O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Após 13 anos de espera, o filme de James Cameron conquistou a plateia, mas os altos custos de produção complicam a vida da Disney na hora de decidir bancar as continuações; entenda
O novo filme de Avatar completa seu primeiro “mesversário” de lançamento de modo tão reluzente e deslumbrante quanto as cenas aquáticas da produção cinematográfica: “O Caminho da Água” conquistou US$ 1,76 bilhão em bilheteria nos 30 dias que se passaram desde a estreia. Somente nos Estados Unidos, a arrecadação chegou a quase US$ 539 milhões, segundo dados do site Box Office Mojo.
O diretor James Cameron, que também liderou as gravações de Titanic, pode finalmente voltar a respirar — e até suspirar de alívio — por estar cada vez mais próximo de garantir o futuro da franquia ambientada em Pandora.
Isso porque o longa-metragem precisava arrecadar mais de US$ 2 bilhões em bilheteria para ser considerado lucrativo para a Disney. O filme custou aproximadamente US$ 350 milhões, mas a produtora ainda precisa arcar com as despesas de marketing e distribuição e dividir o faturamento com as salas de cinema.
Até hoje, apenas cinco filmes atingiram a marca de US$ 2 bilhões em arrecadação na história do cinema — e dois deles, Titanic e Avatar, foram dirigidos por Cameron.
Porém, é importante destacar que, com apenas 14 dias de exibição nas salas de cinema em todo o mundo, o segundo filme da saga ultrapassou o patamar de US$ 1 bilhão — e, a exemplo do Avatar de 2009, a nova produção deve ficar em cartaz até meados de fevereiro.
Já é tradição que os filmes produzidos por Cameron contem com custos astronômicos de produção — e estourem totalmente os orçamentos iniciais.
Leia Também
Depois de Titanic e de Avatar, o longa-metragem “Caminho da Água” garantiu lugar como um dos filmes mais caros da indústria do cinema.
No caso da sequência de Avatar, que contava com um limite de produção de US$ 250 milhões, os custos à Disney chegaram a um montante exorbitante entre US$ 350 milhões e US$ 400 milhões para que a continuação fosse feita.
O gasto foi quase o dobro do primeiro filme da saga, “Avatar” de 2009, que custou US$ 237 milhões na época e que também foi marcado pelo orçamento extremamente flexível.
Entretanto, de acordo com a Variety, muita coisa estava em jogo para James Cameron. Segundo o diretor, o longa foi tão caro que representa “o pior caso de negócios da história do cinema”.
Para se ter uma noção, o filme precisa se tornar uma das três ou quatro maiores bilheterias de todos os tempos para agradar a Disney e mostrar que o custo astronômico da produção valeu a pena.
Seguindo esta métrica, o novo Avatar deve destravar a marca de US$ 2 bilhões em bilheteria total para dar lucro à dona do Mickey e garantir as próximas sequências da saga.
A continuação do maior sucesso de bilheteria da história era uma das produções mais aguardadas no mundo inteiro — e, após 13 anos de espera que contaram com reviravoltas, adiamentos e troca de estúdios, o retorno a Pandora finalmente chegou às salas de cinema.
Há algum tempo, em entrevista à Total Film, o diretor de Titanic afirmou que, apesar das críticas positivas, a franquia poderia terminar com Avatar 3 caso “O Caminho da Água” tivesse uma arrecadação fraca nos cinemas globais.
“O mercado pode estar nos dizendo que terminamos em três meses, ou podemos estar semi-acabados, o que significa: 'OK, vamos completar a história no filme três, e não continuar indefinidamente' se simplesmente não for lucrativo”, disse James Cameron.
A continuação "O Caminho da Água" mal chegou aos cinemas e as próximas já estão previstas, ainda que a Disney não tenha confirmado oficialmente a produção.
Segundo a Variety, as sequências da franquia devem ser lançadas a cada dois anos, com Avatar 5 estreando até 2028, com um orçamento combinado de US$ 1 bilhão para a saga.
Veja as datas estimadas para os próximos lançamentos de Avatar:
O Kospi vinha de uma valorização estrondosa de 75% no ano passado, impulsionado pelo hype da inteligência artificial
O banco avalia o choque da alta dos preços do petróleo na região e diz quem ganha, quem perde e como ficam inflação e juros no Brasil, na Argentina, na Colômbia, no Chile e no México; confira a análise
Com quedas de até 15% no ano, as empresas de software brasileiras estão no olho do furacão da IA, mas, segundo o Bank of America, a barreira de dados e a chance de proventos ainda pesam mais que o risco tecnológico
Queda de aeronave militar carregada com 18 toneladas de papel-moeda gera onda de saques e vandalismo
As agências de classificação de risco S&P Global, Fitch Ratings e Moody’s lançam um olhar sobre o Oriente Médio e dizem o que pode acontecer se o conflito durar muito tempo
O banco realizou algumas alterações na carteira de ações internacionais em março, com novas oportunidades de ganho em meio ao ciclo de juros do Fed
Bombardeio contra refinaria da Saudi Aramco coloca em xeque produção da petroleira, mas isso já aconteceu no passado — bem no ano de seu IPO bilionário
A disparada do petróleo pode reascender a inflação global, e alguns líderes de bancos centrais ao redor do mundo já estão em alerta
O gringo está injetando dinheiro no Brasil, México e Colômbia, atraído pelo tamanho desses mercados, mas, para o investidor brasileiro, a diversificação para EUA, Ásia e Europa seguem como o mantra dos bons retornos
Com o espaço aéreo fechado desde sábado (28), cidades dos Emirados Árabes Unidos se aliam com hotelaria para administrar milhares de turistas presos no país após ataques iranianos
Para o capital estrangeiro, o Brasil não é um debate político ou fiscal, mas um balcão de oportunidades de valor; entenda por que, para o gringo, o micro das companhias vence o macro do governo — mas não para sempre
Mesmo com os ataques envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã afetando o fluxo de petróleo na região, o grupo decidiu elevar a oferta em 206 mil barris por dia
Banco avalia que risco maior está na logística global da commodity e mantém recomendação de compra para ação do setor
Aiatolá Alireza Arafi assume interinamente enquanto Assembleia dos Peritos inicia processo para escolha do novo líder supremo
O aiatolá de 86 anos era o homem mais poderoso do Irã e o chefe de Estado mais longevo do Oriente Médio, ocupando a posição de líder supremo por 35 anos
Depois dos ataques coordenados de EUA e Israel ao Irã neste sábado (28), entenda qual deve ser o posicionamento do governo brasileiro e as implicações do conflito para o País
China, Rússia, países na Europa e no Oriente Médio se manifestam após o que vem sendo considerado um dos maiores ataques dos EUA à região na história recente; confira o que as autoridades disseram
O investidor está de frente com um mundo mais perigoso; entenda quem ganha e quem perde e o que pode acontecer a partir de agora
Explosões em Teerã marcam mudança de patamar na crise geopolítica; Teerã reage e atinge alvos ligados a forças americanas na região
O Norges Bank Investment Management, responsável por gerir o fundo soberano da Noruega, revelou nesta quinta-feira (26) que está utilizando o Claude para realizar a triagem ética e reputacional de seus investimentos