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Assembleia conjunta de sindicatos foi chamada para a segunda-feira; se paralisação for aprovada, greve na Eletrobras deve ter início em 3 de junho
Sindicatos dos empregados da Eletrobras (ELET3) marcaram para a próxima segunda-feira (27) uma Assembleia Geral Extraordinária (AGE) online conjunta para deliberar sobre a realização de uma greve a partir de 3 de junho por tempo indeterminado.
A assembleia reunirá trabalhadores da Eletrobras filiados a quatro diferentes sindicatos. São eles o Senge/RJ; o Sintergia/RJ; o Sinaerj e o Sindecon/RJ
A convocação da greve é uma resposta à proposta final da empresa sobre o Acordo Coletivo de Trabalho (ACT), divulgada na sexta-feira.
Em nota assinada pelo presidente do Sindicato dos Engenheiros do Rio de Janeiro (Senge/RJ), Olímpio Alves dos Santos, a categoria deverá entrar em estado de greve.
Se a paralisação for aprovada, ela deve culminar em uma greve por tempo indeterminado a partir de 3 de junho.
A Eletrobras recuou no corte de salários para empregados que ganham abaixo de R$ 16 mil, mas manteve os cortes individuais para quem ganha acima desse valor e não avançou no reajuste salarial, acenando com salários congelados por dois anos.
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Os benefícios recebidos pelos empregados - como auxílio creche, auxílio educação, 13 créditos de auxílio alimentação, entre outros -, foram mantidos, mas também não terão reajuste por dois anos.
A empresa, privatizada em junho de 2022, informou que haverá garantia no emprego até 30 de abril de 2025 para os admitidos antes de 17 de junho de 2022.
As indenizações não poderão ultrapassar o valor individual de R$ 400 mil, alertou a companhia em nota aos empregados na sexta-feira (24).
"A gestão do quadro de pessoal passará a ser feita de acordo com as necessidades da Eletrobras, mantendo sempre as premissas de segurança das nossas pessoas e ativos", informou o documento ao qual o Broadcast teve acesso.
Foram mantidas C&A (CEAB3), Brava Energia (BRAV3), Suzano (SUZB3), Plano&Plano (PLPL3), Smart Fit (SMFT3) e Intelbras (INTB3)
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