🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

O que precisa acontecer para o dólar parar de subir — e diminuir a pressão sobre a inflação e os juros

O aguardado início de um ciclo de corte de juros pelo Fed tende a mudar a dinâmica das ações e do dólar nos mercados globais

13 de agosto de 2024
7:01 - atualizado às 13:04
Dólar x Real qual será o preço da moeda norte-americana no futuro
Imagem: Montagem Seu Dinheiro

Nas últimas semanas, o mercado cambial brasileiro tem passado por flutuações significativas. O dólar, que já vinha em uma trajetória de alta, alcançou níveis próximos a R$ 5,70 entre junho e julho e, na última segunda-feira, superou a marca de R$ 5,80.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Esse cenário sugere um possível ressurgimento de pressões inflacionárias, dado que o Brasil é um grande importador de bens de consumo. Um dólar elevado por um período prolongado pode resultar em uma inflação mais alta e persistente no país.

Isso é especialmente preocupante após o IPCA de julho atingir o teto de 4,5% na comparação anual.

O índice para o mês superou as expectativas, alcançando 0,35%, e nos coloca à beira de ultrapassar o limite máximo da meta de inflação, considerando que o índice de agosto do ano passado foi de apenas 0,22%.

Há quem defenda alta dos juros com base apenas nisso

Acontece que alguns agentes de mercado defendem um aumento da taxa Selic com base justamente na expectativa de que o real continue depreciado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No entanto, com o Federal Reserve sinalizando possíveis cortes nas taxas de juros, essa perspectiva se torna menos clara.

Leia Também

Observe que o real se recuperou em relação ao dólar após a turbulência da última segunda-feira, o que sugere uma possível estabilização.

Por isso, mantenho a previsão de que a Selic permanecerá no patamar atual, mesmo que os mercados futuros indiquem uma possível elevação.

Até que ponto o Fed cortará os juros

No cenário internacional, algumas projeções sugerem dois cortes consecutivos de 50 pontos-base nas próximas reuniões do Fed, em setembro e novembro.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Esses cortes seriam justificados pela deterioração do mercado de trabalho e pela inflação relativamente controlada nos EUA, sugerindo uma rápida redução dos juros para 3,25%, equivalente a um juro real de 1%.

Pessoalmente, questiono a necessidade de medidas tão drásticas, pois elas poderiam enviar um sinal alarmante para a economia global.

Como discutimos anteriormente, o recente aumento na aversão ao risco foi impulsionado pelo temor de uma recessão nos EUA.

Portanto, cortes de juros excessivos ou desnecessários poderiam, em tese, intensificar as preocupações (sinal de desespero) em vez de proporcionar alívio.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Não acredito em uma recessão nos EUA, uma perspectiva que é corroborada pelo recente relatório de pedidos de auxílio-desemprego.

Ao mesmo tempo, considero improvável que posturas conservadoras, como a de Michelle Bowman, membro do conselho do Federal Reserve, que defende a manutenção das taxas de juros, se mantenham inalteradas nos próximos meses, especialmente à luz dos novos dados econômicos que estão por vir.

O impacto da inflação nos EUA

A inflação desta semana, por exemplo, será um fator crucial nesse cenário.

Espera-se que o Índice de Preços ao Consumidor (CPI) de julho registre um aumento de 3% em relação ao mesmo período do ano anterior e 0,2% em relação ao mês anterior.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Esse aumento anual de 3% está em linha com o observado em junho, enquanto o crescimento mensal contrasta com a queda de 0,1% registrada no mês anterior. Excluindo os preços de alimentos e combustíveis, a inflação anual deve alcançar 3,2%.

Jackson Hole vem aí

Além do CPI de julho, que caso venha abaixo do esperado ajudaria o real, outro evento significativo que se aproxima é o Simpósio de Jackson Hole, marcado para o final de agosto, pouco antes da reunião do Fed em setembro, onde se espera um possível corte de juros.

Este simpósio será uma oportunidade essencial para compreender melhor as perspectivas dos principais dirigentes da política monetária global.

Em relação a esse cenário, além das minhas avaliações, comentários de peso, como os de Louis Gave, da Gavekal, apontam para uma probabilidade crescente de que o Fed corte sua taxa básica de juros, o que poderia resultar em uma desvalorização do dólar frente às principais moedas globais. Caso esse corte de juros se concretize nos EUA, pode não ser necessário elevar as taxas de juros no Brasil.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

BC pode segurar o real frente ao dólar só no papo

A manutenção da Selic em 10,50% ao ano, acompanhada de um discurso firme por parte do Banco Central, poderia ser suficiente para garantir resultados positivos com o real, como observado recentemente.

Em outras palavras, à medida que o dólar enfraquece, outras economias poderiam assumir a liderança no crescimento global, e outros mercados poderiam impulsionar um novo ciclo de alta.

Assim como o estouro da bolha das pontocom entre 2000 e 2001 não representou o fim, mas sim uma transição, o término do mercado em alta nas bolsas norte-americanas e uma possível desaceleração do PIB dos EUA não devem ser encarados como catastróficos.

Pelo contrário, podem abrir caminho para novas oportunidades. Esse cenário nos leva de volta à questão da rotação setorial.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Esse movimento tem realocado investimentos, antes concentrados nas grandes empresas de tecnologia, para setores menos valorizados, como as "small caps", motivado, em parte, pelo aumento do pessimismo em relação aos elevados custos associados ao desenvolvimento de tecnologias de inteligência artificial.

A "tempestade perfeita" que se formou na semana passada, impulsionada por temores de recessão, resultados corporativos aquém do esperado no setor de tecnologia, uma excessiva concentração de capital em poucas empresas e o fim do financiamento a juro zero proporcionado pelo iene, intensificou ainda mais a correção nos mercados.

Queda dos juros lá fora pode segurar o dólar e ajudar ativos brasileiros

Desde julho de 2021, os principais desafios para os ativos de risco no Brasil têm sido as elevadas taxas de juros internacionais e o foco quase exclusivo na inteligência artificial, setor em que o Brasil tem pouca participação.

Com a queda dos juros nos Estados Unidos, aumenta o interesse por mercados periféricos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Essa mudança no panorama econômico traz boas perspectivas para o real.

No Brasil, os prêmios de risco estão elevados, muitos ativos encontram-se subvalorizados e o mercado antecipa um aperto específico nas condições monetárias.

Com isso, espera-se que o segundo semestre deste ano apresente dinâmicas consideravelmente distintas das observadas na primeira metade.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
SEU DINHEIRO LIFESTYLE

Carnaval abaixo de 0 ºC: os horários e os atletas que representam o Brasil nos Jogos Olímpicos de Inverno

7 de fevereiro de 2026 - 9:02

Mudaram as estações e, do pré-Carnaval brasileiro, miramos nosso foco nas baixas temperaturas dos Alpes italianos, que recebem os Jogos Olímpicos de Inverno

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Cuidado com o ouro de tolo ao escolher ações; acompanhe a reação ao balanço do Bradesco (BBDC4) e o que mais move a bolsa

6 de fevereiro de 2026 - 8:45

Veja como distinguir quais ações valem o seu investimento; investidores também reagem a novos resultados de empresas e dados macroeconômicos

SEXTOU COM O RUY

O “lixo” não subiu: empresas pagadoras de dividendos e com pouca dívida devem seguir ditando o ritmo na bolsa

6 de fevereiro de 2026 - 6:07

Olhamos para 2026 e não vemos um cenário assim tão favorável para companhias capengas. Os juros vão começar a cair, é verdade, mas ainda devem permanecer em níveis bastante restritivos para as empresas em dificuldades.

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

A difícil escolha entre dois FIIs de destaque, e o que esperar dos resultados de empresas e da bolsa hoje

5 de fevereiro de 2026 - 8:33

As principais corretoras do país estão divididas entre um fundo de papel e um de tijolo; confira os campeões do FII do Mês

EXILE ON WALL STREET

Rodolfo Amstalden: Bolsa e o trade eleitoral — by the way, buy the whey

4 de fevereiro de 2026 - 20:00

Investir não é sobre prever o futuro político, mas sobre manter a humildade quando o fluxo atropela os fundamentos. O que o ‘Kit Brasil’ e um pote de whey protein têm em comum?

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Queda no valor da Direcional (DIRR3) é oportunidade para investir, e Santander tem lucro acima do esperado 

4 de fevereiro de 2026 - 8:38

Saiba por que a Direcional é a ação mais recomendada para sua carteira em fevereiro e o que mais move as bolsas hoje

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

O bloco dos bancos abre o Carnaval das empresas abertas: qual terá a melhor marchinha?

3 de fevereiro de 2026 - 8:36

Mercado também reage a indicação para o Fed, ata do Copom e dados dos EUA; veja o que você precisa saber antes de investir hoje

INSIGHTS ASSIMÉTRICOS

O efeito Warsh: reação à escolha de Trump é um ajuste técnico ou inflexão estrutural?

3 de fevereiro de 2026 - 7:48

Após um rali bastante intenso, especialmente nos metais preciosos, a dinâmica passou a ser dominada por excesso de fluxo e alavancagem, resultando em uma correção rápida e contundente

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

O custo e os benefícios do fim da escala 6×1 para as PMEs, e os dados mais importantes para os investidores hoje

2 de fevereiro de 2026 - 8:42

As PMEs serão as mais impactadas com uma eventual mudança no limite de horas de trabalho; veja como se preparar

DÉCIMO ANDAR

Alinhamento dos astros: um janeiro histórico para investidores locais. Ainda existem oportunidades na mesa para os FIIs?

1 de fevereiro de 2026 - 8:00

Mesmo tendo mais apelo entre os investidores pessoas físicas, os fundos imobiliários (FIIs) também se beneficiaram do fluxo estrangeiro para a bolsa em janeiro; saiba o que esperar agora

SEU DINHEIRO LIFESTYLE

Hora da colheita: a boa temporada dos vinhos brasileiros que superam expectativas dentro e fora do país

31 de janeiro de 2026 - 9:01

Numa segunda-feira qualquer em dezembro, taças ao alto brindam em Paris. Estamos no 9º arrondissement das Galerias Lafayette, a poucas quadras do Palais Garnier. A terra do luxo, o templo do vinho. Mas, por lá, o assunto na boca de todos é o Brasil. Literalmente. O encontro marcou o start do recém-criado projeto Vin du Brésil, iniciativa que […]

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Veja como escolher ações para surfar na onda do Ibovespa, e o que mais afeta os mercados hoje

30 de janeiro de 2026 - 8:54

Expansão de famosa rede de pizzarias e anúncio de Trump também são destaque entre os investidores brasileiros

SEXTOU COM O RUY

Próxima parada: Brasil. Por que o fluxo de dinheiro gringo pode fazer o Ibovespa subir ainda mais este ano

30 de janeiro de 2026 - 7:11

O estrangeiro está cada vez mais sedento pelos ativos brasileiros, e o fluxo que tanto atrapalhou o Ibovespa no passado pode finalmente se tornar uma fonte propulsora

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

A mudança de FIIs para fiagros que pode impulsionar dividendos, a reação aos juros e o que mais você precisa saber hoje

29 de janeiro de 2026 - 8:38

Veja por que o BTG Pactual está transformando FIIs em fiagros, e qual a vantagem para o seu bolso; a bolsa brasileira também irá reagir após o recorde de ontem na Super Quarta e a dados dos EUA

EXILE ON WALL STREET

Rodolfo Amstalden: Prepare-se para um corte da Selic ainda hoje

28 de janeiro de 2026 - 15:03

Por isso, deveríamos estar preparados para um corte da Selic nesta SuperQuarta — o que, obviamente, é muito diferente de contar com isso

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

BC não tem pressa, bolsa dispara e dólar afunda: veja o que move os mercados hoje

28 de janeiro de 2026 - 8:32

Tony Volpon, ex-diretor do Banco Central, explica por que a Selic não deve começar a cair hoje; confira a entrevista ao Seu Dinheiro

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

A mensagem que pode frear o foguete do Ibovespa, mais tarifas de Trump e o que mais os investidores precisam saber hoje

27 de janeiro de 2026 - 8:23

A primeira Super Quarta do ano promete testar o fôlego da bolsa brasileira, que vem quebrando recordes de alta. Alianças comerciais e tarifas dos EUA também mexem com os mercados hoje

INSIGHTS ASSIMÉTRICOS

Super Quarta sob os holofotes: juros parados, expectativas em movimento

27 de janeiro de 2026 - 7:08

A expectativa é de que o Copom mantenha a Selic inalterada, mas seja mais flexível na comunicação. Nos EUA, a coletiva de Jerome Powell deve dar o tom dos próximos passos do Fed.

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Os investimentos na tabela periódica, tensões geopolíticas e tarifas contra o Canadá: veja o que move os mercados hoje

26 de janeiro de 2026 - 8:28

Metais preciosos e industriais ganham força com IA, carros elétricos e tensões geopolíticas — mas exigem cautela dos investidores

SEU DINHEIRO LIFESTYLE

O corre de R$ 1 bilhão: entre a rua e a academia premium, como a imensa popularidade das corridas impacta você

24 de janeiro de 2026 - 9:02

Sua primeira maratona e a academia com mensalidades a R$ 3.500 foram os destaques do Seu Dinheiro Lifestyle essa semana

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar