O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Essa é a primeira vez que o presidente russo toma uma decisão como essa em resposta ao congelamento de ativos por países europeus
Se tem uma coisa que Vladimir Putin não faz é deixar barato. Nesta quarta-feira (26), o presidente russo assinou decreto para assumir o controle das subsidiárias de duas empresas estrangeiras de energia.
O movimento envia um recado claro para o Ocidente: Moscou pode tomar medidas semelhantes contra outras empresas internacionais se os ativos russos no exterior forem confiscados.
Na mira do decreto de hoje estão a divisão da alemã Uniper na Rússia e os ativos da finlandesa Fortum Oyj — uma resposta de Putin ao congelamento de ativos russos por países europeus.
As ações da Uniper e da Fortum Oyj foram colocadas sob o controle temporário da Rosimushchestvo, a agência imobiliária do governo russo.
A Uniper tem uma participação de 83,73% na subsidiária russa Unipro, que durante anos forneceu gás natural para a Alemanha.
Antes da invasão da Ucrânia pela Rússia, a Uniper tentou vender sua participação na Unipro. Um comprador foi encontrado, mas as autoridades russas nunca aprovaram a venda.
Leia Também
O decreto de hoje cita ainda que a Rússia precisava tomar medidas urgentes para responder a ações não especificadas dos EUA e de outros países que disse serem “hostis e contrários ao direito internacional”.
O controle russo dos ativos europeus, segundo o decreto, é temporário. Mas tudo indica que não serão devolvidos tão cedo.
Isso porque, em outubro do ano passado, o presidente do Conselho Europeu, Charles Michel, disse que a União Europeia estava pensando em usar ativos russos congelados sob sanções para ajudar a reconstruir a Ucrânia.
Do lado russo, o sinal de entendimento também está longe de ser enviado. O executivo-chefe do banco estatal russo VTB PAO disse na segunda-feira (24) que Moscou deveria considerar assumir os ativos de empresas estrangeiras na Rússia, como a Fortum, e só devolvê-los quando as sanções relacionadas à guerra na Ucrânia forem suspensas.
Se as apreensões temporárias das duas subsidiárias não são exatamente uma surpresa — a Fortum já havia alertado os acionistas do risco de expropriação — a ideia da expropriação também não é uma iniciativa exclusiva de Putin.
Em novembro do ano passado, as Nações Unidas (ONU) adotaram uma resolução pedindo que a Rússia fosse responsabilizada pela invasão da Ucrânia, o que era contrário ao direito internacional, e que Moscou pagasse reparação pela destruição da Ucrânia e pelas vidas perdidas.
A resolução afirmava que Moscou “deve arcar com as consequências legais de todos os seus atos internacionalmente ilícitos, incluindo a reparação de danos causados por tais atos”.
Meses depois, em fevereiro deste ano, a secretária do Tesouro dos EUA, Janet Yellen, disse que a Rússia deveria arcar com os custos dos enormes danos causados por sua guerra na Ucrânia, embora também tenha notado que havia “obstáculos legais significativos” para confiscar os principais ativos russos congelados.
*Com informações da Reuters e da Bloomberg
O governo norte-americano iniciou a comercialização do petróleo venezuelano e promete usar os recursos para estabilizar a economia, ressarcir empresas e ampliar influência política na região
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirma que a elevação do orçamento militar para US$ 1,5 trilhão em 2027 será financiada por tarifas comerciais
Além das janelas de oportunidade entre setores e empresas, o BTG Pactual também avaliou como mercados no Brasil, Argentina, Chile, Peru e Colômbia podem se beneficiar e se prejudicar após a queda de Maduro
Para que as empresas norte-americanas de defesa distribuam dividendos e recomprem ações, o republicano impôs condições; ele também defendeu um teto para a remuneração de executivos
O metal precioso encerrou o ano passado com o maior ganho desde pelo menos 1979, superando em muito o índice S&P 500
O petróleo venezuelano está entre os mais pesados e com maior teor de enxofre do mundo, e apenas um número limitado de refinarias está equipado para processá-lo com eficiência
De acordo com especialistas, o momento não é de euforia e sim de pé no chão com a disparada dos papéis dessas companhias — e tudo por causa do petróleo
Índices dos EUA viveram três anos de altas impulsionadas pela inteligência artificial, mas sinais de instabilidade e tensões geopolíticas aumentam o risco de uma correção brusca
Única petroleira americana atua no país há mais de um século e pode sair na frente com a abertura do setor após a queda de Nicolás Maduro
Governo chinês afirma que a ação dos EUA fere normas internacionais e pede que a crise seja resolvida por meio do diálogo
Rodríguez assume em meio à crise política e militar, enquanto Washington sinaliza negociação e Caracas reage
Detido pelos Estados Unidos, o presidente venezuelano aguarda a tramitação das acusações em uma prisão federal de Nova York conhecida por abrigar réus de alta notoriedade e por suas duras condições internas
Reunião foi convocada após ação militar dos EUA que resultou na prisão de Nicolás Maduro; secretário-geral da ONU alerta para “precedente perigoso”
O presidente norte-americano revelou que a operação usou forças aéreas, terrestres e navais. Maduro e a esposa, Cilia Flores, estão sendo levados para Nova York
Líderes de diversos países da América Latina condenaram os ataques dos Estados Unidos nesta manhã, com exceção apenas do presidente da Argentina
Edição de 100 anos acontece em 31 de dezembro; confira os horários das largadas e onde ver a transmissão ao vivo
A edição centenária da São Silvestre entra para a história ao pagar R$ 296 mil em prêmios
Após o telefonema entre os líderes políticos, o Kremlin informou que ambos os presidentes não apoiam a pressão de europeus; entenda
O contato busca destravar negociações de paz enquanto impasse territorial segue no centro das discussões
Bússola para a segunda maior economia do mundo, o plano quinquenal 2026-2030 mostra até onde Xi Jinping pode ir na busca pela supremacia chinesa