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Os combates não dão sinais de chegar ao fim; Israel segue preparando uma incursão por terra, enquanto o Hamas não recua. Universidade em Gaza é destruída, energia acaba na região e ajuda militar dos EUA começa a chegar.
Ataque bárbaro, massacre, brutalidade. Essas são algumas das expressões usadas para classificar o quinto dia de confrontos entre Israel e o Hamas na Faixa de Gaza — um conflito que parece estar longe de acabar.
De um lado o grupo extremista segue ameaçando executar com transmissão em vídeo os mais de 100 reféns que foram capturados no ataque de sábado (7) ao território israelense. Do outro, as forças de Benjamin Netanyahu destroem alvos palestinos.
Nesta quarta-feira (11), caças israelenses atacaram a Universidade Islâmica na Cidade de Gaza. “Os intensos ataques aéreos destruíram completamente alguns edifícios da Universidade Islâmica”, disse à AFP Ahmed Orabi, da administração da universidade.
As Forças de Defesa de Israel (IDF, na sigla em inglês) alegam que a universidade era um centro político usado pelo Hamas.
Israel também se prepara para entrar na Faixa de Gaza, um território controlado pelo Hamas há 15 anos, por terra. Ontem, o exército israelense posicionou uma barreira de tanques na fronteira e a ofensiva terrestre pode acontecer a qualquer momento.
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Israel está formando um governo de emergência e um gabinete de gestão de guerra. Isso significa que o líder do Partido da Unidade Nacional, Benny Gantz, se juntará ao primeiro-ministro Benjamin Netanyahu e ao atual ministro da Defesa, Yoav Gallant, em um “gabinete de gestão de guerra”.
Com isso, o governo israelense não aprovará nenhuma lei nem tomará decisões que não digam respeito à condução da guerra — isso quer dizer que a controversa reforma judicial não avançará enquanto o governo de emergência estiver em vigor.
Até o momento, não há indicação de que o líder da oposição Yair Lapid e o seu partido Yesh Atid se juntem ao governo.
A única central elétrica de Gaza parou de funcionar depois de ficar sem combustível, segundo o chefe da autoridade energética de Gaza, Galal Ismail. “Gaza está atualmente sem energia”, disse.
As pessoas em Gaza ainda podem utilizar geradores de energia para obter eletricidade, de acordo com Ismail, mas com um bloqueio em todos os lados da fronteira, o combustível necessário para o funcionamento dos geradores está acabando.
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As Forças de Defesa de Israel (IDF, na sigla em inglês) confirmaram o ataque ao Líbano, uma resposta a mísseis antitanque lançados em um dos postos militares perto da fronteira libanesa.
O grupo libanês Hezbollah disse ter disparado contra uma região israelense com “mísseis guiados” em resposta ao assassinato de três de seus membros na segunda-feira (9).
Foguetes também foram disparados do sul do Líbano em direção a Israel na terça-feira (10), de acordo com Al Manar, um canal libanês de propriedade do Hezbollah. O Hezbollah não afirmou ter disparado os foguetes.
As IDF disseram que responderam com fogo de artilharia, em outro sinal das crescentes tensões ao longo da fronteira norte de Israel com o Líbano.
As Forças de Defesa de Israel informaram que o primeiro avião transportando armamentos dos EUA chegou à base aérea de Nevatim, no sul de Israel, na noite de terça-feira (1).
“A cooperação entre os nossos militares é uma parte fundamental para garantir a segurança e estabilidade regional em tempos de guerra”, disse a IDF no X (antigo Twitter).
O Comissário da União Europeia para o Mercado Interno, Thierry Breton, escreveu uma carta ao CEO da Meta, Mark Zuckerberg, dizendo que houve uma “onda de conteúdo ilegal e desinformação” nas plataformas Meta.
Ele pediu a Zuckerberg que seja “muito vigilante” para garantir o cumprimento das regras, agir contra conteúdos ilegais e implementar medidas de mitigação proporcionais e eficazes.
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