🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Larissa Vitória

Larissa Vitória

É repórter do Seu Dinheiro. Formada em jornalismo na Universidade de São Paulo (ECA-USP), já passou pelo portal SpaceMoney e pelo departamento de imprensa do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT).

REPORTAGEM ESPECIAL

Onde Investir 2024: Sempre na moda, imóveis ganham impulso com Minha Casa Minha Vida, e dois segmentos de fundos imobiliários devem brilhar na B3

Investir na categoria é como comprar uma calça jeans de qualidade ou uma camisa branca bem cortada, por exemplo: novas tendências financeiras irão surgir e cair no gosto popular a cada estação, mas os clássicos nunca saem de moda

Larissa Vitória
Larissa Vitória
10 de janeiro de 2024
6:17 - atualizado às 16:14
Atleta montada em cavalo com as palavras "FIIs e Imóveis Onde Investir em 2024!
Imagem: Montagem Andrei Morais, Envato

Sai ano, entra ano e uma coisa não muda quando se trata dos investimentos preferidos dos brasileiros: os imóveis estão sempre na lista.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Investir na categoria é como comprar uma calça jeans de qualidade ou uma camisa branca bem cortada, por exemplo. Novas tendências financeiras irão surgir e cair no gosto popular a cada estação, mas os clássicos nunca saem de moda.

As semelhanças entre a moda das passarelas e dos investimentos não terminam por aí: ainda seguindo o exemplo dos jeans, a “roupagem” dos produtos financeiros também muda e pode entrar e sair de moda ao longo do tempo.

Assim como você pode usar uma calça de modelagem reta, pantalona ou skinny, é possível investir em imóveis comprando diretamente propriedades ou por meio de ações de companhias do setor e fundos imobiliários listados na bolsa.

Mas até mesmo as peças clássicas passam por momentos em que ficam esquecidas no armário. Nos últimos anos, com a taxa básica de juros (Selic) nas alturas, os imóveis sofreram na competição com os investimentos de renda fixa.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Esse cenário já começou a mudar, como mostra a alta de 15,5% do IFIX, o principal índice de fundos imobiliários da B3 em 2023. Com a valorização das cotas, os gestores captaram bilhões de reais para fazer novos investimentos, o que deve aquecer ainda mais o mercado.

Leia Também

Mas, assim como não basta apenas escolher uma peça de roupa clássica para estar bem-vestido, e sim considerar também a ocasião e o ambiente onde ela será usada, é preciso estudar o cenário e as perspectivas para os imóveis antes de decidir quais devem fazer parte do seu portfólio.

Para ajudar você nessa tarefa e revelar onde estão as melhores oportunidades em 2024, consultamos quatro especialistas do setor — Alberto Ajzental, professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Bruno Greve, sócio e diretor da área de Real Estate Private Equity na HSI, Caio Araújo, analista da Empiricus, e Paula Casarini, CEO da Colliers Brasil — e você confere abaixo quais são suas “dicas de moda” para a carteira de imóveis em 2024.

Esta matéria faz parte de uma série especial do Seu Dinheiro sobre onde investir em 2024. Eis a lista completa:

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O que esperar da construção civil?

Para Alberto Ajzental, da FGV, mesmo com a manutenção no ciclo de queda dos juros, 2024 começa com um ritmo mais fraco para a construção civil.

Os dados consolidados do ano passado ainda não estão disponíveis, mas vale lembrar que o Produto Interno Bruto (PIB) do setor frustrou as expectativas e registrou queda de 3,8% no terceiro trimestre, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O movimento “morno” é herança da situação do setor no final do ano passado — que, com exceção de segmentos que movimentaram muito capital, especialmente os shoppings, caminhou lentamente — e também do próprio ritmo de cortes na taxa Selic.

Os juros afetam os imóveis de duas formas principais: se estão muito altos, encarecem a tomada de capital com bancos e no mercado financeiro, algo essencial em um setor com um ciclo longo de projetos, além de elevarem os custos dos financiamentos para os consumidores, afetando a demanda.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Por isso, quanto mais baixas as taxas, mais aquecido o setor. A Selic recuou dois pontos percentuais ao longo de 2023, fechando o ano no patamar de 11,75% ao ano. Para 2024, a projeção da última edição do Boletim Focus é que ela desça a 9%, enquanto a estimativa para 2025 é de 8,5% ao ano.

De acordo com Ana Maria Castelo, coordenadora de Projetos da Construção do FGV/Ibre, o resultado do terceiro trimestre do ano passado reflete ainda a queda no consumo das famílias e também um atraso nos ajustes do Minha Casa Minha Vida (MCMV), que vieram “com certa demora ante às expectativas” do mercado.

Agora, porém, com as mudanças no programa habitacional do governo federal já incorporadas ao mercado e prontas para injetarem recursos nas construtoras focadas em imóveis para baixa renda, a FGV espera que o indicador avance 2,9% em 2024.

Um dos impulsionadores dessa performance deve ser o mercado residencial, e não só por conta do MCMV. “A demanda do comprador aumenta muito no cenário de queda de juros, tanto para quem já tem o dinheiro guardado e hoje investido em renda fixa, quanto para o comprador que precisa de financiamento imobiliário e terá um juro mais barato vindo do banco”, afirma Bruno Greve, da HSI.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Imóveis para investir em São Paulo em 2024

Portanto, o momento pode ser bom para quem gosta de investir na compra de propriedades para locação ou revenda. Mas é preciso escolher bem o segmento do imóvel — e vale destacar que as perspectivas dizem respeito ao mercado imobiliário da cidade de São Paulo.

“O mercado de três a quatro dormitórios sempre vai bem”, indica Paula Casarini. A CEO da Colliers Brasil complementa ainda com a informação de que apartamentos e casas localizados em condomínios do tipo clube — que contam com espaços de lazer diferenciados e oferta de comodidades extras para os moradores — seguem sendo uma tendência para 2024.

Caminhando para outros patamares de renda, Casarini observa que ainda há também uma grande expansão de apartamentos pequenos ou do tipo studio localizados em eixos de transporte público.

Para quem aposta nesse segmento, Ajzental, da FGV, dá uma dica para escolher a localização certa: buscar regiões onde já há núcleos de construções em andamento e entregas por parte de grandes construtoras.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Esse movimento é até um pouco tautológico porque é baseado nele próprio, como se fosse uma profecia autorrealizável, mas você pode usar o olhar das próprias incorporadoras, que são especialistas no mercado, para entender onde estão os vetores de crescimento.”

O professor afirma ainda que, seguindo essa estratégia, é difícil errar até no tipo de produto para comprar e que preço praticar na locação ou revenda, pois as companhias trabalham sempre com valores similares nas mesmas regiões e condições de imóveis.

O especialista recomenda, no entanto, atenção aos riscos de superoferta em regiões com muitos apartamentos vazios e para entrega. “Nesse caso pode demorar de dois a três anos para a oferta ser absorvida, o que torna o momento bom para comprar, mas sem sustentação de preço para locação e revenda.”

TOUROS E URSOS - Haddad, Bitcoin, Petrobras e ChatGPT... Elegemos os melhores do ano (Milei e Barbie perderam) — aqui está o ranking

Shoppings são uma das apostas dos especialistas em imóveis para a bolsa

Já para quem prefere montar uma carteira de imóveis via bolsa de valores — o que torna o investimento mais acessível, pois o aporte inicial é bem menor, e menos burocrático —, os especialistas citam duas apostas para o ano.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A primeira são os shoppings, cuja preferência não é novidade dentro da indústria. “São dois anos seguidos como destaque na bolsa e fora dela por questão de retomada operacional pós-pandemia, com os horários voltando ao normal e o fluxo se aproximando dos patamares de 2019”, afirma Caio Araújo, da Empiricus.

Além da melhora nos indicadores, a Allos (ALOS3) — maior administradora de shoppings da América Latina que surgiu no ano passado após a conclusão da fusão de brMalls e Aliansce Sonae — e outras companhias movimentaram o segmento com uma série de contratos para venda de ativos.

Os fundos imobiliários de shoppings ocuparam a ponta compradora de boa parte dessas operações e expandiram os portfólios. Para financiar as aquisições, os FIIs promoveram emissões de cotas que captaram bilhões no mercado secundário e atraíram novos cotistas para as bases.

Além disso, os fundos imobiliários de shopping terminaram o ano com uma valorização de mais de 31% na B3, a maior da indústria segundo dados do índice setorial estruturado pelo Trix, plataforma da gestora TRX Investimentos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para efeitos de comparação, o segundo colocado, varejo, subiu 26% em 2023, enquanto o IFIX, índice de referência dos fundos imobiliários da B3, avançou 15,5%.

“A HSI participou desse processo comprando dois shoppings recentemente, um no nosso FII e outro no nosso fundo de private equity. E acredito que essa tendência de venda vai continuar, pois é natural que as empresas listadas queiram enxugar um pouco o portfólio e que os FIIs estejam ainda mais ativos com o juro caindo”, afirma Bruno Greve, sócio da gestora.

Caio Araújo, da Empiricus, recomenda um ativo favorito dentro do segmento, o Vinci Shopping Centers (VISC11). Segundo ele, o FII é dono do portfólio “mais diversificado da bolsa” e tem perspectiva de geração de renda potencial “um pouco acima dos pares” graças a movimentos com capacidade de gerar valor feitos pela gestão, como a reciclagem da carteira.

Escritórios podem surpreender

Os fundos de escritório, por outro lado, tiveram uma performance muito mais modesta — com valorização de 13,27%, ficaram acima apenas do próprio IFIX e dos FIIs de papel no ranking de 2023, ainda segundo dados da Trix.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mas o analista da Empiricus acredita que as lajes corporativas podem surpreender neste ano. Araújo afirma que já é possível notar forte avanço dos aluguéis e contração de áreas vagas em algumas praças, especialmente nas regiões do Itaim Bibi, Faria Lima e Vila Olímpia, em São Paulo.

“Esse movimento tem provocado um escoamento de demanda de locação para outras áreas da cidade, como as da Paulista e Berrini, que foram alguns dos destaques do trimestre, por exemplo. Esse escoamento deve continuar e aí teremos uma melhora operacional como um todo para o setor”, avalia Araújo.

Considerando esse cenário, o analista cita um fundo imobiliário que deve ser beneficiado: o Rio Bravo Renda Corporativa (RCRB11). “Cerca de 95% do portfólio está posicionado em SP em praças como Paulista, JK, Berrini e o FII já teve uma redução importante de vacância, que tende a se refletir em aumento de rendimento neste ano.”

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
LAJE CORPORATIVA NA CARTEIRA

Com dividendos turbinados no radar, fundo imobiliário Tellus Properties (TEPP11) entra na mira do BTG Pactual

20 de fevereiro de 2026 - 17:01

Para o banco, a hora de comprar o FII é agora, e o motivo não são só os dividendos turbinados

CHEGOU NO LIMITE?

Porto Seguro (PSSA3) já deu o que tinha que dar? BBI corta recomendação para as ações e mostra outras mais atrativas

20 de fevereiro de 2026 - 16:59

O Bradesco BBI rebaixou recomendação da Porto Seguro para neutra, com a avaliação de que boa parte dos avanços já está no preço atual

‘AGITOS’ DO MERCADO IMOBILIÁRIO

RBVA11 vende agência do Santander, Carrefour vende lojas, BLMG11 recompra cotas e MFII11 lança novo projeto: o que mexe com os FIIs hoje

20 de fevereiro de 2026 - 12:41

Confira as principais movimentações do mercado de fundos imobiliários, que voltou do Carnaval “animado”

NEM SÓ PAPEL, NEM SÓ TIJOLO

O curinga dos fundos imobiliários: por que os FIIs multiestratégia podem ser um verdadeiro trunfo para os investidores em 2026

20 de fevereiro de 2026 - 6:03

Mais flexíveis, os fundos imobiliários desse segmento combinam proteção com potencial de valorização; veja onde estão as principais oportunidades, segundo especialistas

GIGANTE DO E-COMMERCE NO JOGO

Após novela com os Correios, fundo imobiliário TRBL11 dispara 12% com a locação de galpão logístico para a Shopee

19 de fevereiro de 2026 - 18:30

O galpão logístico que é protagonista de uma batalha com os Correios terá novo inquilino e o contrato prevê a redução da vacância do FII para 3,3%

MAIS DILUIÇÃO

Azul (AZUL53): depois de emitir mais 45 trilhões de ações para sair da RJ o quanto antes, aérea desaba 50% na bolsa; entenda

19 de fevereiro de 2026 - 17:53

Movimento faz parte da reta final da recuperação judicial nos EUA e impacta investidores com forte diluição

SUSTENTABILIDADE NA BOLSA

Investimento em ESG: C&A (CEAB3) e Allos (ALOS3) entram nas ações sustentáveis recomendadas pelo BTG em fevereiro

19 de fevereiro de 2026 - 15:40

As empresas substituíram os papéis da Cyrela (CYRE3) e Rede D’Or (RDOR3)

O GRUPAMENTO ESTÁ VALENDO

Simpar (SIMH3) corta pela metade ações em circulação e amplia teto para novas emissões; veja o que muda para o acionista

18 de fevereiro de 2026 - 15:21

A companhia promoveu um grupamento na proporção 2 por 1, sem alteração do capital social, mas outra aprovação também chamou atenção do mercado

PORTFÓLIO EM EXPANSÃO

TRXF11 adiciona mais um galpão logístico ao carrinho, que será ocupado por gigante do e-commerce

18 de fevereiro de 2026 - 11:06

Após a compra, o fundo passará a ter 114 imóveis em carteira, com presença em 17 estados e uma ABL de aproximadamente 1,2 milhão de metros quadrados

VOLATILIDADE NOS MERCADOS

De ressaca? O que esperar dos papéis da Vale (VALE3) e Petrobras (PETR3) hoje, depois de perderem valor em Wall Street no feriado

18 de fevereiro de 2026 - 10:48

ADRs da Vale e Petrobras antecipam dia de volatilidade enquanto mercados voltam do feriado; aversão a risco e queda do minério de ferro explicam quedas

SD ENTREVISTA

O gringo quer Brasil, mas começa pelo Ibovespa. A vez das small caps ainda deve chegar, mas não para todas; veja 10 ações para comprar

18 de fevereiro de 2026 - 6:10

Com fluxo estrangeiro concentrado no Ibovespa, as small caps também sobem no ano, mas ainda não brilham. Werner Roger, CIO da Trígono Investimentos, conta o que falta para isso

MERCADO DÁ ADEUS À FOLIA

Xô ressaca! O ajuste de contas entre o confete e a bolsa brasileira depois dos ganhos tímidos de Nova York

17 de fevereiro de 2026 - 18:24

Wall Street não parou nesta terça-feira (17), encerrando o pregão com alta modesta. Já na B3, o investidor troca a fantasia pelos gráficos e encara a ata do Fed em plena Quarta-feira de Cinzas.

ALTA TENSÃO

Todo mundo de olho na Petrobras (PETR4): petróleo fecha em queda com sinal de acordo entre Irã e EUA

17 de fevereiro de 2026 - 16:52

Embora um entendimento geral tenha sido alcançado nesta terça-feira (17), o Oriente Médio segue em alerta com trocas ameaças de ataque de Trump e o fechamento do Estreito de Ormuz

ALAVANCAGEM OCULTA

Ouro cai quase 3% em um dia com onda geopolítica mais calma. Mas só isso explica a baixa recente do metal precioso?

17 de fevereiro de 2026 - 16:27

Mudança na margem para ouro, prata e platina aceleraram a queda de preços dos metais; entenda o que mudou e como isso mexeu com as cotações

APOSTA MANTIDA

Portfólio robusto e dividendos previsíveis: este fundo imobiliário segue como compra para a XP

17 de fevereiro de 2026 - 13:07

Com baixa vacância, contratos longos e espaço para reciclagem de ativos, Patria Renda Urbana segue entre os preferidos da corretora

QUEM TEM MEDO DA IA

Como uma ex-fabricante de máquinas de karaokê derrubou o valor de empresas de transporte e logística em todo o mundo

17 de fevereiro de 2026 - 11:32

Um único relatório impulsionou o valor da empresa na bolsa em 30%, mas teve um efeito muito maior para outras companhias de logística

INOVAÇÕES

Novos lançamentos, mercado internacional: o que esperar do mercado de ETFs para este ano

16 de fevereiro de 2026 - 11:15

Ainda que 850 mil investidores seja um marco para a indústria de ETFs, ainda é um número pequeno na comparação com o número de 100 milhões de investidores na renda fixa e de 5,4 milhões na renda variável

CLIMA DE FOLIA?

Vai ter pregão na bolsa hoje? Veja o que funciona — e o que não — na B3 nesta semana de Carnaval

16 de fevereiro de 2026 - 9:52

Pregão ficará fechado por alguns dias e voltará em horário reduzido; Tesouro Direto também sofre alterações

FORA DO ÓBVIO

Energia nuclear, games, bilionários: conheça os ETFs mais curiosos da bolsa brasileira e veja como investir nessas tendências

16 de fevereiro de 2026 - 6:06

Há um leque de oportunidades no mundo dos ETFs, para diferentes tipos de investidores, do mais conservador ao mais agressivo

FUNDOS IMOBILIÁRIOS

FIIs disparam no início de 2026 e retornos chegam a 13% — fundos de papel se destacam entre os campeões

15 de fevereiro de 2026 - 13:05

Levantamento da Quantum Finance mostra que fundos de papel lideraram as altas de janeiro, com retornos que chegaram a ser seis vezes maiores que o do IFIX

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar