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MERCADOS HOJE

Bolsa hoje: Ibovespa retoma os 128 mil pontos, mas Nova York drena o apetite ao risco; dólar sobe

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13 de março de 2024
7:20 - atualizado às 17:47

RESUMO DO DIA: O principal índice da bolsa brasileira estendeu os ganhos da sessão anterior e cravou a bandeira de tom positivo pelo segundo dia. Os ganhos, porém, foram limitados pela fraqueza de Nova York e a persistentes cautela com China.

O Ibovespa fechou em alta de 0,26%, aos 128.006 pontos. Já o dólar terminou o dia com avanço de 0,03%, a R$ 4,9762, no mercado à vista.

Por aqui, a agenda foi mais esvaziada e as atenções foram concentradas no ambiente corporativo. Petrobras e Vale seguem na mira dos investidores, com o risco de ingerência política no comando das companhias.

Lá fora, as bolsas de Nova York operaram de lado à espera de sinais sobre o futuro dos juros e da economia norte-americana. Para amanhã (14) está prevista a divulgação do índice de preços ao produtor (PPI, na sigla em inglês) de fevereiro.

Confira o que movimentou os mercados nesta quarta-feira (13):

MAIORES ALTAS E QUEDAS DO IBOVESPA

O Ibovespa sustentou alta pelo segundo dia consecutivo, no nível dos 128 mil pontos.

Na ponta positiva, o setor de frigoríficos lideraram os ganhos com os investidores ainda repercutindo as novas habilitações de exportação para a China.

Ontem (12), mais 38 plantas frigoríficas tiveram a liberação para vender carnes para a segunda maior economia do mundo, segundo o comunicado da Administração-Geral de Aduanas da China (GACC) enviado ao Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).

Confira as maiores altas do Ibovespa hoje:

CÓDIGONOMEULTVAR
JBSS3JBS ONR$ 23,263,15%
PRIO3PRIO ONR$ 48,922,99%
COGN3Cogna ONR$ 2,872,87%
BPAC11BTG Pactual unitsR$ 37,402,69%
MRFG3Marfrig ONR$ 9,942,69%

Na ponta negativa, os destaques do dia são Isa CTEEP e Fleury.

Os papéis da Fleury repercutiram o rebaixamento da recomendação de compra para neutra pelo Citi. A revisão também acompanhou o corte no preço-alvo e R$ 19 para R$ 16 — o que ainda representa uma potencial valorização de 5,61% em relação ao fechamento da véspera.

Segundo o banco, apesar do valuation da ação parecer barato, os motivos como a falta de catalisadores óbvios de curto prazo, a fraqueza nas vendas da marca premium Fleury e a potencial queda nas estimativas de consenso faz com que o papel perda certa atratividade.

No caso da Isa CTEEP, as ações reagiram ao rebaixamento da recomendação de neutra para venda pelo Morgan Stanley. Na avaliação do banco, o valution está pouco atraente. O banco reduziu o preço-alvo de R4 27 para R$ 23, o que representa um queda potencial de 8,4% em relação ao fechamento da última terça-feira (12).

Confira as maiores quedas do Ibovespa hoje:

CÓDIGONOMEULTVAR
PCAR3GPA ONR$ 3,33-3,20%
CMIG4Cemig PNR$ 11,58-3,18%
TRPL4Isa Cteep ONR$ 24,50-2,51%
FLRY3Fleury ONR$ 14,86-1,91%
ENGI11Energisa unitsR$ 49,71-1,88%
FECHAMENTO DO IBOVESPA

O Ibovespa termina a sessão com alta de 0,26%, aos 128.006,05 pontos.

O principal índice da bolsa brasileira ganhou força com recuperação de Vale (VALE3), apesar da queda do minério de ferro em Dalian.

A mineradora, e todo o setor de siderurgia e mineração, repercutiu o anúncio de novos estímulos na economia chinesa.

Segundo o jornal chinês People's Daily, o governo se comprometeu a atender as "necessidades razoáveis de financiamento de empresas do setor imobiliário".

Isso após o minério de ferro atingir o menor nível desde agosto de 2023 após sinais de demanda mais fraca e agravamento da crise no setor imobiliário da segunda maior economia do mundo.

Em segundo plano, os riscos de ingerência política nos comandos da Vale e Petrobras ficaram no radar.

Além disso, a agenda local foi esvaziada.

FECHAMENTO DE NOVA YORK

As bolsas de Nova York fecharam sem direção única, em dia de agenda mais esvaziada e sem destaques locais.

  • S&P 500: -0,19%, aos 5.165,31 pontos;
  • Dow Jones: +0,10%, aos 39.043,32 pontos;
  • Nasdaq: -0,54%, aos 16.177,77 pontos.

Os investidores agora aguardam a divulgação do índice de preços ao produtor (PPI, na sigla em inglês), que será divulgado amanhã (14).

FECHAMENTO DO DÓLAR

O dólar perdeu força e fechou a sessão em alta de 0,03%, a R$ 4,9762, no mercado à vista.

A moeda norte-americana enfraqueceu ao longo da sessão à medida que os rendimentos dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos, os Treasurys, ampliaram os ganhos.

WALL STREET NO VERMELHO

As bolsas de Nova York entram em queda na reta final do pregão, em meio à aceleração dos rendimentos dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos, os Treasurys.

  • S&P 500: -0,24%;
  • Dow Jones: +0,06%;
  • Nasdaq: -0,51%.

O Ibovespa sobe 0,34%, aos 128.096 pontos.

Já o dólar cai 0,02%, a R$ 4,9740, no mercado à vista.

FECHAMENTO DO PETRÓLEO

Os contratos mais líquidos do petróleo avançaram mais de 2% com os investidores de olho na possibilidade de aperto à oferta, após ataques a refinarias russas e queda nos estoques da commodity nos Estados Unidos.

Os futuros do Brent para maio, referência para o mercado internacional, fecharam com alta de 2,57%, a US$ 84,03 o barril, na Intercontinental Exchange (ICE).

Já os futuros do WTI para abril subiram 2,78%, a US$ 79,72 o barril, na New York Mercantile Exchange (Nymex).

SOBE E DESCE DO IBOVESPA

O Ibovespa opera em alta apoiada pela forte alta do petróleo no mercado internacional.

Na ponta positiva, , os frigoríficos figuram entre as maiores altas com a aprovação de mais de 38 plantas para exportação à China.

Confira as maiores altas:

CÓDIGONOMEULTVAR
JBSS3JBS ONR$ 23,453,99%
MRFG3Marfrig ONR$ 10,043,72%
VAMO3Vamos ONR$ 8,903,25%
RECV3PetroReconcavo ONR$ 22,862,97%
BPAC11BTG Pactual unitsR$ 37,502,97%

Na ponta negativa, o destaque vai para as ações da Isa CTEEP, que repercutem o rebaixamento de recomendação pelo Morgan Stanley.

Confira as maiores quedas do Ibovespa até agora:

CÓDIGONOMEULTVAR
PCAR3GPA ONR$ 3,35-2,62%
TRPL4Isa Cteep ONR$ 24,61-2,07%
USIM5Usiminas PNAR$ 10,03-1,76%
SMTO3São MartinhoR$ 26,61-1,41%
ENGI11Energisa unitsR$ 49,99-1,32%
VALE (VALE3) SOBE

Mesmo com a cautela com eventuais interferências do governo sobre o comando da Vale, que ganharam força após a renúncia de um membro do conselho da mineradora, as ações da companhia operam nas máximas intradiária.

Vale (VALE3) sobe 0,36%, a R$ 61,06.

A minerado, e todo o setor de siderurgia e mineração, ganha força repercutindo o anúncio de novos estímulos na economia chinesa.

Segundo o jornal chinês People's Daily, o governo se comprometeu a atender as "necessidades razoáveis de financiamento de empresas do setor imobiliário".

Isso após o minério de ferro atingir o menor nível desde agosto de 2023 após sinais de demanda mais fraca e agravamento da crise no setor imobiliário da segunda maior economia do mundo.

DÓLAR PERDE FORÇA

O dólar perdeu força e inverte sinal para o tom negativo, à medida que as commodities ganham força no mercado internacional.

Na comparação com o real, a moeda norte-americana cai 0,06%, a R$ 4,9717, no mercado à vista.

Já na comparação do dólar com uma cesta de seis moedas globais, como euro e libra, o indicador DXY registra queda de 0,23%.

O Ibovespa vem renovando máximas com a redução das perdas em Nova York.

O principal índice da bolsa brasileira sobe 0,68%, aos 128.529 pontos.

FECHAMENTO DA EUROPA

As bolsas europeias fecharam a sessão predominantemente em alta, de olho em dados de atividade econômica.

A produção industrial do Reino Unido registrou queda de 0,2% em janeiro na comparação com dezembro de 2023, de acordo com dados divulgados hoje pelo órgão de estatísticas do país, a ONS.

Na base anual, a produção britânica aumentou 0,5% em janeiro, abaixo do consenso de crescimento de 0,7%.

Confira o fechamento dos principais índices da Europa:

  • FTSE 100 (Londres): +0,31%, aos 7.772,17 pontos;
  • CAC 40 (Paris): +0,62%, aos 8.137,58 pontos;
  • DAX (Frankfurt): -0,02%, aos 17.961,38 pontos;
  • Stoxx 600: +0,16%, aos 507,33 pontos.

Em Madri, o Ibex-35 subiu 1,65%, aos 10.560,50 pontos, com seu maior ganho em quatro meses e nos maiores níveis desde 2018. O impulso foi dados pela Inditex, marca controladora da Zara, que saltou 8,23% e fechou em máxima histórica.

Em balanço divulgado mais cedo, a controladora da Zara informou alta de 10% nas vendas do ano fiscal de 2023, encerrado em 31 de janeiro.

PETROBRAS (PETR4) PAGOU US$ 10 BILHÕES A MENOS AOS ACIONISTAS EM 2023

Enquanto os investidores globais celebraram o pagamento de dividendos bilionários no ano passado, os acionistas de empresas brasileiras ficaram a ver navios com as distribuições de proventos em 2023, de acordo com um estudo da gestora Janus Henderson.

Isso porque os dividendos globais atingiram o recorde de US$ 1,66 trilhão em 2023, mas o Brasil foi na contramão do exterior e registrou o pior desempenho em relação à remuneração a acionistas no ano passado. 

E tudo por causa dos cortes bilionários nas remunerações de algumas das maiores empresas do país.

As empresas brasileiras pagaram 40% a menos em proventos aos investidores em 2023 em relação ao ano anterior, de acordo com a edição mais recente do relatório Global Dividend Index da gestora Janus Henderson. 

Leia mais.

COMO ANDAM OS MERCADOS

Mesmo com a agenda esvaziada, o Ibovespa opera em alta e sustenta os 128 mil pontos.

O principal índice da bolsa brasileira é impulsionado pelo avanço do petróleo e recuperação da Petrobras (PETR4;PETR3). Contudo, a queda do minério de ferro limita os ganhos do índice.

Sem destaques, os investidores acompanham o ambiente corporativo.

O Ibovespa sobe com avanço de 0,30%, aos 128.033 pontos.

O dólar sobe 0,10%, a R$ 4,9800, no mercado à vista.

Os juros futuros (DIs) recuam em toda a curva.

COMO ANDAM OS JUROS FUTUROS

Os juros futuros (DIs) testam alívio em toda a curva, em dia de agenda mais esvaziada e apesar do avanço dos Treasurys e do dólar.

Confira o desempenho dos DIs:

CÓDIGONOMEULTFEC
DI1F25DI Jan/259,83%9,84%
DI1F26DI Jan/269,66%9,65%
DI1F27DI Jan/279,88%9,89%
DI1F28DI Jan/2810,18%10,18%
DI1F29DI Jan/2910,38%10,38%
DI1F30DI Jan/3010,53%10,53%
DI1F31DI Jan/3110,62%10,62%
DI1F32DI Jan/3210,68%10,69%
DI1F33DI Jan/3310,73%10,73%
SOBE E DESCE DO IBOVESPA

O Ibovespa sustenta os 128 mil pontos, com alta apoiada por petróleo e em meio ao tom misto de Nova York.

Na ponta positiva, os frigoríficos figuram entre as maiores altas com a aprovação de mais de 38 plantas para exportação à China.

Gerdau (GGBR4) retoma perdas com anúncio de novos estímulos na economia chinesa. Segundo o jornal chinês People's Daily, o governo se comprometeu a atender as "necessidades razoáveis de financiamento de empresas do setor imobiliário".

Confira as maiores altas:

CÓDIGONOMEULTVAR
MRFG3Marfrig ONR$ 10,043,72%
JBSS3JBS ONR$ 23,192,84%
RECV3PetroReconcavo ONR$ 22,812,75%
GGBR4Gerdau PNR$ 22,102,60%
PRIO3PRIO ONR$ 48,602,32%

Na ponta negativa, o destaque vai para as ações da Isa CTEEP, que repercutem o rebaixamento de recomendação pelo Morgan Stanley.

Confira as maiores quedas do Ibovespa até agora:

CÓDIGONOMEULTVAR
PCAR3GPA ONR$ 3,35-2,62%
TRPL4Isa Cteep ONR$ 24,49-2,55%
ENGI11Energisa unitsR$ 49,73-1,84%
USIM5Usiminas PNAR$ 10,08-1,27%
SMTO3São MartinhoR$ 26,65-1,26%
BOLSAS EM NOVA YORK

As bolsas de Nova York seguem sem direção única desde a abertura dos negócios.

Com a agenda esvaziada, os investidores aguardam os dados sobre inflação ao produtor (PPI, na sigla em inglês) de fevereiro.

Em destaque, o índice Nasdaq cai pressionado pela realização de ganhos de Nvidia.

  • S&P 500: -0,07%;
  • Dow Jones: +0,34%;
  • Nasdaq: -0,42%.
GIRO DO MERCADO

A Vale (VALE3) tem sido o centro das atenções do mercado após a renúncia do conselheiro José Luciano Duarte Penido, e as polêmicas em torno do processo de sucessão do CEO da mineradora.

As ações têm sofrido as consequências destas movimentações, e chegaram a cair mais de 6% nos últimos 7 dias. O analista Henrique Cavalcante, da Empiricus Research, comenta sua visão sobre a empresa e o que fazer com as ações neste momento.

A Energisa (ENGI11) registrou um aumento no lucro líquido de 50,3% no 4T23 em relação ao mesmo período do ano anterior, chegando a R$729,1 milhões.

O analista Ruy Hungria comenta o balanço da empresa e revela sua perspectiva para o setor elétrico como um todo.

Acompanhe AO VIVO:

FRIGORÍFICOS EM ALTA

O setor de frigoríficos operam em alta, em bloco, com os investidores ainda repercutindo as novas habilitações de exportação para a China.

Ontem (12), mais 38 plantas frigoríficas tiveram a liberação para vender carnes para a segunda maior economia do mundo, segundo o comunicado da Administração-Geral de Aduanas da China (GACC) enviado ao Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).

Confira o desempenho do setor no Ibovespa:

CÓDIGONOMEULTVAR
BRFS3BRF ON 0,35%17,08
JBSS3JBS ON 2,66%23,15
MRFG3MARFRIG ON 3,82%10,05
BEEF3MINERVA ON 2,21%6,95

FLEURY (FLRY3) CAI MAIS DE 1%

As ações da Fleury (FLRY3) figuram entre as maiores quedas do Ibovespa com recuo de 1,19%, a R$ 14,97.

Os papéis repercutem o rebaixamento da recomendação de compra para neutra pelo Citi. A revisão também acompanhou o corte no preço-alvo e R$ 19 para R$ 16 — o que ainda representa uma potencial valorização de 5,61% em relação ao fechamento da véspera.

Segundo o banco, apesar do valuation da ação parecer barato, os motivos como a falta de catalisadores óbvios de curto prazo, a fraqueza nas vendas da marca premium Fleury e a potencial queda nas estimativas de consenso faz com que o papel perda certa atratividade.

ISA CTEEP (TRPL4) CAI 2%

As ações da Isa CTEEP (TRPL4) recuam 2,75%, a R$ 24,44, no Ibovespa.

Os papéis operam em queda com o rebaixamento da recomendação de neutra para venda pelo Morgan Stanley. Na avaliação do banco, o valution está pouco atraente.

DIVIDENDOS DA PETROBRAS (PETR4;PETR3) AINDA EM PAUTA

Desde a última sexta-feira (9), as principais discussões que envolvem a Petrobras são a respeito do não pagamento de dividendos extraordinários referentes ao quarto trimestre de 2023.

Em um novo capítulo, o jornal O Globo divulgou que a estatal estuda a criação de um novo fundo para receber os dividendos extraordinários com foco em investimentos.

Segundo o jornal, a ideia foi discutida na reunião do presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, com o presidente Lula, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad e o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, realizado na última segunda-feira (11).

Os papéis da Petrobras avançam no Ibovespa. As ações preferenciais (PETR4) sobem 0,05%, enquanto as ordinárias (PETR3) têm leve alta de 0,03%.

PETROBRAS NEGA TER SINALIZADO DIVIDENDOS EXTRAORDINÁRIOS EM BALANÇO

A Petrobras (PETR3;PETR4) negou ter sinalizado uma direção para dividendos extraordinários no quarto trimestre de 2023 em apresentação a analistas e investidores realizada nos dias 30 e 31 de janeiro. 

O comunicado seguiu a publicação da matéria “Apresentação a analistas em NY teria sinalizado pagamento de dividendos pela Petrobras”, divulgada no jornal Valor.

“A Petrobras procura ser transparente sobre sua governança e seus processos decisórios para que os investidores façam suas análises e cheguem às suas conclusões, em linha com as melhores práticas do mercado”, escreveu a estatal, em comunicado à CVM.

Segundo a empresa, as apresentações do evento não continham qualquer informação relevante ainda não divulgada ao mercado.

As ações da petroleira operam em leve alta no pregão desta quarta-feira (13), acompanhando a valorização do petróleo nos mercados internacionais.

Por volta das 10h40, os papéis PETR4 subiam 0,81%, negociados a R$ 37,12. No mesmo horário, os ativos PETR3 0,67%, a R$ 37,62.

ZARA IMPULSIONA BOLSA DE MADRI

Enquanto as companhias reduzem as projeções de vendas para esse ano, a Zara vai na contramão. A varejista de moda espanhola divulgou alta de 10% nas vendas do ano fiscal de 2023 encerrado em 31 de dezembro, na comparação com o ano anterior.

Em reação, as ações da controladora da marca, a Inditex, disparam mais de 6% e impulsionam os ganhos da bolsa de Madri — o principal índice, o Ibex 35, sobe 1,71%.

ABERTURA DE NOVA YORK

As bolsas de Nova York operam sem direção única após a abertura das negociações, em dia de agenda mais esvaziada.

  • S&P 500: -0,06%;
  • Dow Jones: +0,08%;
  • Nasdaq: -0,27%.

Os investidores aguarda novos dados de inflação. O índice de preços ao produtor (PPI, na sigla em inglês) deve ser divulgado amanhã (14).

AGORA É OFICIAL! BIDEN E TRUMP FARÃO TIRA-TEIMA NOS EUA

O democrata Joe Biden e o republicano Donald Trump confirmaram matematicamente, na noite de terça-feira (12), as vitórias nas eleições primárias de seus respectivos partidos.

O presidente Biden amealhou até agora 2.099 delegados nas primárias democratas, superando os 1.968 necessários para assegurar a candidatura.

O ex-presidente Trump alcançou ontem à noite a marca de 1.228 delegados. Ele precisava de 1.215 para ser aclamado na convenção republicana.

Com isso, o atual e o ex-presidente dos Estados Unidos disputarão as eleições presidenciais de novembro.

Leia mais.

IBOVESPA INVERTE SINAL

Com apoio do petróleo, o Ibovespa zerou as perdas da abertura e retoma a alta.

O índice sobe 0,14%, aos 127.847 pontos.

SOBE E DESCE DO IBOVESPA

O Ibovespa opera em queda, mas sustenta os 127 mil pontos

Na ponta positiva, as petroleiras sobem em bloco na esteira da valorização de mais de 1% do petróleo Brent no mercado internacional.

Confira as maiores altas da abertura:

CÓDIGONOMEULTVAR
RECV3PetroReconcavo ONR$ 22,531,49%
PRIO3PRIO ONR$ 48,061,18%
BEEF3Minerva ONR$ 6,881,18%
JBSS3JBS ONR$ 22,791,06%
MRFG3Marfrig ONR$ 9,750,72%

Na ponta negativa, as ações da Petz realizam os ganhos da véspera. As companhias do setor de varejo recuam em bloco com a alta dos juros futuros em toda a curva, acompanhando os Treasurys.

Confira as maiores baixas do Ibovespa após a abertura:

CÓDIGONOMEULTVAR
PETZ3Petz ONR$ 4,37-1,80%
TRPL4Isa Cteep ONR$ 24,70-1,71%
CVCB3CVC ONR$ 3,34-1,47%
PCAR3GPA ONR$ 3,39-1,45%
BHIA3Casas Bahia ONR$ 8,03-1,35%

ABERTURA DO IBOVESPA

O Ibovespa opera em queda de 0,11%, aos 127.531,19 pontos, após a abertura.

O principal índice da bolsa brasileira é contaminado pela retomada da cautela com China com a renovação do temor sobre a crise imobiliária na segunda maior economia do mundo. Em reação, o minério de ferro encerrou o dia no menor patamar desde agosto de 2023.

Por aqui, a agenda é mais esvaziada. Nos Estados Unidos também não há a divulgação de indicadores hoje. Então, as atenções dos investidores locais devem se concentrar no ambiente corporativo e expectativas sobre balanços.

ADRS DE VALE E PETROBRAS

Os recibos de ações (ADRs) das companhias Vale e Petrobras operam sem direção única, na esteira das commodities.

Enquanto Petrobras sobe ainda em recuperação e acompanha a alta do petróleo no mercado internacional.

Já os papéis da Vale são penalizados pela queda de qiase 3% do minério de ferro na China, com a retomada da cautela sobre o mercado imobiliário da segunda maior economia do mundo.

Confira o desempenho dos ADRs:

  • Petrobras (PBR): +0,66%, a US$ 15,15;
  • Vale (VALE): -0,41%, a US$ 12,15
MERCADO DE COMMODITIES

O mercado de commodities opera, mais uma vez, sem direção única.

O minério de ferro encerrou as negociações em Dalian com queda de 2,53%, cotado a US$ 112,43 a tonelada, com as crescentes preocupações sobre a crise imobiliária na China. Essa foi a menor cotação da commodity desde agosto de 2023.

Já os contratos mais líquidos do petróleo Brent, que são referência para o mercado internacional, operam em alta de 1,76%, com o barril a US$ 83,36.

JUROS FUTUROS

Os juros futuros (DIs) abriram em estabilidade, mas com viés de alta em toda a curva.

Os DIs acompanham o avanço dos rendimentos nos títulos do Tesouro dos Estados Unidos, os Treasurys.

Confira como abriram os DIs hoje:

CÓDIGONOME ULT ABE FEC
DI1F25DI Jan/259,84%9,84%9,84%
DI1F26DI Jan/269,67%9,67%9,65%
DI1F27DI Jan/279,90%9,89%9,89%
DI1F28DI Jan/2810,20%10,19%10,18%
DI1F29DI Jan/2910,39%10,39%10,38%
DI1F30DI Jan/3010,55%10,54%10,53%
DI1F31DI Jan/3110,64%10,63%10,62%

MATHEUS SPIESS: MERCADO EM 5 MINUTOS

LONGE DO IDEAL, MAS DISTANTE DO PIOR: UM DADO SURPREENDENTEMENTE SUPORTÁVEL

Com a divulgação dos principais indicadores econômicos da semana já concluída, o cenário para os próximos dias se apresenta menos agitado.

Notavelmente, os relatórios de inflação, tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos, embora não tenham apresentado resultados muito positivos, afastaram-se dos piores temores de uma situação ainda mais desafiadora, mostrando sinais preliminares de que a pressão inflacionária pode estar começando a ceder.

Essa percepção manteve inalteradas as expectativas para o curto prazo, trazendo uma dose de alívio aos mercados ao indicar que a escalada de preços no início deste ano pode ter sido um evento isolado.

Neste contexto, os mercados acionários da Ásia tiveram um desempenho modestamente positivo na quarta-feira, com destaque para o setor de tecnologia que ecoou a recuperação observada nas bolsas de Nova York, apesar de os avanços terem sido contidos.

Na Europa, os mercados abriram em alta, refletindo sobre os últimos dados de produção industrial da Zona do Euro e do Reino Unido, além de aguardarem os números do índice de preços no atacado da Alemanha referentes a fevereiro, que, embora relevantes, têm um impacto menos direto nas tendências do mercado.

No segmento das commodities, o minério de ferro continua a evidenciar vulnerabilidades, repercussão essa que ressoa sobre os ativos brasileiros no cenário global.

A ver…

00:53 — Nada mudou, segue o jogo

No mercado brasileiro, a reação ao Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de fevereiro foi surpreendentemente otimista, apesar de o resultado ter superado as projeções.

O índice subiu 0,83%, ultrapassando a expectativa mediana de 0,78%. A antecipação de um aumento devido a ajustes nas tarifas escolares e alterações no ICMS já havia sido discutida, então o resultado não causou espanto.

A recepção favorável se deveu, em grande parte, a um desempenho melhor do que o esperado em certos segmentos, como serviços e itens básicos, que em janeiro levantaram preocupações mas agora apresentaram um comportamento mais ameno.

A redução no índice de difusão, a desaceleração nos preços livres e a diminuição na média dos núcleos reforçam a perspectiva positiva.

As expectativas anteriores se mantêm, prevendo-se ainda duas reduções de 50 pontos-base na Selic, com possibilidade de redução do ritmo para 25 pontos a partir de junho.

Enquanto isso, Petrobras e Vale, duas das principais ações do Ibovespa, enfrentam questionamentos sobre possíveis interferências políticas.

A nomeação de Rafael Dubeux, secretário executivo adjunto da Fazenda, para o Conselho de Administração da Petrobras é vista como um reforço para Jean Paul Prates e sinaliza potencial para futuras distribuições de dividendos extraordinários, ainda que parciais, como Prates queria ter feito.

Por outro lado, a Vale enfrenta turbulências após a renúncia de um membro independente do conselho, que denunciou manipulação no processo sucessório e apontou influências políticas adversas.

Esses episódios não só afetam a percepção sobre essas companhias, devido aos desafios adicionais vindos da China e da indústria do minério de ferro, mas também levantam preocupações quanto à postura do governo em relação a outras empresas, como a Eletrobras, cujos resultados estão previstos para serem anunciados na noite de hoje.

01:47 — Sem mudança de rumo nos EUA também

No mesmo dia em que Joe Biden, atual presidente dos Estados Unidos, e Donald Trump, ex-presidente, garantiram delegados suficientes para serem nomeados candidatos presidenciais pelos seus partidos, reacendendo a expectativa de um duelo eleitoral reminiscente de 2020, os mercados financeiros nos EUA analisaram minuciosamente os mais recentes dados de inflação.

Os números revelaram um aumento anual de 3,2% nos preços ao consumidor em fevereiro, levemente acima das previsões.

Contudo, uma análise mais detalhada indicou que a inflação foi impulsionada por um leque mais estreito de itens, com os preços, excluindo moradia, crescendo menos que 2% e os bens duráveis registrando deflação pelo décimo quinto mês consecutivo.

Dessa forma, embora o núcleo da inflação, descontando elementos mais voláteis, tenha superado ligeiramente as expectativas, a análise mais granular revelou um cenário de inflação mais contido, especialmente quando se desconsidera os custos com habitação.

A pressão inflacionária sobre os alimentos também mostrou sinais de arrefecimento.

Essa situação ocorre em paralelo a indícios de uma desaceleração no mercado de trabalho, que precisam ser verificados nos dados futuros.

O Federal Reserve, portanto, mantém uma postura de vigilância baseada em dados, projetando-se três reduções na taxa de juros para este ano, iniciando em junho, seguidas por cortes em setembro e dezembro.

Esse cenário inalterado desde a nossa última análise sugere a possibilidade de novos avanços nos mercados.

02:39 — E o rali continua

Apesar do S&P 500 alcançar um novo patamar histórico em seu fechamento ontem, essa alta não refletiu a recuperação abrangente que o histórico sugere ser crucial para um mercado de alta mais saudável.

Desta vez, a valorização foi impulsionada principalmente pelo desempenho excepcional das gigantes do setor tecnológico, especificamente as denominadas Magnificent 7 (ou 6, considerando a queda da Tesla). Nvidia viu suas ações saltarem 7,2%, Meta registrou uma alta de 3,3%, Microsoft avançou 2,7%, Amazon cresceu 2%, Alphabet se elevou em 0,6%, e Apple teve um ganho de 0,3%.

Esse cenário resultou em um impulso de 2,1% para o segmento tecnológico do S&P 500 e uma alta de 0,9% no setor de serviços de comunicação.

Como disse, porém, esse padrão de crescimento não se estendeu de maneira uniforme pelo índice inteiro. Para ilustrar, o ETF Invesco S&P 500 Equal Weight, que distribui igualmente o peso de todas as ações dentro do índice, apresentou uma valorização de apenas 0,3%.

A tendência de concentração em um seleto grupo de empresas tecnológicas deve persistir à medida que os investidores buscam posições em companhias potencialmente favorecidas pelo entusiasmo em torno da inteligência artificial.

Essa recuperação acentuada suscita debates sobre a sua sustentabilidade a longo prazo.

á expus anteriormente minha visão de que não considero o mercado atual como uma bolha; e se de fato estivermos à beira de uma, possivelmente estaria apenas no seu início.

Portanto, continuo a enxergar potencial para novas valorizações no mercado americano, especialmente no setor de tecnologia, tornando veículos como o fundo Empiricus Tech Select atrativos para investimentos futuros.

03:21 — A tecnologia também anima os investidores asiáticos

Os mercados de ações na Ásia tiveram um desempenho misto na quarta-feira.

Na China, as preocupações com a contínua crise do setor imobiliário exerceram pressão sobre as ações, ao passo que em Tóquio, as perdas se aprofundaram devido à crescente expectativa de que o Banco do Japão (BoJ) possa em breve ajustar sua política monetária, afastando-se das taxas de juros negativas e do controle da curva de juros.

Essa expectativa se intensifica à medida que se aproxima a próxima reunião do BoJ, com o mercado antecipando possíveis aumentos nas taxas de juros já nesta ou na reunião de final de abril.

Apesar da atenção voltada para o Japão, o fervor pela inteligência artificial (IA) na Ásia se destaca significativamente.

Na Coreia do Sul, o índice apresentou um dos melhores desempenhos, impulsionado por um aumento de 0,7% nas ações da Samsung.

Isso ocorreu após relatos de que a empresa está focada em expandir suas capacidades em IA, trabalhando no desenvolvimento de novos chips de memória de alta velocidade.

Em Hong Kong, gigantes tecnológicos como Baidu, BYD e Semiconductor Manufacturing International Corp registraram aumentos de 2% a 4%, posicionando-se entre os maiores ganhadores do dia.

Em Taiwan, a TSMC, a maior fabricante terceirizada de semicondutores do mundo e uma das principais fornecedoras da Nvidia, viu suas ações crescerem 1,3%.

Esse otimismo tecnológico foi amplamente alimentado pelo entusiasmo em torno da IA, reforçado pelos resultados surpreendentemente positivos da Oracle nos EUA, um indicativo de que o interesse e os investimentos em tecnologia devem ganhar ainda mais força à medida que as taxas de juros americanas iniciarem um ciclo de queda.

04:15 — Revendo dívidas

As negociações entre os Estados Unidos e a China estão em andamento para desenvolver estratégias que mitiguem o risco de default em massa nos mercados emergentes, marcando um dos esforços de colaboração econômica mais substanciais entre as duas maiores economias mundiais nos últimos tempos.

O diálogo foca em encontrar soluções preventivas para estender os prazos de empréstimos e evitar falências de pagamento, procurando assim aliviar a carga do serviço da dívida, que ultrapassa os US$ 400 bilhões anuais para países de menor renda.

Entre as propostas está a expansão dos financiamentos oferecidos pelo Banco Mundial e outras instituições multilaterais.

A meta é implementar essas iniciativas preventivamente, antes que os países cheguem a uma situação de default, iniciando negociações de reestruturação com credores de maneira formal.

Qualquer acordo que emergir das conversas sobre a gestão da dívida soberana global entre os EUA e a China necessitará do endosso do G20, assim como do apoio do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial, instituições que têm enfrentado desafios para solucionar a crise de dívida global desde a pandemia.

Ademais, para que tais propostas sejam eficazes, será essencial obter a concordância dos credores privados. Pelo menos as conversas já começaram.

Uma colaboração entre os EUA e a China nesse aspecto representaria um progresso notável, visto que ambos detêm influências significativas na resolução de dívidas internacionais: os Estados Unidos, por meio do Departamento do Tesouro, exercem um papel dominante na estrutura financeira global, influenciando o FMI e o Banco Mundial, enquanto a China, como principal credor dos países em desenvolvimento, possui uma posição decisiva em muitas dessas negociações.

Esse movimento rumo à cooperação entre as duas potências sinaliza uma via promissora para o enfrentamento conjunto de desafios econômicos globais.

ESQUENTA DOS MERCADOS

O Ibovespa futuro começou o dia em leve alta de 0,06%, aos 128.990 pontos. Já o dólar à vista cai 0,16%, cotado a R$ 4,9668.

QUEM É O HOMEM DE HADDAD QUE VAI PARA O CONSELHO DA PETROBRAS (PETR4)

Em meio à polêmica sobre a distribuição de dividendos, a Petrobras (PETR4) passará por uma mudança importante entre os nomes do governo que dão as cartas na estatal. Isso porque Fernando Haddad passará a ter um nome no conselho de administração da petroleira.

Quem vai ocupar um assento no colegiado é Rafael Dubeux, secretário executivo adjunto do Ministério da Fazenda. Dubeux passará agora pelo crivo do colegiado da estatal.

Ainda não se sabe quem perderá o cargo para a entrada do nome de Haddad. Até agora, as indicações para o conselho partiam do Ministério de Minas e Energia e da Casa Civil.

A indicação de um nome da Fazenda foi definido em reunião na segunda-feira (11) no Palácio do Planalto. O encontro contou com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, além de Haddad, os ministros Alexandre Silveira (Minas e Energia) e Rui Costa (Casa Civil) e o presidente da Petrobras, Jean Paul Prates.

Leia mais.

PIB DO G20 CRESCE 3,2% EM 2023

O PIB do G20, grupo das 20 maiores economias do mundo, cresceu 0,7% no quarto trimestre de 2023 ante os três meses anteriores, segundo dados preliminares de relatório da OCDE.

Em todo o ano de 2023, o PIB do G20 teve alta de 3,2%, repetindo a variação de 2022, também de acordo com estimativas preliminares.

Apenas na China, o avanço da economia desacelerou para 1% no quarto trimestre, ante 1,5% no trimestre anterior.

A expansão também perdeu força nos EUA (de 1,2% no terceiro trimestre para 0,8% no quarto) e no México (de 1,1% para 0,1%), detalhou o relatório. Na Alemanha e no Reino Unido, o PIB teve queda idêntica de 0,3% no último trimestre do ano passado.

Na maioria dos demais países do G20, houve aceleração do crescimento, em especial na Turquia (de 0,3% no terceiro trimestre para 1% no quarto).

Japão e Canadá, por sua vez, se recuperaram no quarto trimestre, após sofrerem contrações no trimestre anterior. No Brasil, a economia ficou estagnada nos últimos três meses de 2023.

AGENDA DO DIA
HorárioPaísEvento
4h00Reino UnidoPIB anual
4h00Reino UnidoProdução industrial em janeiro
4h00Reino UnidoBalança Comercial em janeiro
5h00União EuropeiaReunião de política não monetária do Banco Central Europeu (BCE)
7h00União EuropeiaProdução industrial em janeiro
8h00FrançaPIB da OCDE no 4º trimestre
10h00BrasilMinistro da Fazenda, Fernando Haddad, recebe governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, para tratar da dívida do Estado
12h00BrasilConfiança do Consumidor Reuters/Ipsos em março
11h30Estados UnidosEstoques de petróleo bruto
14h30BrasilÍndice de evolução de emprego do Caged em janeiro
20h50JapãoCompra de títulos estrangeiros
Fonte: Investing.com

Balanços

NomeTickerHorário de divulgação
Petro RioPRIO3Horário a confirmar
Grupo SomaSOMA3Horário a confirmar
MéliuzCASH3Após o fechamento
Via (ex-Via Varejo) (Casas Bahia)VIIA3Horário a confirmar
EletrobrasELET3Após o fechamento
EcoRodoviasECOR3Horário a confirmar
Moura DubeuxMDNE3Horário a confirmar
São CarlosSCAR3Horário a confirmar
EnjoeiENJU3Horário a confirmar
Fonte: Levantamento Seu Dinheiro
FUTUROS DE NOVA YORK AMANHECEM NA LINHA D’ÁGUA

Os índices futuros das bolsas de valores de Nova York amanheceram na linha d’água nesta quarta-feira.

Diante da agenda fraca de hoje nos Estados Unidos, os investidores seguem à espera de algum gatilho capaz de proporcionar algum direcionamento aos negócios.

Com isso, os índices futuros oscilam entre leves altas e baixas.

Confira:

  • S&P 500 futuro: -0,01%
  • Dow Jones futuro: +0,03%
  • Nasdaq futuro: -0,10%
BOLSAS DA EUROPA ABREM EM LEVE ALTA

As principais bolsas de valores da Europa abriram em leve alta nesta quarta-feira.

Os investidores aguardam indicadores regionais depois de a produção industrial britânica ter vindo aquém do esperado.

As oscilações, no entanto, são bastante discretas.

Confira as bolsas na Europa agora:

  • DAX (Frankfurt): +0,26%
  • CAC 40 (Paris): +0,53%
  • FTSE 100 (Londres): +0,13%
  • Euro Stoxx 600: +0,58%
PRODUÇÃO INDUSTRIAL DO REINO UNIDO TEM QUEDA INESPERADA

A produção industrial do Reino Unido sofreu um recuo inesperado na passagem de dezembro de 2023 para janeiro de 2024.

O indicador registrou recuo de 0,2% na leitura mensal. Analistas esperavam alta de 0,1%.

Na comparação anual, houve aumento de 0,5% na produção industrial britânica. A expectativa era de alta de 0,7% na comparação com janeiro do ano passado.

BOLSAS DA ÁSIA FECHAM MISTAS

As principais bolsas de valores da Ásia fecharam sem direção única nesta quarta-feira.

A bolsa de Xangai recuou 0,40%. O mercado chinês segue pressionado por preocupações com a crise imobiliária local.

A bolsa de Tóquio caiu 0,40% em meio a especulações sobre um eventual aperto da política monetária japonesa.

Já as bolsas de Hong Kong e Taiwan fecharam praticamente estáveis, a primeira em queda de 0,07% e a segunda em alta de 0,07%. Em Seul, a bolsa subiu 0,44% hoje.

Veja:

  • Xangai: -0,40%
  • Tóquio: -0,40%
  • Hong Kong: -0,07%
  • Kospi: +0,44%
  • Taiwan: +0,07%
O QUE ROLOU NOS MERCADOS ONTEM?

Depois de três dias de quedas consecutivas, a bolsa brasileira voltou ao tom positivo e a se aproximar dos 130 mil pontos.

O motivo para as baixas anteriores também é mesmo que deu impulso ao mercado hoje: as ações da Petrobras (PETR3;PETR4). Ainda com a polêmica dos dividendos e desdobramentos, os papéis da estatal destoaram do tom negativo do petróleo e subiram na tentativa de zerar as perdas do ano.

O Ibovespa fechou em alta de 1,22%, aos 127.667 pontos. Já o dólar terminou o dia em leve baixa de 0,07%, a R$ 4,9748, no mercado à vista.

Os destaques do dia foram os dados de inflação. Por aqui, o IPCA subiu 0,83% em fevereiro, acima do esperado.

Lá fora, o CPI dos Estados Unidos também avançou, mas dentro do esperado, a 0,4% na base mensal.

Apesar da importância do CPI para o mercado, vale lembrar que ele não é o indicador de inflação preferido do Federal Reserve. Contudo, os investidores sempre acompanham quaisquer sinais de arrefecimento nos preços em buscas de sinais para o alívio nos juros.

Confira o que movimentou os mercados nesta terça-feira (12).

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