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Além da Petrobras, dos Correios e das loterias, também bombou no SD a notícia sobre o rombo bilionário deixado pelas teles para o governo

Informações sobre a Petrobras (PETR4), os Correios e as loterias dominaram a atenção dos leitores do Seu Dinheiro no decorrer da última semana.
Também chamou a atenção a história sobre como as operadoras de telefonia celular deram um desfalque de R$ 12 bilhões nos cofres públicos e ainda levaram a União à Justiça.
Confira a seguir as notícias mais lidas do Seu Dinheiro de domingo passado para cá.
Um processo judicial que se arrasta desde o começo da pandemia gerou um desfalque de R$ 11,689 bilhões aos cofres públicos.
O valor se refere ao que as operadoras de celular deixaram de pagar para o Fundo de Fiscalização das Telecomunicações (Fistel) entre 2020 e 2024.
Criado pela lei 5.070, de 1966, o Fistel tem por objetivo cobrir as despesas com a fiscalização dos serviços de telecomunicações.
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Os recursos recolhidos vão para o Tesouro Nacional, que repassa uma parte para compor o orçamento da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).
Em abril de 2020, para minimizar os impactos da crise de covid, o governo de Jair Bolsonaro editou a Medida Provisória (MP) 952, que autorizou as teles a postergarem o recolhimento do fundo setorial.
Mesmo após a MP expirar, as empresas não voltaram a pagar. Agora as teles recorreram, argumentando que o valor arrecadado pelo Fistel é muitas vezes superior ao que é, de fato, utilizado na fiscalização do setor, e, portanto, defenderam o corte definitivo da cobrança.
Lidar com gente teimosa é complicado. Quando o assunto é loteria, porém, qualquer denotação negativa da teimosia cai por terra diante de um acerto. É o que aconteceu com um dos ganhadores do concurso 3057 da Lotofácil, que fez dois novos milionários de ontem para a hoje.
Os Correios vão receber uma quantia bilionária: US$ 4 bilhões do Novo Banco de Desenvolvimento (NDB, na sigla em inglês), também conhecido como Banco do Brics, comandado pela ex-presidente Dilma Rousseff.
Os recursos foram autorizados pela Comissão de Financiamentos Externos (Cofiex) do Ministério do Planejamento, que deu luz à preparação de novos programas bancados por empréstimos com bancos internacionais.
As autorizações foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU), mas as operações precisam ser aprovadas pelo Senado para contarem com garantias da União.
Há algumas semanas, a Petrobras (PETR4) viu suas ações desabarem cerca de 10% em um dia, após a divulgação dos resultados do quarto trimestre de 2023 — apesar de um resultado sólido.
Mas o real motivo da queda não foram os números do balanço e sim o silêncio da petroleira sobre um tema que vem ligando o radar do mercado há tempos.
A questão é que a estatal decidiu segurar mais de R$ 40 bilhões ao invés de distribuir aos acionistas como dividendos extraordinários.
Mas o ponto é: não foi exatamente isso que colocou uma baita pulga atrás da orelha dos investidores sobre a Petrobras.
Confira aqui o real motivo por trás da queda.
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