O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A Moody’s deixa bem claro qual é o passo que precisamos satisfazer para o Brasil retomar o grau de investimento: responsabilidade fiscal
"Há metades que funcionam, por exemplo,
as meias porções nos restaurantes.
Mas há outras metades que são o maior desastre,
como um cirurgião que interrompe a operação ao meio”.
- Afonso Cruz
As conversas de Lula e Haddad com as agências de risco durante o evento da ONU se mostraram parcialmente frutíferas.
Como primeiro resultado, a Moody's elevou a nota de crédito brasileira, e agora estamos a apenas um passo do grau de investimento.
Embora seja uma boa notícia, alegrando o pregão de hoje, o mercado não comemorou com particular euforia, e nós também não.
Nas palavras do meu amigo Felipe Miranda, "isso diz mais sobre as agências de rating do que sobre o Brasil". É verdade.
Ainda assim, precisamos investigar um pouco mais as nuances que permeiam o acontecimento, pois elas podem ocultar um viés positivo, ainda que improvável.
Leia Também
De fato, o argumento técnico da Moody’s tem sua razão de ser.
Nos últimos tempos, colecionamos avanços materiais no perfil de crédito, incluindo um crescimento de PIB mais robusto do que o anteriormente estimado e um histórico crescente de reformas.
Metade do caminho foi trilhada.
No entanto, a outra metade parece bem mais desafiadora: equilibrar o fiscal e estabilizar a trajetória dívida/PIB - ambos pontos destacados como abaixo do esperado pela agência.
Ironicamente, é nessa lacuna que se esconde a melhor parte da história diante de nós; uma história que pode ou não se materializar.
O anúncio da Moody’s deixa bem claro qual é o "N + 1" que precisamos satisfazer para retomar o grau de investimento: responsabilidade fiscal.
Se, e somente se.
Supondo que Lula valoriza o grau de investimento e sonha em conquistá-lo no mandato atual, alguma mudança de postura teria que ocorrer em relação ao controle e/ou desvinculação dos gastos públicos.
Ainda mais sob o risco de fazer a primeira metade da lição de casa, e entregar a segunda metade no colo do presidente Tarcísio, conferindo a ele o feliz anúncio do grau de investimento, que ou você tem ou você não tem.
Enfim, permanecemos largamente céticos em relação ao ajuste fiscal por aqui, mas um pouquinho menos céticos depois dessa instigante cenoura que a Moody's ofereceu a Lula e a Haddad.
Confira qual é o investimento que pode proteger a carteira de choques cada vez mais comuns no petróleo, com o acirramento das tensões globais
Fundo oferece exposição direta às principais empresas brasileiras ligadas ao setor de commodities, permitindo ao investidor, em um único ativo listado em bolsa, acessar uma carteira diversificada de companhias exportadoras e geradoras de caixa
Conheça a história da Gelato Borelli, com faturamento de R$ 500 milhões por ano e 240 lojas no país
Existem muitos “segredos” que eu gostaria de sair contando por aí, especialmente para quem está começando uma nova fase da vida, como a chegada de um filho
Cerveja alemã passa a ser produzida no Brasil, mas mantém a tradição
Reinvestir os dividendos recebidos pode dobrar o seu patrimônio ao longo do tempo. Mas cuidado, essa estratégia não serve para qualquer empresa
Antes de sair reinvestindo dividendos de qualquer ação, é importante esclarecer que a estratégia de reinvestimento só deve ser aplicada em teses com boas perspectivas de retorno
Saiba como analisar as classificações de risco das agências de rating diante de tantas empresas em dificuldades e fazer as melhores escolhas com o seu dinheiro
Em meio a ruídos geopolíticos e fiscais, uma provocação: e se o maior risco ainda nem estiver no radar do mercado?
A fintech Nubank tem desenvolvido sua operação de telefonia, que já está aparecendo nos números do setor; entenda também o que esperar dos mercados hoje, após o anúncio de cessar-fogo na guerra do Oriente Médio
Sem previsibilidade na economia, é difícil saber quais os próximos passos do Banco Central, que mal começou um ciclo de cortes da Selic
Há risco de pressão adicional sobre as contas públicas brasileiras, aumento das expectativas de inflação e maior dificuldade no cumprimento das metas fiscais
O TRX Real Estate (TRXF11) é o FII de destaque para investir em abril; veja por que a diversificação deste fundo de tijolo é o seu grande trunfo
Por que uma cultura organizacional forte é um ativo de longo prazo — para empresas e carreiras
Axia Energia (AXIA6) e Copel (CPLE3) disputam o topo do pódio das mais citadas por bancos e corretoras; entenda quais as vantagens de ter esses papéis na carteira
Com inflação no radar e guerra no pano de fundo, veja como os próximos dados do mercado de trabalho podem influenciar o rumo da Selic
A fabricante de sementes está saindo de uma fase de expansão intensa para aumentar a rentabilidade do seu negócio. Confira os planos da companhia
Entenda como o prolongamento da guerra pode alterar de forma permanente os mercados, e o que mais deve afetar a bolsa de valores hoje
Curiosamente, EUA e Israel enfrentam ciclos eleitorais neste ano, mas o impacto político do conflito se manifesta de forma bastante distinta
O Brasil pode voltar a aumentar os juros ou viver um ciclo de cortes menor do que o esperado? Veja o que pode acontecer com a taxa Selic daqui para a frente