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Segundo o presidente russo, Moscou não vai usar armas nucleares por se sentir ameaçada: “nenhuma pessoa de mente sã pensaria em usar armas nucleares contra a Rússia”, declarou

A Rússia deve, em breve, mostrar as razões para ser considerada uma potência nuclear — pelo menos no que depender do presidente Vladimir Putin.
O chefe do Kremlin disse nesta quinta-feira (5) que há chances de Moscou retomar os testes nucleares pela primeira vez em mais de três décadas.
“Ouço apelos para começar a testar armas nucleares, para regressar aos testes”, afirmou Putin, referindo-se às sugestões de cientistas políticos e especialistas radicais que dizem que tal medida poderia enviar uma mensagem poderosa aos inimigos no Ocidente.
E engana-se quem acha que Putin está cogitando usar armas nucleares por se sentir ameaçado. Segundo o próprio, a existência do Estado russo não está ameaçada.
"Acho que nenhuma pessoa de mente sã e memória clara pensaria em usar armas nucleares contra a Rússia", afirmou.
Além de considerar a retomada dos testes nucleares, Putin também estuda a retirada da ratificação de um tratado histórico de proibição de testes nucleares.
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Já sobre a doutrina russa, o chefe do Kremlin disse que não havia necessidade de mudança, já que qualquer ataque ao país provocaria uma resposta em uma fração de segundo com centenas de mísseis nucleares aos quais nenhum inimigo poderia sobreviver.
"Precisamos mudar isso? E por quê? Tudo pode ser mudado, mas simplesmente não vejo necessidade disso", disse Putin sobre a doutrina nuclear — a política do Kremlin que estabelece as circunstâncias em que a Rússia pode usar suas armas.
O presidente russo anunciou que a Rússia realizou com sucesso um teste de uma nova geração de mísseis de cruzeiro movidos a energia nuclear.
O programa para desenvolver o Burevestnik foi anunciado por Putin em março de 2018 como parte de uma iniciativa mais ampla para uma nova geração de mísseis intercontinentais e hipersônicos.
No entanto, analistas ocidentais dizem que o programa tem enfrentado problemas desde então, com uma série de testes que falharam.
Em 2019, a Iniciativa de Ameaça Nuclear (NTI), um grupo analítico de código aberto, afirmou que “o Burevestnik foi testado 13 vezes, com dois sucessos parciais.”
*Com informações da CNN e da Reuters
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