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O acordo para interromper o avanço do grupo mercenário foi intermediado pelo governo bielorrusso, país aliado da Rússia
A ordem é recuar. Para evitar o "derramamento de sangue", o líder do grupo mercenário Wagner, Yevgeny Prigozhin, afirmou que os combatentes mercenários deveriam recuar, em mensagem de áudio, segundo a agência de notícias Reuters.
O grupo já estava a caminho de Moscou, após assumir o controle da cidade de Rostov. A tropa avançou cerca de 200 quilômetros em direção à capital russa nas últimas 24 horas.
Antes da interrupção da marcha a Moscou, o grupo paramilitar postou vídeos com uma rendição de 180 militares russos na fronteira de Bugaevka, na Rússia. E, ainda de acordo com as tropas mercenárias, cerca de 25 mil combatentes do Wagner já estavam armados.
Em temor a escalada do conflito, Belarus, aliado da Rússia, trabalha como um intermediador entre o Wagner Group e o governo de Vladimir Putin.
Minutos antes do anúncio do recuo de Wagner, o gabinete do presidente bielorrusso, Alexander Lukashenko, disse que havia negociado um acordo com Prigozhin para reduzir a escalada da situação. A informação foi transmitida pelo canal oficial do Telegram da Presidência bielorrussa.
*Com informações de Agência Brasil e Reuters
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