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O que desencadeou a venda desenfreada das ações do Western Alliance foi uma matéria do Financial Times, que destoa do último balanço do banco
O dia definitivamente não está fácil para o setor bancário. Poucas horas depois que o PacWest entrou no radar dos investidores com uma queda diária de 40%, mais uma instituição entra para o hall dos bancos na corda bamba. A bola da vez é o Western Alliance Bancorporation, cujas ações derretem 38%.
E, se o dia das bolsas já havia começado no vermelho, a notícia de que o Western Alliance estuda “opções estratégias com potencial venda dos negócios” acelerou ainda mais as perdas desta quinta-feira (04).
Por volta das 12h, o S&P 500 e o Nasdaq recuavam 0,72% e 0,53%, respectivamente. O Dow Jones registrou o maior recuo no mesmo horário, com perdas de 0,98%.
A holding bancária nasceu em 1994 em Las Vegas, Nevada, e faz parte do grupo de “bancos regionais” dos Estados Unidos — essas instituições, diga-se de passagem, têm sido protagonistas na atual crise do setor, como foi o caso do banco do Vale do Silício, o Silicon Valley Bank (SVB).
Apesar dos problemas, o Western Alliance chegou a ser um dos cem maiores bancos dos Estados Unidos — chegando a ocupar a 13ª posição em um determinado ponto de sua história. Atualmente, conta com US$ 71 bilhões em ativos, de acordo com o balanço mais recente, divulgado há duas semanas.
O que desencadeou a venda desenfreada das ações do Western Alliance foi uma matéria do Financial Times desta quinta-feira. A publicação diz que o banco está explorando opções de venda dos negócios, o que fez os papéis despencaram.
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A reportagem destoa de uma carta publicada ontem (03) pela instituição. O comunicado destaca os resultados positivos da empresa em meio à crise do setor.
Após a publicação da reportagem do FT, o banco reagiu e disse que a notícia é “categoricamente falsa”. “Não tem um único elemento verdadeiro no artigo. O Western Alliance não está explorando uma venda nem conversas estratégicas”.
"É vergonhoso e irresponsável que o Financial Times tenha se permitido ser usado como um instrumento de vendedores a descoberto e como um condutor para espalhar falsas narrativas sobre um banco financeiramente sólido e lucrativo", acrescentou o Western Alliance, em comunicado.
Assim como o PacWest, o banco não viu maiores problemas de liquidez como os que aconteceram com o First Republic Bank — que precisou de uma “vaquinha” de US$ 30 bilhões para não fechar as portas imediatamente.
Os depósitos totais no primeiro trimestre somaram US$ 47,6 bilhões, segundo o balanço. O comunicado ainda ressalta que os depósitos subiram mais US$ 1,2 bilhão desde o começo de maio.
“O banco não experimentou fluxos incomuns nos depósitos como aquelas vistas após a venda do First Republic Bank”, diz o documento.
Por outro lado, o lucro por ação da empresa ficou abaixo do consenso esperado pelo mercado: as expectativas eram de US$ 2,09, mas o Western Alliance apresentou US$ 1,28. Mesmo assim, os analistas elevaram a classificação dos papéis para “outperform” (acima da média), com um preço-alvo de US$ 50,00 após o balanço.
Tudo começou há pouco menos de um mês, quando o Silicon Valley Bank (SVB) viu-se forçado a liquidar posições em títulos diversos, o que resultou em uma perda de US$ 1,8 bilhão. A partir daí, os investidores começaram a ficar apreensivos com a saúde financeira da instituição.
Na esteira desses problemas, Signature Bank e Silvergate também se viram obrigados a fechar as portas. A alta nos juros penalizou especialmente os Treasuries, os títulos do Tesouro norte-americano, e as perdas impactaram significativamente para essas empresas.
O Credit Suisse foi o principal expoente da crise dos bancos na Europa, e precisou ser comprado pelo concorrente, o UBS. Há menos de uma semana, o First Republic Bank também teve seus negócios assumidos pelo JP Morgan.
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