O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Alguns fatores parecem ter pesado no humor, como os velhos riscos fiscais que voltaram aos holofotes e o bloqueio da plataforma X
O mercado fechou o mês de agosto festejando os recordes seguidos do Ibovespa e a ótima valorização no mês de agosto. Mas você já sabe o que costuma acontecer quando exageramos na comemoração, não é? Caco que o diga…

Setembro chegou e com ele também veio uma ressaca danada, com o mercado voltando a se lembrar que ainda existem riscos no horizonte, mesmo depois de um mês de bons ganhos para os ativos de risco.
Alguns fatores parecem ter pesado no humor. Para começar, os velhos riscos fiscais voltaram aos holofotes.
O governo divulgou o Orçamento para 2025 e precisará de mais de R$ 150 bilhões de receitas extraordinárias para conseguir fechar o ano com um déficit zero, o que soa bastante otimista aos olhos do mercado e aumenta a desconfiança com o cumprimento da meta.
Outro episódio que pesou no sentimento foi o bloqueio da plataforma X, o antigo Twitter. Sem entrar nas questões jurídicas, aos olhos do investidor estrangeiro, que está longe e não tem muita familiaridade de como as coisas funcionam por aqui, a decisão ajuda a trazer um pouco de insegurança, e em alguns casos pode até forçar algumas retiradas, justamente quando o fluxo de dinheiro estrangeiro parecia começar a querer engrenar por aqui, com o segundo mês consecutivo de aportes gringos positivos.
Fonte: BTG Pactual. Elaboração: Seu Dinheiro.
Leia Também
Outro fator que começou a pesar é a provável alta da Selic para conter as expectativas de inflação e o dólar, em um momento de transição no Banco Central do Brasil que também traz mais receios.
Mas será que esses são realmente motivos para você vender suas ações?
É verdade que o clima piorou, mas é importante lembrar que há um fator técnico importante também, já que depois de dois meses de altas intensas, o Ibovespa realmente parece esticado, e isso acaba pesando um pouco.
Isso porque, apesar de ainda estar barato, essas altas tão rápidas acabam deixando os investidores mais inclinados a recalibrarem seus portfólios e realizarem parte dos lucros, ou seja, vender um pouco do que subiu e comprar um pouco do que ficou para trás.
Às vezes, os gestores e investidores só precisam de um "empurrãozinho" para tomar essa decisão, e qualquer notícia ruim vira a desculpa perfeita para isso.
Apesar dos ruídos, ao menos por enquanto nenhum desses fatores realmente parece mudar drasticamente a perspectiva. O Orçamento para 2025 é o que mais preocupa, mas o Congresso já deu sinais de que será difícil aumentar impostos, o que deve forçar o governo a rever os gastos.
Com relação à Selic, as altas devem ser graduais e não vão afetar muito os resultados corporativos que, é bom lembrar, já mostraram grande evolução no 2T24.
É verdade que o Ibovespa continua esticado e os ruídos de curto prazo atrapalham. Mas pensando num prazo maior, lembramos que o índice segue barato e que as empresas brasileiras voltaram a apresentar resultados interessantes.
Além disso, o mês de setembro provavelmente marcará o primeiro corte dos juros nos Estados Unidos desde março de 2020, o que normalmente costuma ser um vento de cauda para ativos de riscos.
A depender dos discursos dos Bancos Centrais na próxima Super Quarta (dia 18), dados inflacionários comportados e, quem sabe, uma revisão de gastos pelo governo brasileiro, o mercado pode esquecer rapidamente a enxaqueca e voltar para mais uma farra daquelas, o que certamente faria esses ativos recomendados por Felipe Miranda se valorizarem bastante – caso queira conferir, o acesso à lista de ações é gratuito.
Se for o caso e o mercado realmente engatar uma nova pernada de valorização, aproveite mas sempre com moderação e sem esquecer de colocar algum lucro no bolso, já que depois da farra sempre vem alguma ressaca.
Um grande abraço e até a próxima.
Ruy
Além de elevar o risco institucional percebido nos Estados Unidos, as pressões do governo Trump adicionam incertezas sobre o mercado
Investidores também aguardam dados sobre a economia brasileira e acompanham as investidas do presidente norte-americano em outros países
A relação das big techs com as empresas de jornalismo é um ponto-chave para a nascente indústria de inteligência artificial
Após uma semana de tensão geopolítica e volatilidade nos mercados, sinais de alívio surgem: petróleo e payroll estão no radar dos investidores
No atual cenário, 2 milhões de barris extras por dia na oferta global exerceriam uma pressão para baixo nos preços de petróleo, mas algumas considerações precisam ser feitas — e podem ajudar a Petrobras
Descubra oito empresas que podem ganhar com a reconstrução da Venezuela; veja o que mais move o tabuleiro político e os mercados
O jogo político de 2026 vai além de Lula e Bolsonaro; entenda como o trade eleitoral redefine papéis e cenários
Veja por que companhias brasileiras estão interessadas em abrir capital nos Estados Unidos e o que mais move os mercados hoje
As expectativas do norte-americano Rubio para a presidente venezuelana interina são claras, da reformulação da indústria petrolífera ao realinhamento geopolítico
Assim como na última temporada de Stranger Things, encontrar a abertura certa pode fazer toda a diferença; veja o FII que ainda é uma oportunidade e é o mais recomendado por especialistas
Crise na Venezuela e captura de Maduro expõem a fragilidade da ordem mundial pós-1945, com EUA e China disputando influência na América Latina
A construtora Direcional (DIRR3) recebeu três recomendações e é a ação mais indicada para investir em janeiro; acompanhe também os efeitos do ataque no preço da commodity
O ano novo bate mais uma vez à porta. E qual foi o saldo das metas? E a lista de desejos para o ano vindouro?
China irá taxar importação de carne, o que pode afetar as exportações brasileiras, mercado aguarda divulgação de dados dos EUA, e o que mais você precisa saber para começar o ano bem-informado
Da Cogna (COGN3) , que disparou quase 240%, à Raízen (RAIZ4), que perdeu 64% do seu valor, veja as maiores altas e piores quedas do Ibovespa no ano de 2025
Conheça a história da Ana Fontes, fundadora da Rede Mulher Empreendedora (RME) e do Instituto Rede Mulher Empreendedora (IRME), e quais são seus planos para ajudar ainda mais mulheres
A definição de “surpresa”, neste escopo, se refere a um evento para o qual o consenso de mercado atribui uma probabilidade igual ou inferior a 33%, enquanto, na nossa opinião, ele goza de uma chance superior a 50% de ocorrência
Itaú Unibanco (ITUB4) manteve-se na liderança, e o Banco do Brasil (BBAS3). Veja como se saíram também Bradesco (BBDC4) e Santander Brasil (SANB11)
Mesmo em um cenário adverso, não surpreende que o segmento em destaque tenha encerrado 2025 como o segundo que mais se valorizou dentro do universo de FIIs
Em um ano em que os “grandes times”, como o bitcoin e o ethereum, decepcionaram, foram os “Mirassóis” que fizeram a alegria dos investidores