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De acordo com os termos do acordo, a 3R irá incorporar a Enauta e deterá 53% da nova empresa resultante da fusão, enquanto os acionistas da segunda empresa ficarão com 47% do negócio
O casamento entre a 3R Petroleum (RRRP3) e a Enauta (ENAT3) está um passo mais perto de ser consumado. As petroleiras juniores da B3 oficializaram nesta sexta-feira (17) o acordo de fusão, antes da abertura dos negócios na bolsa brasileira.
Os papéis RRRP3 fecharam em alta de 7,14%, cotados a R$ 31,50. Já ENAT3 fechou em alta de 3,65%, a R$ 25,30. Acompanhe nossa cobertura ao vivo de mercados.
De acordo com os termos do acordo, a 3R irá incorporar a Enauta e deterá 53% da nova empresa resultante da fusão, enquanto os acionistas da segunda empresa ficarão com 47% do negócio — nos mesmos termos do memorando de entendimentos (MOU) assinado em meados de abril.
O acordo ainda deverá passar pelo aval dos acionistas em assembleias das duas companhias.
Além disso, a transação também precisa ser aprovada por outros reguladores, além do próprio Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).
Segundo os analistas do Santander, a fusão entre a 3R Petroleum e a Enauta deve gerar aproximadamente US$ 925 milhões em sinergias, equivalente a quase 31% dos valores de mercado combinados das companhias.
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A nova empresa deve se tornar a segunda ou terceira maior operadora de petróleo do Brasil — atrás apenas da Petrobras (PETR4), lado a lado com a Equinor e ultrapassando a Prio (PRIO3).
Para os analistas, a nova companhia resultante da fusão deterá um “extenso portfólio de ativos de petróleo e gás no Brasil, com reservas significativas e perfis de risco diversificados”.
Segundo os analistas, os ativos offshore da Enauta — Atlanta e Manati — podem adicionar risco ao portfólio da 3R. Porém, a forte geração de fluxo de caixa livre (FCF) de Atlanta deve trazer benefícios para a estrutura de capital da 3R e permitirá acelerar o investimento no portfólio da 3R, especialmente em Papa Terra, afirmou o banco, em relatório.
Enquanto isso, o portfólio de ativos onshore da 3R e Peroá traz geração recorrente de fluxo de caixa associada a um perfil de baixo risco.
A nova empresa ainda deterá um sólido portfólio de campos de gás não associado de Manati, Peroá e campos onshore no Recôncavo, o que a coloca como uma das três maiores fornecedoras de gás natural no Brasil.
Do lado do petróleo, a expectativa é que a empresa combinada atinja uma produção de cerca de 115 mil barris de óleo equivalente por dia (boed) em 2025. Já para 2026, a perspectiva é de melhorias nas operações onshore (Potiguar e Recôncavo), devido aos esforços de revitalização e maior produção em Papa Terra.
Já do ponto de vista financeiro, o banco projeta uma forte geração de Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) de US$ 2,1 bilhões para a empresa resultante da fusão em 2025, com uma forte geração de fluxo de caixa livre de US$ 1,1 bilhão no ano que vem.
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