirma Vinicius Carmona ao Seu Dinheiro
De acordo com a empresa, a gestão de Reynaldo Passanezi Filho, que deixa o cargo, foi marcada por um ciclo de crescimento da companhia, avanços em eficiência operacional e investimentos em níveis recordes
Fenômeno com a Carmed e cada vez mais pop nas redes, a farmacêutica viu margens pressionadas, estoques travados e queima de caixa em 2025. Agora, tenta equilibrar crescimento acelerado com disciplina financeira
A varejista teve prejuízo líquido de R$ 55,2 milhões no primeiro trimestre de 2026, revertendo o lucro de R$ 12,8 milhões registrado no mesmo período do ano passado, em meio à pressão da Selic elevada sobre as despesas financeiras
Após um 1T26 pressionado, Ricardo Moura aposta em melhora gradual da rentabilidade — sem abrir mão do conservadorismo
Petroleira pagará R$ 0,34 por ação em juros sobre capital próprio e também informou avanço nas negociações com a Brava Energia
Marcos Cruz será o novo CEO da Tenda a partir de junho de 2027. O executivo comandou a Nitro Química na última década e acumula passagens pela McKinsey e Secretaria Municipal da Fazenda de São Paulo