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O ritmo avanço da companhia, que já vinha subindo desde a abertura do pregão, foi fortalecido por rumores de que a administração levou uma nova proposta aos credores da companhia
Em mais um dia de quebra de recordes do Ibovespa, o desempenho de uma ação negociada fora do principal índice acionário da B3 chama a atenção do mercado nesta terça-feira (26): a Light (LIGT3).
Por volta das 16h55, os papéis da companhia de energia subiam 5,56%, aos R$ 6,83. As ações terminaram o dia com ainda mais fôlego: uma alta de 6,18%, a R$ 6,87.
O ritmo de avanço da companhia, que já vinha subindo desde a abertura do pregão, foi fortalecido por rumores de que a administração levou uma nova proposta aos credores.
Vale relembrar que a Light entrou em recuperação judicial em maio deste ano após declarar cerca de R$ 11 bilhões em dívidas.
Dois meses depois, em julho, a empresa apresentou uma primeira tentativa de plano de recuperação que previa o pagamento integral de débitos de até R$ 10 mil, um leilão reverso e uma capitalização para transformar credores em acionistas. A proposta, porém, não foi bem recebida pelos credores.
Agora, segundo informações do Broadcast, a nova oferta eleva para R$ 20 mil a faixa de quitação integral de débitos. Para dívidas maiores, a proposta é converter 40% da soma devida a cada credor em ações. O montante restante seria quitado em até oito anos e corrigido pela variação do IPCA + 4% ao ano.
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Ainda de acordo com a apuração da agência de notícias, quem não aderir a conversão será pago em até 15 anos, a uma remuneração de IPCA + 2% ao ano.
Além dessas negociações, o empresário Nelson Tanure, acionista majoritário da Light, também teria procurado credores e proposto um aporte de R$ 1 bilhão na empresa no início da semana passada.
Vale destacar que, apesar das informações divulgadas pela imprensa, a companhia e o empresário ainda não se pronunciaram oficialmente sobre o assunto.
De acordo com a empresa, a gestão de Reynaldo Passanezi Filho, que deixa o cargo, foi marcada por um ciclo de crescimento da companhia, avanços em eficiência operacional e investimentos em níveis recordes
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