🔴 MASTERCLASS GRATUITA: INVISTA MELHOR USANDO O CLAUDE – FAÇA SUA INSCRIÇÃO AQUI

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

“POTENCIALMENTE PERIGOSO”

Guerra (cada vez mais) quente: o alerta da Rússia sobre o conflito Israel-Hamas coloca o petróleo em xeque

Russos e sauditas se reuniram hoje para avaliar o impacto dos combates sobre a produção da commodity; participação do Irã pode ser determinante para guiar os preços

Petróleo
Imagem: Canva

A Rússia alertou nesta quarta-feira (11) que o conflito Israel-Hamas tem as características de uma guerra quente neste momento e pode ser potencialmente “muito perigoso”. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O alerta é feito quando os maiores produtores de petróleo do mundo — Rússia e Arábia Saudita — reúnem-se em Moscou para discutir a situação do mercado de petróleo em meio à violência contínua e à incerteza geopolítica no Oriente Médio. 

“É claro que os mercados petrolíferos globais são muito sensíveis aos acontecimentos que estão atualmente se desenrolando em torno do conflito israelo-palestino e, claro, neste caso, a nossa coordenação com os sauditas e outros parceiros”, disse o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov.

O ataque surpresa do Hamas no fim de semana desencadeou um aumento no preço de referência mundial do petróleo, que subiu quase US$ 4 por barril, ou mais de 4%, para US$ 88, enquanto os traders especulavam que uma escalada mais ampla do conflito em toda a região do Médio Oriente poderia perturbar a produção e o fornecimento da commodity. 

Israel produz pouco petróleo, mas os mercados temem que o conflito possa agravar e perturbar a oferta vinda do Médio Oriente, agravando o déficit esperado para o resto do ano.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Petróleo em US$ 100 o barril?

Embora o conflito tenha feito o barril disparar, os preços do petróleo ainda estão longe dos patamares de US$ 100 vistos este ano — mas tem quem acredite que esse cenário pode mudar com o conflito entre Israel e o Hamas. 

Leia Também

BALANÇOS

Foguete decola, streaming trava: SpaceX sobe e Netflix cai após resultados trimestrais; entenda os números

DE PARIS A MARSELHA

Ruas em chamas na França, mercados pegam fogo na Europa — e isso mexe com os investimentos

Magid Shenouda, vice-presidente-executivo da gigante do comércio de commodities Mercuria, disse em uma conferência do setor nos Emirados Árabes Unidos nesta quarta-feira que o preço do petróleo poderia chegar a US$ 100 por barril se a situação no Oriente Médio piorasse.

“Não creio que muitos analistas acreditassem que chegaria a US$ 100 em circunstâncias normais. Acho que os eventos que aconteceram recentemente colocaram uma grande nuvem sobre para onde as coisas poderiam ir”, disse Shenouda.

Os preços globais do petróleo subiram para US$ 90 o barril no mês passado, depois de as superpotências petrolíferas terem anunciado que iriam prolongar os seus cortes coordenados de produção até dezembro para sustentar as cotações.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na ocasião, a Arábia Saudita e a Rússia concordaram em reter 1,3 milhão de barris por dia, ou mais de 1% da demanda global, até ao final do ano, em uma medida que frustrou autoridades monetárias que lutam contra a inflação.

No início da tarde de hoje, os futuros de petróleo operavam em queda de mais de 2%, situando-se na casa dos US$ 80 o barril. Acompanhe a nossa cobertura ao vivo dos mercados.

  • ONDE INVESTIR EM OUTUBRO? Analistas da Empiricus Research revelam suas principais recomendações para o mês em entrevista completa para o Youtube do Seu Dinheiro. Assista agora:

O compromisso da Rússia

Na reunião entre sauditas e russos de hoje, o vice-primeiro-ministro da Rússia, Alexander Novak, afirmou que Moscou estava pronta para aumentar a oferta de produtos petrolíferos à Arábia Saudita. 

Os países do Golfo, que têm as próprias refinarias, normalmente reexportam combustível russo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Novak também disse que a Rússia está pronta para cooperar com os sauditas em energia nuclear, exploração geológica e fornecimento de alimentos.

Ontem, a Arábia Saudita indicou que estava trabalhando com parceiros regionais e internacionais para evitar a escalada da situação entre Israel e o Hamas em Gaza, e reafirmou que apoia os esforços para estabilizar os mercados de petróleo.

Irã, o inimigo de Israel

O Irã é um dos principais produtores de petróleo da região e seu envolvimento no conflito entre Israel e o Hamas, segundo especialistas, pode mexer de fato com o mercado de petróleo global.

Assim que o Hamas atacou o território israelense no sábado (7), o governo de Teerã parabenizou o grupo terrorista — uma reação esperada já que os iranianos são conhecidos por fornecer armamento aos militantes que atuam na Faixa de Gaza. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Hoje, no entanto, os EUA recolheram informações específicas que lançam dúvidas sobre a ideia de que o Irã esteve diretamente envolvido no planejamento, fornecimento de recursos ou aprovação do ataque a Israel.

Ainda assim, as fontes ouvidas pela CNN sublinharam que a comunidade de inteligência não está preparada para chegar a uma conclusão, pois continuam a procurar provas do envolvimento iraniano no ataque que apanhou Israel e os EUA de surpresa.

*Com informações da CNBC, da Reuters e do The Guardian

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Logo da marca Apple em uma fachada de prédio 14 de outubro de 2026 - 17:16
Wall Street, mercado norte-americano, EUA, bolsas carteira internacional 14 de outubro de 2026 - 14:06
A mão de um robô humanoide segura várias cédulas de dólar 13 de outubro de 2026 - 17:32
Em um fundo rosa claro, vários dispositivos da Apple para o lar aparecem na parte inferior da imagem. Na parte superior, a frase: Welcome, HomeView 13 de outubro de 2026 - 13:31
Montagem que traz o prédio da Apple ao lado esquerdo, com o símbolo da maçã ao lado, e Elon Musk no lado direito, olhando para a maçã 12 de outubro de 2026 - 18:45
Imagem traz a bandeira dos EUA ao fundo. Em primeiro plano, uma mão segurando o índice S&P 500. 12 de outubro de 2026 - 16:31
Imagem gerada por IA mostra Warren Buffett lendo 'A Arte da Guerra' na frente de uma lareira. 12 de outubro de 2026 - 11:57
prêmio nobel 10 de outubro de 2026 - 7:48

UM RISCO NEM TÃO ADMINISTRADO ASSIM

O Nobel de Economia que alertou para o risco e viu seu fundo perder 44% em um mês

10 de outubro de 2026 - 7:48
Imagem traz a bandeira dos EUA ao fundo. Em primeiro plano, uma mão segurando o índice S&P 500. 9 de outubro de 2026 - 18:31
prêmio nobel 9 de outubro de 2026 - 8:35
prêmio nobel 8 de outubro de 2026 - 8:49
prêmio nobel 7 de outubro de 2026 - 10:17
prêmio nobel 5 de outubro de 2026 - 13:39
Brasil segue sem um Nobel oficial, mas já teve um filho de estrangeiros nascido no Rio, um físico injustiçado e a primeira vencedora do “Nobel da Agricultura 3 de outubro de 2026 - 7:14
Henry Kissinger 2 de outubro de 2026 - 15:05

NÃO ACEITAMOS DEVOLUÇÃO

Henry Kissinger, o Nobel da Paz que tentou devolver o prêmio, mas não conseguiu

2 de outubro de 2026 - 15:05
Peter Handke 30 de setembro de 2026 - 16:32
nvidia ações nvda ia 28 de setembro de 2026 - 19:18
Montagem com um fundo com notas de dólares e, ao centro, uma mão segurando um iPhone Duo aberto. 28 de setembro de 2026 - 14:30
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar