O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Segundo a empresa de gestão de resíduos, a medida anunciada vai abater as obrigações da companhia em R$ 260 milhões
Depois de levantar R$ 717 milhões com a venda de frota, a Ambipar (AMBP3) segue na missão de diminuir o elevado patamar de endividamento da companhia.
A empresa de gestão de resíduos anunciou nesta segunda-feira (19) um “programa de quitação de operações societárias”. O objetivo é entregar as ações da companhia para sócios executivos das empresas adquiridas como meio de pagamento antecipado.
Além disso, o programa também visa a redução de alavancagem bruta da companhia.
Para a transação, a empresa vai usar 3.744.660 ações em tesouraria, o que representa aproximadamente 2,24% do capital social total.
Nesse caso, as ações em tesouraria nada mais são do que papéis de uma empresa que foram retirados do mercado por ela mesma. Essas ações podem ser usadas para melhorar a estrutura de capital, investimentos futuros, entre outras finalidades.
De acordo com um comunicado divulgado pela companhia, a medida vai abater as obrigações com M&A (fusões e aquisições) em cerca de R$ 260 milhões.
Leia Também
O valor corresponde a 65% das obrigações da Ambipar com operações de aquisições realizadas nos últimos anos, que somam R$ 397 milhões. Com o pagamento, o valor restante fica em torno de R$ 136 milhões, segundo a companhia.
"Nós concluímos o programa com a aderência de 100% dos sócios executivos, o que demonstra o nosso alinhamento e o grande potencial de valorização da companhia a longo prazo”, afirma João Arruda, CFO da Ambipar, no comunicado.
“Focando na alocação de capital e geração de valor para os acionistas da companhia, este movimento, adicionalmente à venda de ativos, nos ajudou a reduzir em R$ 977 milhões nossas obrigações financeiras e de M&As”, ressalta Arruda.
O novo programa de quitação de operações vem após o anúncio da parceria com a operação da Addiante, joint venture entre a Randoncorp (RAPT4) e a Gerdau (GGBR4). O negócio vai permitir a venda e o aluguel de sua frota não estratégica no Brasil.
As transações estipulam um prazo de cinco anos de contrato, com recebimento em caixa de cerca de R$ 717 milhões pela compra dos ativos usados da Ambipar.
A expectativa é que o caixa gerado com as operações antecipe a diminuição da alavancagem da companhia para 2,4 vezes em base pro forma anualizada, já que “parte relevante” dos recursos líquidos levantados deverá ser usada para o pagamento de dívidas.
Recentemente, depois de ser questionada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a diretoria da empresa citou o programa de desmobilização de ativos como uma das potenciais razões para a recente escalada vertiginosa das ações na bolsa brasileira.
Alvo de forte especulação na bolsa, os papéis da Ambipar (AMBP3) acumulam valorização de 828% em um intervalo de apenas dois meses. Hoje, contudo, os papéis caem 5,55%, a R$ 73,64.
Qualquer melhora na bolsa depende do sucesso da Qualicorp em conseguir se reerguer. “Continuamos a acreditar que a performance da ação está firmemente conectada ao sucesso do seu plano de turnaround”, escreve o BTG Pactual.
Banco separa ativos de saúde via IPO reverso da Odontoprev e aposta que mercado vai reprecificar a “joia escondida” no balanço
O catálogo da Warner Bros inclui franquias icônicas como “Harry Potter”, “Game of Thrones”, e personagens da DC Comics como Batman e Superman
Banco une operadora, hospitais, clínicas e participação no Fleury em um ecossistema de R$ 52 bilhões de receita — e já nasce mirando governança premium na bolsa
Dona da bolsa brasileira lucra R$ 1,4 bilhão no período, com crescimento em todos os segmentos
Remuneração será igual para ações ordinárias e preferenciais, com pagamento até 31 de agosto de 2026
Banco reconhece que a companhia mantém disciplina de custos e forte execução operacional, mas chama atenção para uma dinâmica perigosa para as ações
Balanço melhor que o esperado traz alívio aos investidores, mas projeções mais fracas para o início de 2026 limitam o otimismo
Com um caminhão de dívidas vencendo em 2025, o Pão de Açúcar (PCAR3) tenta alongar compromissos enquanto cortar custos. Mercado se pergunta se isso será o bastante
A empresa de saneamento possui 37% de participação de mercado no setor privado e tem como sócios a companhia Equipav, Itaúsa e o fundo soberano de Singapura
A agência de crédito elevou o rating da Azul de ‘D’ para ‘B-’, que ainda mantém a empresa em grau especulativo; entenda o que mudou
Depois de tentar deixar subsidiárias de fora da RJ da holding, pedido foi ampliado a atinge a Fictor Alimentos — movimento que expõe fragilidades operacionais e reacende dúvidas sobre a autonomia da companhia aberta
Caso não exerçam a preferência de compra das novas ações, acionistas devem sofrer diluição relevante na participação acionária no capital social total do BRB.
A queridinha do mercado no segmento de saúde teve um terceiro trimestre espetacular, o melhor desde seu IPO em dezembro de 2020, o que jogou as expectativas para cima
Após cortar payout de dividendos, banco busca alongar dívida híbrida e aliviar pressão sobre os índices até 2027
Companhia elétrica leva distribuição total de 2025 a R$ 1,37 bilhão, equivalente a 55% do lucro ajustado
Durante painel do BTG Summit 2026, os executivos dizem que a nova onda tecnológica não é opcional, e já está redesenhando modelos de negócio e geração de receita
Banco digital encerrou o quarto trimestre de 2025 com um lucro recorde de US$ 895 milhões; veja os destaques
Executivos do banco espanhol prometem recuperar rentabilidade até 2028 e reduzir índice de eficiência para competir com os novos players
Pressão no vestuário e ambiente promocional intenso limitaram o crescimento, mas bancos enxergam ganhos operacionais à frente