O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
E não foi só por aqui que o dólar perdeu força: em todo o planeta, a divisa teve forte queda após a divulgação de dados do mercado de trabalho norte-americano
Depois de uma disparada ao longo de abril, o dólar iniciou a primeira semana de maio em queda. A moeda norte-americana registrou um recuo de quase 1% nos últimos cinco dias e fechou abaixo de R$ 5,10 pela primeira vez em três semanas.
Boa parte das perdas foi acumulada na última sexta-feira (3), quando a divisa teve forte queda após a divulgação de dados do mercado de trabalho norte-americano e chegou a tocar os R$ 5,04 na mínima da sessão.
O dólar fechou o dia em queda de 0,85% e a R$ 5,0698, o valor mais baixo desde 9 de abril, quando registrou o patamar de R$ 5.
E não foi só por aqui que o dólar perdeu força: em todo o planeta, ele teve forte queda após a divulgação de que a criação de postos de trabalho nos Estados Unidos ficou abaixo do esperado, segundo dados do payroll divulgados pelo Departamento do Trabalho dos EUA.
No mês passado, a maior economia do planeta abriu 175 mil empregos, número muito inferior ao consenso de 240.000 da Dow Jones. Além disso, a taxa de desemprego subiu para 3,9%, contra as expectativas de que se manteria estável em 3,8%.
A notícia reacendeu as expectativas de que o Federal Reserve (Fed, Banco Central norte-americano) comece a baixar os juros antes de novembro. Taxas mais baixas em economias avançadas estimulam a migração de recursos para países emergentes, como o Brasil.
Leia Também
A probabilidade de um segundo corte de juros nos EUA até ao final do ano aumentou para cerca de 72% após a divulgação do payroll, depois de cair para menos de 50% no dia anterior, de acordo com dados compilados pela ferramenta FedWatch do CME Group.
Vale relembrar que, na quarta-feira (1), o presidente do Fed, Jerome Powell, deu a fórmula para os juros começarem a cair nos EUA. Na ocasião, o banco central norte-americano manteve a taxa referencial inalterada na faixa entre 5,25% e 5,50% ao ano — o maior nível em mais de duas décadas.
Mas Powell alertou: “um dado fraco do mercado de trabalho e uma taxa de inflação branda certamente não farão com que iniciemos o corte de juros. Esse é um cenário que não nos dá confiança alguma de que nossa meta de 2% para a inflação será atingida de maneira sustentável”.
“Nossas decisões, no então, dependerão dos dados, de um conjunto geral de dados, e também avaliaremos os riscos econômicos de um corte de juros”, disse Powell, acrescentando que as decisões do Fed serão tomadas reunião por reunião e não serão baseadas apenas em um dado pontual.
*Com informações da Agência Brasil
O montante considera o período de janeiro até a primeira semana de março e é quase o dobro do observado em 2025, quando os gringos injetaram R$ 25,5 bilhões na B3
A alta do petróleo animou o mercado, mas um alerta de analistas está chamando atenção; confira o que diz a Genial Investimentos
Na carta de fevereiro, o fundo de Stuhlberger avalia o conflito no Oriente Médio e diz quais as peças do tabuleiro foram mexidas — o lendário investidor deu tchau para o euro
Segundo analistas, os preços da commodity só vão se acomodar se ficar claro para o mercado quanto tempo o conflito no Oriente Médio vai durar
Enquanto o Oriente Médio ferve, o UBS vê o Brasil como um dos emergentes menos expostos ao conflito
Embora o risco político da Petrobras afete a inclinação dos investidores brasileiros em investir na ação, os estrangeiros são mais otimistas com a ação
Resultado do quarto trimestre mostra avanço nas operações de incorporação, mas perdas da Resia continuam pressionando o balanço e preocupando analistas
Alta da commodity chegou a superar 25% durante a madrugada, empurrou investidores para ativos de proteção e reacendeu temores de inflação e juros altos — inclusive no Brasil
A possibilidade de reabertura da janela de IPOs atrai empresas dispostas a abrir o capital, mas movimento nessa direção ainda é tímido
Com o início do horário de verão nos Estados Unidos e na Europa, a bolsa brasileira encurta o tempo de negociação para manter a sincronia com os mercados globais
Escalada da guerra no Oriente Médio e disparada do petróleo marcaram a semana na bolsa brasileira; veja as ações com maiores altas e quedas
A fabricante de aeronaves registrou resultados abaixo do esperado pelo mercado e ações reagem em queda: o que aconteceu com a Embraer?
Veja quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas neste mês e como posicionar sua carteira de FIIs agora
Mesmo com juros altos e volatilidade global, analistas veem um grupo seleto de empresas capaz de atravessar a turbulência e se valorizar na bolsa neste ano
Ao Seu Dinheiro, analistas da Empiricus Research recomendaram seus investimentos preferidos para março, entre ações, fundos imobiliários e criptoativos
O principal índice de ações do Brasil tomba 4,64% por volta das 12h10, aos 180.518,33 pontos; dólar avança mais de 3,18%, negociado aos R$ 5,3045
Gerido por gestora próxima ao agro, novo Fiagro negociado na bolsa brasileira pretende levar o setor para mais perto dos investidores comuns; conheça
O que determina que empresas petroleiras vão ganhar mais com esse conflito não é só o preço da commodity; entenda
Greg Abel defende quatro empresas norte-americanas favoritas que devem continuar na carteira por décadas — e cinco empresas japonesas que também compõem o portfólio
Escalada no Oriente Médio fez os preços do petróleo subirem e levou junto as petroleiras no B3; ouro terminou o dia com alta de mais de 1%, enquanto a prata caiu