O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
De acordo com o banco, as duas últimas novidades anunciadas para o Minha Casa Minha Vida aumentaram a confiança no processo de turnaround da companhia
Em um dia no qual poucas ações do índice imobiliário da B3 registram alta, a Tenda (TEND3) se destaca nesta terça-feira (2). Por volta das 12h45, os papéis da construtora subiam 3,3%, cotados em R$ 12,75.
O avanço ocorre na esteira de uma novidade na avaliação da empresa por parte de analistas: o Santander elevou para compra recomendação para os papéis TEND3.
De acordo com o banco, as duas últimas novidades anunciadas para o Minha Casa Minha Vida (MCMV) aumentaram a confiança no processo de turnaround — ou virada financeira — da companhia.
A primeira delas veio da Receita Federal, com a publicação no início do mês passado da instrução normativa para o Regime Especial de Tributação para Incorporações Imobiliárias do MCMV.
O chamado RET1 prevê que a receita proveniente das unidades vendidas na faixa um do programa habitacional — para consumidores com renda de até R$ 2.640 — tenha uma alíquota efetiva de imposto de apenas 1%.
Já a segunda é ainda mais recente: o Conselho Curador do FGTS aprovou na semana passada o uso de depósitos futuros do fundo de garantia para os financiamentos do Minha Casa Minha Vida.
Leia Também
A Caixa Econômica Federal prevê começar a oferecer linhas de crédito do FGTS Futuro ainda neste mês.
Vale relembrar que cerca de 60% da receita da Tenda está exposta justamente à primeira faixa do MCMV.
Ou seja, a companhia deve se beneficiar dos impostos mais baixos para vendas a esse público e do incremento no acesso dos consumidores de baixa renda aos financiamentos.
O Santander reconhece que as margens da companhia estão se recuperando mais lentamente do que o esperado. Mas destaca que as ações negociam em níveis atrativos, considerando as projeções dos resultados para 2025.
Por isso, os analistas concluíram que há “motores positivos demais” na construtora para serem ignorados e optaram pelo upgrade na recomendação. O preço-alvo é de R$ 17 por ação — um potencial de alta de 33% ante a cotação atual.
Além da Tenda, o Santander também atualizou sua visão para outra construtora de baixa renda, a MRV. O banco já recomendava compra para os papéis MRVE3, e agora elevou o preço-alvo de R$ 13,50 para R$ 14.
Os analistas acreditam que os mesmos fatores que beneficiarão a Tenda também devem favorecer os negócios da MRV, ainda que em menor medida — a companhia está 35% exposta à faixa um do Minha Casa Minha Vida.
Para o banco, as melhorias contínuas apresentadas no desempenho operacional e o valuation atrativo das ações justificam a manutenção da recomendação de compra.
Os analistas destacam que a ação preferida no setor elétrico do banco tem um caixa robusto, que pode se traduzir em dividendos extras para os acionistas
Confira as recomendações da Empiricus Research em abril para ações, dividendos, fundos imobiliários, ações internacionais e criptomoedas
Em discurso à nação na ultima quarta-feira (1), Trump prometeu “levar o Irã de volta a Idade da Pedra”. Com isso, os futuros do Brent dispararam, mas bolsas ao redor do mundo conseguiram conter as quedas. Ibovespa encerrou o dia com leve alta de 0,05%, a 188.052,02 pontos
A Axia Energia teve que abrir espaço para uma outra empresa do setor, além de dividir o pódio com duas companhias do setor bancário e de aluguel de carros
Revisão da carteira internacional mostra uma guinada estratégica para capturar novas oportunidades no mercado global; veja quem saiu e quem entrou no portfólio
O banco cortou a recomendação da dona da Hering de compra para neutra, enquanto revisou estimativas para uma série de outras empresas brasileiras diante da guerra e juros elevados
Banco vê estatal mais protegida em um possível cenário de petróleo mais barato e traz Embraer de volta à carteira do mês
JP Morgan calcula que a venda de subsidiárias poderia gerar renda extra para os acionistas da Cyrela, mas a operação não seria tão benéfica; entenda
As operações reforçam a estratégia do ALZR11 de ampliar a exposição a contratos com inquilinos de grande porte
Banco vê alívio com alta dos spreads petroquímicos em meio à guerra no Oriente Médio e eleva preço-alvo para R$ 10, mas incertezas sobre dívida e possível proteção contra credores seguem no radar. Segundo a Bloomberg, falência não está descartada
A empresa é controlada pelo fundador e presidente-executivo Musk, que já é o mais rico do planeta com US$ 817 bilhões no bolso, e a captação de ainda mais valor no mercado pode fazer esse valor explodir.
Para o BTG Pactual, revisão das tarifas pode reacender a pressão competitiva de plataformas estrangeiras, colocando varejistas brasileiros sob novo teste em meio a juros altos e consumo enfraquecido
Na leitura do mercado, o movimento de queda dos papéis nos últimos 30 dias tem menos a ver com as tensões geopolíticas e mais com fatores específicos
Com os principais segmentos dos FIIs já em ciclo de recuperação, há agora uma fase de expansão potencial, e o BRCO11 é o preferido para brilhar
Apesar das incertezas sobre a demanda no longo prazo, gestor avalia que o risco de preços muito baixos da commodity diminuiu e que setor do petróleo tem potencial de alta
Ações da Natura (NATU3) lideram os ganhos do Ibovespa após anúncio de nova estrutura de governança e sinalização de investimento relevante da Advent, que pode redefinir o valuation e sustentar o interesse pelo papel.
Segundo o banco de investimentos, o cenário macro mais favorável coloca o Brasil em evidência
Levantamento com assessores indica que apetite por risco permanece inalterado, com o sentimento pelo Ibovespa deteriorando na margem
Companhia inicia campanha de perfuração e aproveita cenário externo turbulento para ganhar tração no Ibovespa
Os mercados começaram a semana sob tensão geopolítica, com guerra no Oriente Médio elevando o preço do petróleo e dividindo investidores, enquanto falas de Galípolo reforçam cautela do BC