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O banco acredita que a oferta irá aumentar a liquidez da companhia e potencialmente abrir espaço para proventos mais elevados no futuro
O caixa da Eletrobras (ELET3) vai ficar mais gordo após a companhia embolsar mais de R$ 2 bilhões com a oferta de ações Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista (TRPL4). E isso pode levar a distribuições maiores de dividendos no futuro, ao menos na visão do Goldman Sachs.
O banco de investimentos avaliou a operação em relatório divulgado nesta sexta-feira (19). "Embora esta mudança não tenha sido inesperada, pensamos que este é um desenvolvimento positivo, uma vez que representa mais um passo na direção da simplificação da estrutura corporativa", dizem os analistas.
Além disso, o Goldman Sachs acredita que a oferta irá aumentar a liquidez da companhia e potencialmente abrir espaço para dividendos mais elevados.
Antes disso, porém, os analistas destacam que primeiro a companhia ainda deve resolver algumas pendências antes de aumentar significativamente os dividendos.
O Goldman Sachs recomenda compra para as ações da Eletrobras. O preço-alvo é de R$ 54, o que implica em um potencial de pouco mais de 45% para os papéis.
Vale relembrar que, em comunicado encaminhado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) ontem, a Eletrobras informou que foram colocadas 93 milhões de ações PN de sua controlada no follow-on. A oferta foi destinada a investidores profissionais no Brasil e no exterior.
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O lote inicialmente ofertado era de 60 milhões de ações, podendo ser acrescido do lote suplementar de 70 milhões. Mas, devido à demanda, entrou em jogo um lote suplementar que elevou o total para 93 milhões de ações.
O montante considera o período de janeiro até a primeira semana de março e é quase o dobro do observado em 2025, quando os gringos injetaram R$ 25,5 bilhões na B3
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