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Disputa entre os candidatos acontece no próximo final de semana e embate do último domingo lembrou Brasil em 2022
O segundo turno das eleições para presidente da Argentina se aproxima e os candidatos Javier Milei (oposição, do La Liberdad Avanza) e Sergio Massa (governista, do Unión por la Patria) realizaram um debate sobre suas propostas para o país na noite de domingo (12).
O saldo do embate entre o ministro da Economia e herdeiro político do atual presidente, Alberto Fernández, contra o ultradireitista de oposição pode ser resumido em uma frase de um dos analistas do jornal La Nación: “quem perdeu foi a Argentina”.
Se você acompanhou os debates para presidência no Brasil em 2022, o que os candidatos argentinos apresentaram foi quase o mesmo. Bastantes ataques pessoais e poucas propostas para resolver a dramática situação dos nossos vizinhos.
Nessa briga de foice no escuro, quem conseguiu sair menos picotado foi Sergio Massa. Aparentemente, os anos na faculdade de direito lhe garantiram um destaque no controle do debate.
Essa habilidade com as palavras se mostrou mais útil do que o tempo de estudo de Milei na faculdade de economia, ao menos no primeiro tema do debate: justamente ela, a economia — um teto de vidro para o atual ministro da Economia, mas que ele soube aproveitar mais do que o adversário.
No entanto, seu discurso repetiu o que ele já vinha fazendo na campanha e deve ter pouca influência na opinião do eleitorado.
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Vale lembrar que Milei, assim como Jair Bolsonaro, no Brasil, e Donald Trump, nos Estados Unidos, cresceram com a participação do eleitorado nas redes sociais.
Cortes de podcasts, discursos curtos e inflamados que viralizam foram algumas das armas utilizadas pelos três para ganhar destaque. Portanto, não é de se estranhar que Milei tenha usado frases fortes para tentar emplacar esse tipo de conteúdo nas redes sociais.
Em um determinado momento, o candidato de ultradireita afirma que “se [Massa] fosse o Pinóquio, já teria me tirado um olho”, em referência às supostas mentiras ditas pelo ministro.
Em vários momentos, Milei voltou a dizer, de maneira bastante enérgica, que Massa mentia sobre algumas declarações passadas do candidato. Questões envolvendo as Malvinas (ou Falklands, as ilhas em disputa entre Argentina e Inglaterra) também foram abordadas.
“Basta de sensacionalismo barato, o que precisamos são propostas sérias para discutir a questão das Malvinas”, disse Milei, que também foi questionado sobre ser um admirador da ex-primeira-ministra britânica, Margaret Thatcher — que estava no cargo durante a disputa pelo território.
Milei se esquivou, citando outros “líderes exemplares”, como Ronald Reagan, ex-presidente norte-americano, e Winston Churchill, ex-primeiro-ministro inglês. “Vamos elevar o nível do debate, está muito pobre”, concluiu o candidato, desviando do assunto.
Do outro lado, Massa tinha todos os motivos para ser mais encurralado por Milei. Afinal, ele faz parte do governo que deixou a inflação chegar a quase 140% ao ano, com perspectivas de que possa atingir os 180% até o final de 2023, segundo o Banco Central do país (BCRA).
Contudo, o ministro colocou o adversário na defensiva e manteve seu discurso de “terrorismo eleitoral”, insinuando que, caso Milei vença, os benefícios a aposentados, pensionistas e autônomos — o chamado Plano Platita — irão acabar.
Em um determinado ponto do debate, Massa afirmou que Milei havia feito estágio no BCRA no passado. A ironia é que o candidato de extrema direita tem, entre suas propostas, a dolarização da economia e o fechamento do Banco Central da Argentina.
Nesse momento, a disputa entre ambos esquentou e Massa propôs que ambos fizessem um exame psicotécnico. “Façamos [o exame] nós dois, que você negou”, disse.
O ministro da Economia ainda questionou a saída de Milei do BCRA, insinuando que o adversário não teria conseguido renovar sua estadia na instituição devido ao exame psicotécnico. O candidato do La Liberdad Avanza diz que se trata de uma desinformação.
O cabo de guerra de narrativas entre Milei e Massa só terá um vencedor declarado na próxima pesquisa de intenção de voto.
Uma coisa é certa: vencerá o candidato que conseguir converter a alta porcentagem de indecisos, que hoje gira em torno de 13% na média.
Por se tratar de uma disputa de rejeições — isto é, ambos os candidatos têm uma alta taxa de rejeição do eleitorado — e de os dois estarem praticamente empatados na margem de erro das últimas pesquisas, o debate era esperado com grandes expectativas pelos analistas de política do país.
O segundo turno está marcado para o próximo domingo, 19 de novembro.
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