Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Julia Wiltgen

Julia Wiltgen

Jornalista formada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) com pós-graduação em Finanças Corporativas e Investment Banking pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Trabalhou com produção de reportagem na TV Globo e foi editora de finanças pessoais de Exame.com, na Editora Abril. Hoje é editora-chefe do Seu Dinheiro.

Balanço do ano

O ranking do Tesouro Direto: com altas de quase 30%, esses títulos públicos venceram o Ibovespa e o CDI com folga em 2023

Melhor título público de 2023 subiu 27,5% e foi beneficiado pela queda nos juros e na inflação; veja o ranking completo

Julia Wiltgen
Julia Wiltgen
30 de dezembro de 2023
17:37
Baú de Tesouro na praia
Os prefixados foram os grandes vencedores do Tesouro Direto em 2023 e ficaram entre os melhores investimentos do ano. - Imagem: Shutterstock

O ano de 2023 foi bom para a bolsa, mas foi ótimo também para os títulos públicos. Alguns deles chegaram a se valorizar quase 30% e não só superaram o CDI, que terminou o ano acumulando alta de 13%, como os ganhos de 22% do Ibovespa.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os grandes campeões do ano entre os títulos negociados no Tesouro Direto foram os prefixados, especialmente os mais longos, beneficiados não só pela queda dos juros futuros como pelo controle da inflação.

A queda nos juros, por sua vez, refletiu a melhora do risco fiscal - com a aprovação do arcabouço fiscal, de medidas para ampliar a arrecadação do governo e da reforma tributária -, o início do ciclo de cortes na taxa Selic e o fim das altas de juros nos Estados Unidos, com a surpreendente sinalização de três cortes nas taxas pelo Federal Reserve no ano que vem.

Os dois títulos públicos campeões do ano em valorização ainda estão disponíveis para compra no Tesouro Direto. O primeiro lugar ficou com o Tesouro Prefixado 2029, com alta de 27,51% em 2023, seguido do Tesouro Prefixado com Juros Semestrais 2033, que se valorizou 26,33% no ano.

Eles também apareceram entre os melhores investimentos do ano, considerando todas as principais classes de ativos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Completa o pódio o Tesouro Prefixado com Juros Semestrais 2031, que não está mais disponível para compra no Tesouro Direto, apenas para venda, com ganho de 24,61% no acumulado do ano. Veja o ranking completo a seguir:

Leia Também

Os melhores títulos públicos do Tesouro Direto em 2023

Títulos públicosDesempenho no ano
Tesouro Prefixado 2029*27,51%
Tesouro Prefixado com Juros Semestrais 2033*26,33%
Tesouro Prefixado com Juros Semestrais 203124,61%
Tesouro IPCA+ 2045*22,98%
Tesouro Prefixado com Juros Semestrais 202922,76%
Tesouro Prefixado com Juros Semestrais 202719,73%
Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais 2055*19,69%
Tesouro Prefixado 2026*19,48%
Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais 205019,46%
Tesouro IPCA+ 2035*18,38%
Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais 204518,31%
Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais 2040*18,24%
Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais 203516,45%
Tesouro Prefixado 202515,71%
Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais 2032*15,57%
Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais 203015,17%
Tesouro Prefixado com Juros Semestrais 202515,14%
Tesouro Prefixado 202414,23%
Tesouro IPCA+ 202613,64%
Tesouro Selic 202713,38%
Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais 202613,28%
Tesouro Selic 202513,10%
Tesouro Selic 202413,06%
Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais 202411,48%
Tesouro IPCA+ 202411,48%
(*) Títulos ainda disponíveis para compra no Tesouro Direto
Fonte: Tesouro Direto
  • ONDE INVESTIR EM 2024: Descubra o que esperar do cenário econômico brasileiro e internacional e quais são os melhores investimentos para a sua carteira, em diferentes classes de ativos. Clique aqui.

Os títulos públicos indexados à inflação também se saíram bem ao longo do ano, notadamente os de maior prazo.

O melhor desempenho dessa categoria ficou com o Tesouro IPCA+ 2045, que apresentou forte recuperação do tombo que levou em 2022, quando foi um dos piores investimentos do ano. Sua alta em 2023 acumulou 22,98%.

Em seguida veio o Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais 2055, com ganho de 19,69% em 2023. Ambos os títulos ainda são oferecidos para compra pelo Tesouro Direto.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Já os títulos Tesouro IPCA+ mais curtos, com vencimento agora em 2024, tiveram as valorizações mais modestas, ficando abaixo até mesmo do CDI.

Tesouro Selic se saiu bem, apesar de cortes na taxa básica

Os títulos pós-fixados e indexados à taxa Selic ainda se saíram bastante bem neste ano, apesar do início dos cortes na meta da taxa básica de juros.

Os papéis Tesouro Selic, os mais seguros do Tesouro Direto e de toda a economia brasileira, renderam mais de 13% em 2023, acima da taxa Selic, que fechou o ano com uma variação acumulada de 13,05%. Ou seja, ainda foi possível receber um retorno de dois dígitos correndo praticamente nenhum risco.

Os títulos Tesouro Selic ainda oferecidos para compra no Tesouro Direto, aqueles com vencimentos em 2026 e 2029, não constam na tabela acima pois passaram a ser ofertados neste ano, não dispondo de rentabilidade em todos os meses.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A meta da taxa básica começou o ano em 13,75% e passou por quatro cortes de 0,50 ponto percentual a partir de agosto, até chegar aos atuais 11,75% ao ano. A expectativa do mercado é que a Selic continue caindo ao longo de 2024, até pelo menos a casa dos 9,00% ao ano.

TOUROS E URSOS - Haddad, Bitcoin, Petrobras e ChatGPT… Elegemos os melhores do ano (Milei e Barbie perderam) — aqui está o ranking

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
MEDO NO AR

Renda fixa: títulos públicos do mundo inteiro disparam com a expectativa de uma nova onda de aumento dos juros

20 de março de 2026 - 17:25

Preocupação com inflação levou o principal título da Inglaterra a oferecer 5% de juro, maior nível desde 2008; nos EUA, o Treasury de 30 anos chegou a 4,95%

SIMULAÇÃO

Renda fixa: quanto rendem R$ 10 mil no CDB, na LCA, no Tesouro Selic e na poupança com os juros em 14,75% ao ano?

18 de março de 2026 - 19:42

O Copom reduziu a taxa Selic, mas o retorno da renda fixa continua o mais atrativo do mercado; confira as rentabilidades

RENDA FIXA

Tesouro Direto: Prefixado a 14% e IPCA + 8% aqui não! Tesouro Nacional vai às compras e isso é bom para a sua carteira

17 de março de 2026 - 19:32

Iniciativa do Tesouro acalmou o mercado de títulos públicos e tende a diminuir preços e taxas diante da crise com a guerra no Oriente Médio

RENDA FIXA

O que vai acontecer com a renda fixa? Situação da Raízen (RAIZ4) e corte na Selic são motivos de alerta para gestores de fundos

16 de março de 2026 - 19:48

Fundos de crédito começam a registrar resgates pelos investidores, mas volume ainda é pequeno — o risco é aumentar nos próximos meses

CRÉDITO EM CRISE

Raízen (RAIZ4): como ficam as debêntures, bonds e CRAs após o pedido de recuperação extrajudicial?

11 de março de 2026 - 18:33

Alterações em prazos, juros ou conversões para ações podem afetar os títulos de dívida que têm a Raízen como devedora

ISENTO DE IR

Renda fixa: LCAs mais rentáveis de fevereiro pagam até 94,5% do CDI, sem imposto de renda; veja prazos e emissores

10 de março de 2026 - 19:45

As emissões com taxas prefixadas ofereceram 11,59% de juro ao ano — quase 1% ao mês isento de IR

CARTEIRA RECOMENDADA

Corte na taxa Selic e guerra no Oriente Médio: como investir em Tesouro Direto e outros títulos de renda fixa em março?

10 de março de 2026 - 14:01

Incerteza global mexeu nas taxas dos títulos públicos e interrompeu os ajustes na precificação dos títulos de renda fixa pela perspectiva de corte nos juros

ESTRATÉGIA DO GESTOR

Paradoxo da Selic: corte nos juros tende a diminuir risco de calote na renda fixa, mas Sparta alerta para outro risco no horizonte

9 de março de 2026 - 15:32

Ciclo de queda da taxa básica de juros tende a aumentar a volatilidade no mercado secundário de crédito privado e lembrar ao investidor que renda fixa não é proxy de CDI

CRÉDITO PRIVADO

Os juros vão cair, e esses são os melhores setores para investir na renda fixa com a taxa Selic menor

23 de fevereiro de 2026 - 19:04

Relatório da Empiricus com gestores de crédito mostra quais são as apostas dos especialistas para um corte maior ou menor nos juros; confira

ESTRATÉGIA DO GESTOR

Renda fixa sem IR: é hora de investir em CRAs ou em debêntures incentivadas? A Sparta responde

23 de fevereiro de 2026 - 14:01

A vantagem fiscal não deve ser o único benefício de um título de crédito — o risco também deve ser remunerado, e nem toda renda fixa está pagando essa conta

OPORTUNIDADE NO CRÉDITO

Não é hora de sair da renda fixa? Moody’s prevê bilhões em emissões no primeiro semestre

12 de fevereiro de 2026 - 18:58

Com R$ 117 bilhões em títulos para vencer, empresas devem vir a mercado para tentar novas emissões, a taxas ainda atraentes para o investidor

RENDA FIXA

CDBs dos bancos Pleno, Original e Pine estão entre os mais rentáveis de janeiro, pagando até 110% do CDI; vale a pena investir?

10 de fevereiro de 2026 - 16:15

Levantamento da Quantum Finance mostra quais emissões ficaram com taxas acima da média do mercado

SEM CONFIANÇA

Raízen (RAIZ4) non grata: investidores vendem debêntures da empresa com prejuízo, diante de maior percepção de risco

9 de fevereiro de 2026 - 14:01

Depois dos bonds, debêntures da Raízen derretem no mercado secundário, com abertura de até 40 pontos percentuais em taxas

CARTEIRA RECOMENDADA

Livres de imposto de renda: as recomendações de CRI, CRA e debêntures incentivadas para fevereiro

6 de fevereiro de 2026 - 15:05

Carteiras recomendadas de bancos destacam o melhor da renda fixa para o mês e também trazem uma pitada de Tesouro Direto; confira

REAL VS. DÓLAR

Crédito privado em reais ou em dólar? BTG destaca empresas brasileiras para investir em debêntures e em bonds

5 de fevereiro de 2026 - 19:01

Em alguns casos, o ganho de um título em dólar sobre o equivalente em real pode ultrapassar 3 pontos percentuais

SAÍDA EM MASSA

Shell e Cosan soltaram a mão da Raízen (RAIZ4)? Investidores acreditam que sim e bonds derretem com venda em massa

5 de fevereiro de 2026 - 14:01

Juros dos títulos em dólar explodem em meio à falta de apoio claro de Cosan e Shell

RENDA FIXA EM DÓLAR

Bonds da Raízen (RAIZ4), Aegea e Brava (BRAV3): as escolhas do BTG para a carteira de renda fixa internacional em fevereiro

4 de fevereiro de 2026 - 10:45

Banco vê oportunidade de ganho significativo em dólar, investindo em empresas brasileiras e conhecidas

RENDA FIXA

Títulos do Tesouro Direto ganham novos prazos: veja o que muda para o investidor

3 de fevereiro de 2026 - 15:35

Papéis prefixados e indexados à inflação tem vencimento alongado, enquanto Tesouro Selic só oferece um vencimento

RENDA FIXA

Tesouro Direto: A ‘janela de ouro’ do Tesouro IPCA+, que pode render até 91% com a queda dos juros

2 de fevereiro de 2026 - 16:45

Relatório da XP recomenda a janela estratégica rara nos títulos indexados à inflação e indica os dois títulos preferidos da casa

RENDA FIXA

Mais rentável que a poupança e tão fácil quanto um ‘cofrinho’: novo título do Tesouro Direto para reserva de emergência já tem data para estrear

30 de janeiro de 2026 - 17:25

O novo título público quer concorrer com os ‘cofrinhos’ e ‘caixinhas’ dos bancos digitais, e ser uma opção tão simples quando a poupança

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia