Vivo (VIVT3) vai cancelar 10 milhões de ações em tesouraria. O que isso significa para o acionista?
O conselho de administração da companhia aprovou o cancelamento de aproximadamente 10,97 milhões de ações ordinárias, que equivalem a 0,66% do capital social da Vivo

A Telefônica Brasil, dona da Vivo (VIVT3), decidiu cancelar as ações que possui em tesouraria.
O conselho de administração aprovou o cancelamento de aproximadamente 10,97 milhões de ações ordinárias. Isso equivale a 0,66% do capital social da empresa.
Os papéis foram adquiridos ao longo de 2023, em meio a um programa de recompra de ações levado a cabo pela companhia.
Apesar da operação, não haverá redução do valor do capital social da Vivo. Com o cancelamento, o capital social da empresa passa a ser dividido em 1.652.588.360 ações ordinárias VIVT3.
Segundo fato relevante enviado à CVM, a Vivo convocará uma Assembleia Geral Extraordinária (AGE) para ajustar a quantidade de ações em que se divide o “capital social constante do caput do art. 5º do Estatuto Social da companhia”.
- MELHORES INVESTIMENTOS PARA 2024: Receba o guia completo e gratuito do Seu Dinheiro, com recomendações das maiores casas de análise, bancos e corretoras do Brasil.
O que o cancelamento das ações VIVT3 significa para o investidor?
As ações em tesouraria nada mais são do que papéis de uma empresa que foram retirados do mercado por ela mesma, normalmente por meio de programas de recompra de ações.
Leia Também
Normalmente, essas ações costumam ser adquiridas para melhorar a estrutura de capital da companhia, reduzir o número de ações em circulação, serem usadas em negociações ou investimentos futuros, entre outras finalidades.
Quando uma empresa mantém papéis em tesouraria, as ações permanecem guardadas para uma oferta no futuro. Ou seja, o acionista ganharia dinheiro somente depois da venda dos papéis.
Essas ações — limitadas a 10% do total de papéis da empresa — também não entram na conta dos dividendos ou exercem direito a voto nas assembleias.
Já quando a companhia decide cancelar os papéis — como é o caso da Vivo (VIVT3) —, o acionista termina, proporcionalmente, com uma fatia maior da empresa, o que pode, por exemplo, engordar suas contas de dividendos mais adiante.
A estratégia da Vivo (VIVT3)
É importante lembrar que, em meados de novembro deste ano, a Telefônica confirmou a intenção de distribuir dinheiro aos acionistas da Vivo (VIVT3).
Segundo a dona da Vivo, a ideia é remunerar os investidores através de dividendos, juros sobre capital próprio, reduções de capital social e recompra de ações.
O montante a ser distribuído deve ser igual ou maior que 100% do lucro líquido de cada um dos respectivos exercícios sociais de 2024 a 2026.
Vale ressaltar que qualquer decisão futura de distribuição de proventos ou redução de capital estará sujeita a aprovações societárias e outros termos necessários para a efetivação das operações.
PÉ NO FREIO
Viagem tranquila da Motiva (MOTV3) ficou para trás: Citi corta recomendação para neutra e sobe preço-alvo; ação cai 2%
22 de outubro de 2026 - 13:31BEM RECEBIDO
Sinistralidade sobe, mas lucro fala mais alto: por que o balanço da Bradsaúde (SAUD3) agradou o mercado
22 de outubro de 2026 - 13:03NOVO CAPÍTULO
Outra reestruturação no radar? Credores pedem Chapter 11 involuntário de subsidiária da Braskem (BRKM5) nos EUA
22 de outubro de 2026 - 12:29IA CHINESA
IPO vem aí? DeepSeek capta US$ 15 bilhões em nova rodada de financiamento antes de abrir capital em Xangai
22 de outubro de 2026 - 12:00REESTRUTURAÇÃO
Raízen (RAIZ4) tenta ganhar fôlego com aumento de capital de até R$ 3,5 bilhões; veja o que muda para acionistas
21 de outubro de 2026 - 20:42BALANÇO DO 3T26
Bradsaúde (SAUD3): lucro sobe 14,4% e dividendos chegam a R$ 1 bilhão, mas ‘dor de cabeça’ volta a atacar
21 de outubro de 2026 - 18:34TEM MAIS POR VIR
A festa ainda não acabou: B3 (B3SA3) pode subir mais 27% e pagar bons dividendos, diz Santander
21 de outubro de 2026 - 16:23VISÃO DE GESTORES
“Parece que não pode ver um real sobrando”: por que acordo com o Einstein reacende dúvidas sobre uso do caixa da Ânima (ANIM3)
21 de outubro de 2026 - 14:45BALANÇO DECEPCIONOU?
WEG (WEGE3) cai mais de 7% com balanço pressionado por dólar e tarifas; exagero ou sinal de alerta?
21 de outubro de 2026 - 14:19FORA DO AR
Bons resultados da Netflix (NFLX) vêm de ‘ajuste de última hora’, e futuro preocupa, diz analista; veja os números
21 de outubro de 2026 - 14:07OPORTUNIDADE OU ARMADILHA
O pior já passou? Bradsaúde (SAUD3) encara custos maiores e lucro pressionado no 3T26. É hora de fugir ou comprar?
21 de outubro de 2026 - 11:13PRÉVIA DO BALANÇO
Bradesco (BBDC4) chega ao balanço com quase R$ 10 bilhões a mais no caixa, mas ainda precisa convencer que a virada veio para ficar
21 de outubro de 2026 - 6:13DE OLHO NA SELIC
Vamos (VAMO3) já subiu 106% no ano com a ajuda do trade eleitoral. Ainda há espaço para ganhar mais?
20 de outubro de 2026 - 18:45PÁGINA VIRADA
Americanas (AMER3) vira a página da recuperação judicial, mira nova fase e dispara 25% na B3; o que esperar da varejista?
20 de outubro de 2026 - 17:23NEGÓCIO DA CHINA?
Inter (INTR) ri, enquanto Wiz (WIZC3) chora: entenda a operação que fez as ações de seguradora despencarem 20%
20 de outubro de 2026 - 16:25Saiu caro demais?
Ânima (ANIM3) fecha parceria com o Einstein, mas preço acende alerta entre analistas e ações caem mais de 11% na B3; entenda
20 de outubro de 2026 - 16:09PRÉVIA DOS BALANÇOS
Nem todo bancão vai sair ileso: o que esperar dos balanços de Itaú, Bradesco, Santander e Banco do Brasil no 3T26
20 de outubro de 2026 - 6:12CONTA EM ABERTO
Raízen (RAIZ4): recuperação extrajudicial avançou, mas credores estão longe de saber quanto vão recuperar no fim do processo, diz BB Investimentos
17 de outubro de 2026 - 15:02NOVA FASE
Tem ações da Braskem? Nova oferta da controladora permite venda dos papéis, mas nem todo acionista pode participar; entenda
17 de outubro de 2026 - 11:01FIQUE POR DENTRO