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RESUMO DO DIA: O Ibovespa fechou em queda nesta terça-feira. Sem direção única nas bolsas do exterior, o principal índice da B3 sentiu o recuo das commodities metálicas e caiu 0,86%, aos 127.401 pontos..
Já o dólar à vista, que inverteu o sinal algumas vezes ao longo do dia, fechou a sessão próximo à estabilidade, com leve recuo de 0,01% e cotado em R$ 4,9454.
Na Ásia, os investidores reagiram negativamente aos problemas envolvendo a ordem de liquidação da gigante incorporadora Evergrande em Hong Kong.
Já na Europa, a bateria de resultados do PIB dos países da Zona do Euro sustentou o apetite dos investidores. Na Alemanha, onde os dados mostraram que a maior economia da região entrou em recessão técnica, os ganhos foram limitados. Ainda assim, todas as principais bolsas do continente fecharam em alta.
Os Estados Unidos seguiram de olho tanto na temporada de balanços quanto na véspera da decisão de juros do Federal Reserve (Fed, o Banco Central dos EUA). Os investidores repercutiram ainda a divulgações de dados importantes sobre o mercado de trabalho.
Enquanto os analistas previam que a abertura de postos de trabalho recuasse para 8,7 milhões em dezembro, contra 8,925 milhões no mês anterior, o relatório Jolts — publicado pelo Departamento do Trabalho — mostrou a criação de pouco mais de 9 milhões de vagas no país no período.
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Os números, junto com um dado também mais forte que o esperado de confiança do consumidor, reduziram as apostas de que o Fed deve cortar juros ainda no primeiro trimestre e seguraram a cotação das bolsas.
O Dow Jones conseguiu recuperar o terreno positivo com o apoio do setor bancário norte-americano, enquanto S&P 500 e Nasdaq seguiram em queda e encerraram a sessão no vermelho.
Nos destaques corporativos, a ação da Gol caiu quase 27% hoje mesmo após entrar em leilão mais de uma dezena de vezes ao longo do pregão. A queda brusca ocorreu pelo segundo dia consecutivo e marcou o último pregão dos papéis GOLL4 no Ibovespa — amanhã ele serão excluídos de todos os índices da B3.
Confira o que movimentou os mercados nesta terça-feira (30):
A Gol (GOLL4) se despediu do Ibovespa com o primeiro lugar de um pódio ingrato: o de maior queda da sessão. E não teve espaço para a concorrência, pois as ações despencaram quase 27% em seu último dia na carteira do índice.
Vale relembrar que, pelas regras da bolsa, companhias em recuperação judicial não podem fazer parte dos índices de ações. No caso da Gol havia uma área cinzenta, já que o pedido ocorreu nos Estados Unidos, mas a B3 decidiu pela aplicação da regra.
Confira abaixo quem fez companhia para a aérea na lista de maiores quedas do dia:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| GOLL4 | Gol PN | R$ 2,87 | -26,97% |
| BHIA3 | Casas Bahia ON | R$ 7,60 | -8,32% |
| BRKM5 | Braskem PN | R$ 17,72 | -5,64% |
| AZUL4 | Azul PN | R$ 13,20 | -4,62% |
| LWSA3 | Locaweb ON | R$ 5,25 | -4,37% |
Veja também as maiores altas do pregão de hoje:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| SUZB3 | Suzano ON | R$ 52,10 | 2,56% |
| CRFB3 | Carrefour Brasil ON | R$ 10,63 | 2,51% |
| EMBR3 | Embraer ON | R$ 22,87 | 2,46% |
| VBBR3 | VIBRA energia ON | R$ 23,34 | 1,43% |
| CMIN3 | CSN Mineração ON | R$ 6,90 | 1,02% |
O Ibovespa fechou o dia em queda. O principal índice acionário da B3 recuou 0,86%, aos 127.401 pontos.
As bolsas de Nova York fecharam sem direção única hoje.
Os índices foram pressionados por dados mais forte que o esperado sobre o consumo e o mercado de trabalho dos Estados Unidos.
O Dow Jones, porém, ganhou um impulso positivo vindo do setor bancário e encerrou o dia em alta, renovando a máxima histórica de fechamento. Já o S&P 500 e Nasdaq permaneceram no vermelho. Veja abaixo:
Após inverter o sinal algumas vezes ao longo do dia, o dólar à vista fechou a terça-feira próximo à estabilidade, com leve recuo de 0,01% e cotado em R$ 4,9454.
A moeda americana perdeu força ante os rivais após dados de emprego mais fortes que o esperado e de confiança do consumidor nos EUA reduzirem as apostas de que o Federal Reserve deve cortar juros ainda no primeiro trimestre.
O dólar à vista perdeu força na última hora e agora opera perto da estabilidade, com leve queda de 0,05%, a R$ 4,9434.
A moeda americana também perdeu força ante moedas pares do real, notadamente o peso mexicano, e divisas fortes.
Os dados de emprego mais fortes que o esperado, segundo o relatório Jolts, e de confiança do consumidor americano reduziram as apostas de que o Federal Reserve deve cortar juros ainda no primeiro trimestre.
Além disso, fatores técnicos, como a rolagem de contratos futuros típica de fim de mês e os ajustes de posição na formação da taxa de câmbio PTAX influenciam o dólar
O setor de varejo teve as suas receitas pressionadas no ano passado, principalmente, pelos juros elevados e a perda do poder de compra dos brasileiros. Mas o cenário adverso parece não ter atrapalhado os planos da Arezzo (ARZZ3).
Entre as ações “queridinhas” dos analistas, a companhia tem apresentado resultados sólidos. No terceiro trimestre, por exemplo, a empresa apresentou um lucro recorrente de R$ 107,1 milhões, uma alta de 4,2% na comparação com o mesmo período do ano anterior.
Para o CEO da Arezzo, Alexandre Birman, há pelo menos um motivo para isso: a empresa, apesar de estar inserida no varejo, “é uma gestora de marcas”.
“Como ainda não estamos no setor de luxo, considerando o preço em que a gente atua, nós somos chamados de varejistas, mas não somos varejo. Varejo é quem compra e vende. Somos uma gestora de marcas, que criam desejos para as classes A e B e consegue gerar valor agregado”, afirmou Birman. “A Arezzo não é uma empresa de varejo.”
Confira as maiores quedas do Ibovespa:
| ATIVO | Nome | Ult | Var |
| GOLL4 | GOL PN N2 | R$ 2,85 | -27,48% |
| BHIA3 | CASAS BAHIA ON NM | R$ 7,78 | -6,15% |
| LWSA3 | LWSA ON NM | R$ 5,20 | -5,28% |
| BRKM5 | BRASKEM PNA N1 | R$ 17,82 | -5,11% |
| PETZ3 | PETZ ON NM | R$ 3,22 | -4,73% |
Confira as maiores altas do dia:
| ATIVO | Nome | Ult | Var |
| SUZB3 | SUZANO S.A. ON NM | R$ 52,03 | 2,42% |
| EMBR3 | EMBRAER ON NM | R$ 22,75 | 1,93% |
| CRFB3 | CARREFOUR BRON NM | R$ 10,51 | 1,35% |
| SANB11 | SANTANDER BRUNT EJ | R$ 29,20 | 1% |
| VBBR3 | VIBRA ON NM | R$ 23,10 | 0,39% |
Já se passaram quase seis meses desde a privatização da Copel (CPLE6) — mas as promessas feitas na época da oferta de ações que retirou a companhia das mãos do governo do Paraná ainda dominam a pauta do CEO Daniel Slaviero.
Em entrevista ao Seu Dinheiro realizada durante o “Latin America Investment Conference” (LAIC), evento promovido pelo UBS, o CEO revelou que o principal objetivo da Copel é se tornar “o grande benchmark do setor de energia dentro dos próximos três a cinco anos”.
“Estamos muito confiantes de que a Copel seja um dos grandes benchmarks do setor por ser eficiente e contar com um grande foco em geração de valor”, afirma Slaviero. “Porque a empresa tem características muito únicas, é uma companhia madura e com uma base de ativos muito relevantes.”
Segundo o executivo, a aposta de que a paranaense se torne referência no mercado de energia é baseada ainda em três pilares: a base de ativos da empresa, a situação integrada e a evolução da cultura de pessoas com novas competências.
A Vale apresentou os resultados operacionais do quarto trimestre dentro de um caldeirão e a expectativa de bancões como o Goldman Sachs era de que as ações VALE3 tivessem uma reação neutra à performance da empresa. Só que nesta nesta terça-feira (30), os papéis operam em baixa na B3 — será que a mineradora passou do ponto?
Para o titã de Wall Street, a produção de minério de ferro da Vale em 89,4 milhões de toneladas ficou 7% acima do esperado, e a produção de ferrosos foi uma surpresa positiva — mas a média de 62,1% em conteúdo ferroso foi pior do que o esperado e o prêmio em finos ficou negativo em US$ 1,1 por tonelada.
O BTG Pactual também avaliou o desempenho da Vale como em linha com as expectativas. Segundo o banco de investimentos, o relatório de produção revelou melhorias em diversas frentes.
“Notavelmente, a empresa superou sua orientação de produção de minério de ferro para 2023 com um total de 321Mt (vs. 315Mt), proporcionando um resultado positivo para os investidores”, disse o BTG em relatório.
O Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado hoje pelo Ministério do Trabalho, mostrou um saldo negativo de 430.159 vagas no mercado formal em dezembro. O resultado foi pior do que o esperado pelos analistas, que projetavam, na média, um balanço de menos 370 mil vagas no período.
Já o consolidado do ano ficou positivo em 1.483.598 milhões de novas carteiras assinadas, mas também veio abaixo das estimativas dos especialistas consultados pelo Broadcast, que esperavam a abertura de pouco mais de 1,5 milhões de postos.
O número também é menor que o do ano anterior. Vale destacar que o saldo de 2022, com abertura de 2 milhões de vagas, já havia sido o segundo pior resultado desde 2020, ano que ficou marcado pelo início da pandemia de covid-19 no Brasil.
Confira o desempenho por setor:
O último pregão da Gol (GOLL4) no Ibovespa tem tudo para ser marcante. Isso porque as ações da companhia registram forte queda às vésperas de sua exclusão de todos os índices da B3.
Vale relembrar que, pelas regras da bolsa, companhias em recuperação judicial não podem fazer parte dos índices de ações. No caso da Gol havia uma área cinzenta, já que o pedido ocorreu nos Estados Unidos, mas a B3 decidiu pela aplicação da regra.
Confirmada a exclusão, os papéis se despedem do Ibovespa com uma queda de quase 20% por volta das 14h e lideram com folga a lista de maiores recuos do dia. Confira abaixo:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| GOLL4 | Gol PN | R$ 3,18 | -19,08% |
| PETZ3 | Petz ON | R$ 3,20 | -5,33% |
| LWSA3 | Locaweb ON | R$ 5,25 | -4,37% |
| BRKM5 | Braskem PN | R$ 17,95 | -4,42% |
| MRVE3 | MRV ON | R$ 7,65 | -3,89% |
Já a ponta oposta do índice é dominada pela Suzano, que recupera parte das perdas registradas ontem após o Morgan Stanley rebaixar para venda sua recomendação para as ações SUZB3.
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| SUZB3 | Suzano ON | R$ 51,61 | 1,59% |
| EMBR3 | Embraer ON | R$ 22,55 | 1,03% |
| SLCE3 | SLC Agrícola | R$ 19,11 | 0,84% |
| BBDC4 | Bradesco PN | R$ 15,47 | 0,59% |
| SBSP3 | Sabesp ON | R$ 78,12 | 0,68% |
O monitoramento do CME Group mostrou que as chances de o Federal Reserve (Fed, o Banco Central dos EUA) começar a cortar os juros em março caíram para 41,7%.
Agora, o mercado enxerga como momento mais provável que os cortes aconteçam em maio deste ano. As chances são de 85,7%, segundo o CME.
O cenário mais provável é de uma queda acumulada de 150 pontos-base até o final do ano, de 35% de chances de acontecer. A probabilidade de um corte menor — de 125 pontos-base — é de 34,1%.
A mudança na curva aconteceu após o relatório de emprego Jolts, publicado hoje. O documento apontou uma abertura de postos de trabalho mais forte do que o esperado em dezembro passado, o que dá margem para o Fed manter os juros mais elevados por mais tempo.
O Fundo Monetário Internacional (FMI) melhorou a projeção para o desempenho da economia global este ano e vê o planeta a caminho do "pouso suave", fenômeno que descreve o controle da inflação sem um dano significativo à atividade.
As revisões foram especialmente positivas para Brasil, China e Estados Unidos.
Mesmo assim, a instituição alerta para os riscos persistentes no horizonte, entre eles os choques geopolíticos associados a tensões no Oriente Médio e a um eventual agravamento da crise de liquidez no mercado imobiliário da China.
Na atualização de janeiro do Relatório de Perspectivas da Economia Mundial, o FMI prevê que o Produto Interno Bruto (PIB) do globo crescerá 3,1% em 2024, resultado 0,2 ponto porcentual acima da estimativa anterior, de outubro.
O Ibovespa renovou as mínimas da sessão há pouco, acompanhando a piora das bolsas de Nova York e repercutindo ainda a alta dos juros futuros no Brasil e nos Estados Unidos.
Ambos os movimentos coincidem com a divulgação de dados que contrariaram as expectativas nos EUA. A principal surpresa veio do relatório Jolts, publicado pelo Departamento do Trabalho norte-americano.
Enquanto os analistas previam que abertura de postos de trabalho recuasse para 8,7 milhões em dezembro, contra 8,925 milhões no mês anterior, o documento mostrou a criação de pouco mais de 9 milhões de vagas no período.
O resultado levou a uma diminuição das apostas de corte nos juros em março e provocou uma alta dos treasurys, como são chamados os títulos do Tesouro do país. Vale destacar que o BC dos EUA, o Federal Reserve, divulga mais uma decisão de política monetária amanhã.
Com isso, os principais índices acionários norte-americanos recuavam até 0,22% por volta das 12h30. Já o Ibovespa, que também é pressionado pelas commodities, registrava uma queda ainda maior, de 1,07%, e pode perder em breve o patamar dos 127 mil pontos.
O dólar à vista, por sua vez, operava em alta de 0,57% no mesmo horário, cotado em R$ 4,9743.
Faltando pouco mais de uma semana para a assembleia de acionistas da Gafisa (GFSA3), as ações da companhia operam em forte alta com os investidores montando ou ampliando suas posições para o encontro.
Os papéis, que já chegaram a entrar em leilão por oscilação máxima permitida, subiam 8,15% por volta das 12h05, a R$ 12,48.
A assembleia, marcada para 7 de fevereiro, discutirá a suspensão dos direitos políticos de veículos de investimento supostamente ligados ao empresário Nelson Tanure e também uma eventual apuração e avaliação de prejuízos supostamente causados pela gestora Esh.
Vale relembrar que a Esh foi responsável pelo pedido de convocação da AGE e defende a primeira pauta. Já um dos autores da segunda é o fundo Estocolmo, que a gestora alega ser um dos veículos por meio dos quais Tanure detém participação na Gafisa.
O Fundo Monetário Internacional (FMI) está mais otimista com o Brasil e vê o País crescendo 1,7% neste ano, contra projeção anterior de 1,5%, conforme a atualização do seu relatório Perspectiva Econômica Mundial (WEO, na sigla em inglês), publicada hoje.
Ainda assim, a economia brasileira deve desacelerar frente a 2023, quando deve ter avançado 3,1%, prevê o organismo com sede em Washington, nos Estados Unidos.
À frente, o FMI espera que o Brasil volte a acelerar o passo. O Fundo estima que o Produto Interno Bruto (PIB) do País cresça 1,9% em 2025, projeção inalterada frente às estimativas divulgadas pelo organismo em outubro do ano passado.
"Muitas economias continuam a demonstrar grande resiliência, com o crescimento a acelerar no Brasil, na Índia e nas principais economias do Sudeste Asiático", diz o economista-chefe do FMI, Pierre-Olivier Gourinchas, em comentário sobre as novas projeções econômicas do Fundo. (Estadão Conteúdo)
As ações da Gol (GOLL4) seguem em forte queda nesta terça-feira mesmo após sucessivos leilões. Por volta das 11h35, os papéis recuavam mais de 20%.
Vale relembrar que, ontem a ação já havia fechado em queda de mais de 30% diante do pedido de recuperação judicial nos Estados Unidos.
O desempenho repercute ainda o anúncio da B3 de que os papéis da Gol deixarão de fazer parte de seus índices, entre eles o Ibovespa.
O mercado costuma reagir mal quando o dono de uma empresa vende ações da própria companhia — afinal de contas, ninguém conhece melhor a operação. Por isso a Mitre (MTRE3) decidiu explicar logo por que os controladores decidiram se desfazer de quase 10% do capital da incorporadora.
A venda das ações tem não relação com o desempenho da companhia, mas com outros negócios da família, de acordo com Fabricio Mitre, CEO da incorporadora com foco em imóveis de alto padrão em São Paulo.
No caso, os controladores haviam dado ações da Mitre em garantia de empréstimos para a Elisa Agro, empresa de agropecuária do grupo. Uma decisão que o próprio Fabricio reconhece que não foi acertada.
Agora, eles chegaram a um acordo com os bancos credores para desvincular as ações da Mitre. Mas para isso tiveram de vender uma parte dos papéis para fazer caixa e reduzir a dívida da outra empresa do grupo.
A ação da Gol (GOLL4) abriu em forte queda na sessão de hoje.
Diante de uma queda de mais de 20% logo nos primeiros minutos do pregão, o papel logo entrou em leilão por volta das 10h18, cotado a R$ 3,12.
Ontem, a ação da companhia aérea fechou em queda de mais de 30% diante do pedido de recuperação judicial nos Estados Unidos.
O Ibovespa abriu a sessão desta terça-feira em leve queda.
O principal índice de ações da B3 acompanha o recuo dos índices futuros de Wall Street.
A queda de papéis ligados a commodities também pesa sobre o índice.
Às 10h11, o Ibovespa cedia 0,32%.
Seguindo o movimento de aversão ao risco, o dólar passou a subir em relação ao real e agora é negociado na faixa de R$ 4,95.
A Energisa (ENGI11) movimentou quase R$ 2,5 bilhões em uma bem sucedida oferta primária de ações na bolsa.
A companhia colocou tanto o volume pretendido originalmente quanto um lote adicional de ações preferenciais e ordinárias ao preço de R$ 9,96 cada.
As novas ações serão convertidas em units empacotadas na proporção de quatro ações preferenciais por uma ação ordinária. Isso leva a um preço de R$ 49,80 por ENGI11.
O resultado da oferta ficou praticamente em linha com a cotação da unit ENGI11 no fechamento de 19 de janeiro (R$ 49,99), usado como referência no anúncio da oferta.
O Ibovespa futuro começou o dia em queda de 0,22%, acompanhando os futuros de Wall Street no vermelho, aos 128.820 pontos. Por dua vez, o dólar à vista também recua levemente, a 0,04%, cotado a R$ 4,9441.
Em queda livre na bolsa desde a divulgação das primeiras notícias sobre o pedido de recuperação judicial, as ações da Gol (GOLL4) sofreram o maior baque nesta segunda-feira, quando desabaram impressionantes 33,61%.
A explicação para o movimento veio após o fechamento do pregão, quando a B3 informou a exclusão dos papéis da empresa aérea de todos os índices, incluindo o Ibovespa.
Pelas regras da bolsa, companhias em recuperação judicial não podem fazer parte dos índices de ações. No caso da Gol havia uma área cinzenta, já que o pedido ocorreu nos Estados Unidos, mas a B3 decidiu pela aplicação da regra.
A saída dos índices da B3, principalmente o Ibovespa, provoca uma pressão vendedora natural sobre ações. Isso porque vários fundos têm como política replicar o desempenho do indicador.
O PIB alemão foi revisado pelo Destatis, o escritório de estatísticas do país, e o dado de atividade econômica do terceiro trimestre foi revisado para cima.
Sendo assim, a maior economia da Europa evitou entrar em recessão técnica no fim do ano passado, quando a atividade recua por dois trimestres seguidos.
Os índices futuros de Wall Street apontam para uma abertura em queda hoje.
Os investidores adotam uma posição defensiva antes da decisão de juros do Federal Reserve de amanhã.
Ao mesmo tempo, há uma grande expectativa envolvendo o balanço das big techs, as grandes empresas de tecnologia do país.
De acordo com o FactSet, o lucro combinado de Apple, Alphabet, Microsoft, Meta (ex-Facebook), Amazon e Nvidia deve crescer 53,7% no último trimestre de 2023.
Após o fechamento de hoje, Microsoft e Alphabet devem dar início à bateria de resultados das big techs.
Confira:
Os principais índices europeus sobem na manhã de hoje.
Os investidores reagem aos dados de atividade econômica da região, divulgados mais cedo. Apesar da recessão técnica da Alemanha, o PIB da Zona do Euro escapou do pior e permaneceu estável, o que sustenta o sentimento positivo.
Confira:
As bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em baixa, com os investidores digerindo a ordem de liquidação da China Evergrande, gigante do setor imobiliário chinês.
Ontem, a Justiça de Hong Kong determinou que a Evergrande seja liquidada, depois de a problemática incorporadora não conseguir reestruturar suas dívidas com credores. Negócios com ações da empresa seguem suspensos.
Exceção na região, o japonês Nikkei apresentou leve alta.
Confira:
O PIB da Zona do Euro permaneceu estável no quarto trimestre de 2023.
O resultado surpreendeu os analistas, que previam queda de 0,1% no período. Com isso, o bloco evitou entrar em recessão técnica depois de a economia encolher 0,1% no terceiro trimestre.
Na comparação anual, o PIB teve leve expansão de 0,1%, em linha com as expectativas.
A economia da Espanha cresceu mais do que o esperado no quarto trimestre de 2023.
O Produto Interno Bruto (PIB) espanhol avançou 0,6% em relação ao terceiro trimestre.
A expectativa era de expansão de 0,2%.
Na comparação com o quatro trimestre de 2022, o PIB da Espanha cresceu 2%. Isso levou a um crescimento econômico de 2,5% no acumulado de 2023.
A economia da Itália cresceu mais do que se esperava no quatro trimestre de 2023.
O PIB italiano expandiu-se 0,2% em relação ao terceiro trimestre. Já em relação ao mesmo período de 2022, a economia cresceu 0,5%.
As estimativas eram de +0,1% na comparação trimestral e de +0,2% na base anual.
O Produto Interno da França desacelerou de +2,5% em 2022 para +0,9% em 2023.
O dado oficial veio em linha com o esperado pelos analistas.
Ao divulgar os números fechados do ano passado, o instituto francês de estatísticas informou que a economia francesa avançou 0,7% no quatro trimestre de 2023 na comparação com o mesmo período do ano anterior.
Já na passagem do terceiro para o quatro trimestre de 2023, a economia francesa mostrou estabilidade.
Para 2024, a expectativa de momento é de que a expansão econômica da França desacelere a +0,1%.
A economia da Alemanha encontra-se em recessão técnica. Isso significa que a atividade econômica encolheu por dois trimestres consecutivos na comparação com o período imediatamente anterior.
O Produto Interno Bruto (PIB) da Alemanha recuou 0,3% na passagem do terceiro para o quarto trimestre de 2023.
Na passagem do segundo para o terceiro trimestre, a economia alemã já havia registrado contração de 0,1%.
Já na comparação com o quarto trimestre de 2022, o PIB alemão contraiu-se 0,2%.
A Aramco anunciou hoje ter sido orientada pelo governo saudita a manter sua capacidade de produção de petróleo em 12 milhões de barris por dia (bpd).
A petroleira estatal saudita recebeu a ordem em um momento no qual se preparava para ampliar a produção para 13 milhões de bpd.
De olho na 'Super Quarta' e na agenda cheia de dados do mercado de trabalho, a bolsa brasileira iniciou a semana em tom negativo com a China no radar.
O Ibovespa fechou em queda de 0,36%, aos 128.502,66 pontos. Já o dólar terminou a sessão a R$ 4,9459, com alta de 0,71% no mercado à vista.
No cenário corporativo, Vale (VALE3) e Gol (GOLL4) seguiram como os destaques da bolsa. Além disso, o Magazine Luiza (MGLU3) ganhou os holofotes após o anúncio de aumento de capital de até R$ 1,25 bilhão, injetados pela Família Trajano e pelo BTG Pactual.
Nos Estados Unidos, as bolsas fecharam no azul à espera da decisão de política monetária do Federal Reserve (Fed) e de novos dados do mercado de trabalho.
Já na Ásia, as bolsas fecharam majoritariamente em alta. No entanto, um pedido de liquidação da Evergrande, gigante do setor imobiliário chinês, chamou a atenção dos investidores — e injetou cautela nos mercados.
Confira o que movimentou os mercados na última segunda-feira (29).
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Papéis derretem na bolsa após o mercado precificar os efeitos do Chapter 11 nos EUA, que envolve conversão de dívidas em ações, emissão massiva de novos papéis, fim das preferenciais e forte diluição para os atuais acionistas
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