O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Clemente é um dos seis filhos do Leonardo Del Vecchio, italiano falecido em 2022 e fundador da Luxxottica, maior empresa de óculos do mundo
Não é uma falácia dizer que a riqueza é construída ao longo do tempo — um conselho dado por muitos gurus do mercado financeiro. E, não à toa, a idade média dos bilionários é de 65 anos, segundo a revista Forbes.
Mas, como em toda regra, há (quase sempre) uma exceção, e no caso das pessoas mais ricas do mundo não é diferente: há alguns jovens com mais de US$ 1 bilhão de patrimônio. Seja pela criação de um negócio “inovador”, como as startups de tecnologia, ou por outras oportunidades de investimentos — com a ajuda ou não de parentes.
E, dessa vez, a herança de um império tornou um italiano de 19 anos o bilionário mais jovem do mundo. Clemente Del Vecchio tem uma fortuna estimada em US$ 3,8 bilhões (R$ 19,2 bilhões), segundo o ranking em tempo real da Forbes.
Clemente é um dos seis filhos do Leonardo Del Vecchio, italiano falecido em 2022 e fundador da Luxxottica, maior empresa de óculos do mundo. A companhia é a fabricante de modelos para as marcas de luxo Dolce & Gabanna, Ray-Ban, Giorgio Armani, Oakley, Vogue e Prada.
Em 2018, a Luxxottica passou por uma fusão com um outra empresa de lentes, tornando-se a Essilor Luxxottica, que possui um valor de mercado de cerca de US$ 80 bilhões. Hoje, o grupo faz parte de uma holding que possui ações da seguradora Generali, dos bancos Mediobanca e UniCredit e da incorporadora Covivio.
Sendo assim, a riqueza de Clemente vem dessas participações, já que o jovem detém cerca de 12,5% da holding Delfin — controladora da empresa de óculos —, igual proporção de seus irmãos.
Leia Também
O filho caçula de Leonardo Del Vecchio manteve-se como o mais jovem bilionário do mundo pelo segundo ano consecutivo. A estreia do jovem na lista ocorreu logo após a morte do pai em 2022, quando Clement tinha 18 anos de idade.
Além dele, Luca Del Vecchio, de 21 anos, e Leonardo Maria Del Vecchio, de 27 anos, estão entre os bilionários mais jovens do mundo, ambos com patrimônio de US$ 3,8 bilhões.
Além dos irmãos Del Vecchio, outros herdeiros formam a lista dos dez bilionários mais jovens do mundo, segundo o ranking em tempo real da Forbes. Confira:
| NOME | PATRIMÔNIO | IDADE | NACIONALIDADE |
| Clemente Del Vecchio | US$ 3,8 bilhões | 19 | Itália |
| Kim Jung-youn | US$ 1,4 bilhões | 19 | Coreia do Sul |
| Kevin David Lehmann | US$ 2,4 bilhões | 20 | Alemanha |
| Luca Del Vecchio | US$ 3,8 bilhões | 21 | Itália |
| Kim Jung-min | US$ 1,4 bilhões | 21 | Coreia do Sul |
| Alexandra Andresen | US$ 1,5 bilhões | 26 | Noruega |
| Wang Zelong | US$ 1,2 bilhões | 26 | China |
| Leonardo Maria Del Vecchio | US$ 3,8 bilhões | 28 | Itália |
| Katharina Andresen | US$ 1,5 bilhões | 28 | Noruega |
| Ryan Breslow | US$ 1,1 bilhões | 29 | Estados Unidos |
*Com informações de Forbes
Governo cubano adota nova estratégia de sobrevivência diante de sanções dos EUA, que ameaçam causar um apagão total no país
De acidente natural a centro nervoso das tensões entre potências, Ormuz mostra como geografia ainda determina quem tem vantagem no tabuleiro mundial
A TAG Investimentos explica como a inteligência artificial está operando uma seleção natural no mercado de trabalho e o que isso significa para a bolsa
Brent sobe 12% em três dias com risco no Estreito de Ormuz; para o banco, Petrobras ganha fôlego para reforçar caixa e sustentar proventos
O Kospi vinha de uma valorização estrondosa de 75% no ano passado, impulsionado pelo hype da inteligência artificial
O banco avalia o choque da alta dos preços do petróleo na região e diz quem ganha, quem perde e como ficam inflação e juros no Brasil, na Argentina, na Colômbia, no Chile e no México; confira a análise
Com quedas de até 15% no ano, as empresas de software brasileiras estão no olho do furacão da IA, mas, segundo o Bank of America, a barreira de dados e a chance de proventos ainda pesam mais que o risco tecnológico
Queda de aeronave militar carregada com 18 toneladas de papel-moeda gera onda de saques e vandalismo
As agências de classificação de risco S&P Global, Fitch Ratings e Moody’s lançam um olhar sobre o Oriente Médio e dizem o que pode acontecer se o conflito durar muito tempo
O banco realizou algumas alterações na carteira de ações internacionais em março, com novas oportunidades de ganho em meio ao ciclo de juros do Fed
Bombardeio contra refinaria da Saudi Aramco coloca em xeque produção da petroleira, mas isso já aconteceu no passado — bem no ano de seu IPO bilionário
A disparada do petróleo pode reascender a inflação global, e alguns líderes de bancos centrais ao redor do mundo já estão em alerta
O gringo está injetando dinheiro no Brasil, México e Colômbia, atraído pelo tamanho desses mercados, mas, para o investidor brasileiro, a diversificação para EUA, Ásia e Europa seguem como o mantra dos bons retornos
Com o espaço aéreo fechado desde sábado (28), cidades dos Emirados Árabes Unidos se aliam com hotelaria para administrar milhares de turistas presos no país após ataques iranianos
Para o capital estrangeiro, o Brasil não é um debate político ou fiscal, mas um balcão de oportunidades de valor; entenda por que, para o gringo, o micro das companhias vence o macro do governo — mas não para sempre
Mesmo com os ataques envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã afetando o fluxo de petróleo na região, o grupo decidiu elevar a oferta em 206 mil barris por dia
Banco avalia que risco maior está na logística global da commodity e mantém recomendação de compra para ação do setor
Aiatolá Alireza Arafi assume interinamente enquanto Assembleia dos Peritos inicia processo para escolha do novo líder supremo
O aiatolá de 86 anos era o homem mais poderoso do Irã e o chefe de Estado mais longevo do Oriente Médio, ocupando a posição de líder supremo por 35 anos
Depois dos ataques coordenados de EUA e Israel ao Irã neste sábado (28), entenda qual deve ser o posicionamento do governo brasileiro e as implicações do conflito para o País