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Larissa Vitória

Larissa Vitória

É repórter do Seu Dinheiro. Formada em jornalismo na Universidade de São Paulo (ECA-USP), já passou pelo portal SpaceMoney e pelo departamento de imprensa do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT).

DESTAQUES DA BOLSA

Ações da Moura Dubeux (MDNE3) abrem a semana em disparada; Santander vê espaço para alta de mais de 50% dos papéis e dividendos

O banco reforçou a recomendação de compra para os papéis e elevou também as estimativas e o preço-alvo da construtora

Larissa Vitória
Larissa Vitória
1 de julho de 2024
11:27 - atualizado às 14:31
Projeção digital da fachada do Parque das Dunas, um dos empreendimentos da Mood, marca da construtora Moura Dubeux
O Parque das Dunas, localizado em Natal, é um dos primeiros empreendimentos lançados pela Mood, marca da Moura Dubeux criada para atender consumidores de classe média - Imagem: Divulgação/Montagem Seu Dinheiro

As ações da Moura Dubeux (MDNE3) começaram a semana e o mês de julho em uma nota muito positiva. Por volta das 11h20 desta segunda-feira (1º), os papéis operavam em alta de 5,33%, cotados em R$ 11,67.

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Um dos combustíveis para o desempenho é um relatório publicado mais cedo pelo Santander. O banco revisou os números para a construtora e incorporadora, elevando as estimativas e também o preço-alvo para as ações.

Os analistas enxergam espaço para a cotação alcance os R$ 18 em 2024, um avanço de 54% ante o valor atual e de 12,5% na comparação com o preço-alvo anterior, de R$ 16.

Além disso, reforçaram a recomendação de compra para os papéis com base na posição competitiva nas principais capitais da região Nordeste — onde a companhia é líder de mercado —, valuation e estimativas atrativos e um balanço sólido.

Competição limitada favorece Moura Dubeux (MDNE3)

O banco elevou também as estimativas operacionais para a Moura Dubeux no próximo ano. A nova projeção é que a companhia lance R$ 2,5 bilhões em imóveis em 2025, uma alta de 25% na comparação com 2024.

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A cifra também representa um crescimento de 28% em relação à projeção anterior do Santander. Segundo o banco, o número maior deve ser possível graças aos seguintes fatores:

Leia Também

  • Demanda resiliente por residências no Nordeste e a competição limitada nas praças em que a companhia atua;
  • Procura maior que a esperada por empreendimentos feitos no modelo de condomínio, que se beneficiam de um risco menor de caixa nos projetos e devem representar 40% da operação;
  • Potencial "robusto" de expansão da Mood, a marca da construtora voltara para imóveis de média e baixa renda

"É importante ressaltar que os clientes da Mood aderem principalmente à modalidade de crédito associativo, o que também diminui a exposição de caixa no nível do projeto e permite um crescimento mais forte no curto prazo", afirmam os analistas.

Além disso, considerando os últimos balanços apresentados, o Santander vê espaço para que a Moura Dubeux vire uma "pagadora recorrente de dividendos" em 2025, distribuindo cerca de R$ 100 milhões por ano.


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