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Em relatório, analistas também alteraram o preço-alvo da Taesa (TAEE11) de R$ 33,11 para R$ 34,72
Conhecida por seus dividendos gordos, a Taesa (TAEE11) pode reservar outras surpresas agradáveis para seus acionistas, segundo o Santander, o que fez os analistas do banco revisarem a recomendação das ações de venda para neutro.
Além disso, houve aumento no preço-alvo deste ano de R$ 33,11 para R$ 34,72 — 0,22% abaixo do último fechamento.
Para a equipe, a Taesa tende a ter margens melhores conforme seus novos projetos entrem em operação, além de considerar alíquotas de impostos com efeitos positivos para a empresa.
Segundo o relatório do banco, os cálculos também consideram uma Taxa Interna de Retorno (TIR) real de 8,9% para a Taesa — esse múltiplo, considerado por alguns investidores, é hipotético e considera fatores como a projeção de fluxo de caixa de uma companhia e seu Valor Presente Líquido (VPL).
São considerados também a previsão de pagamento de juros sobre capital próprio até 2024 e a amortização de ágio até 2030, além da indenização por ativos não depreciados para os contratos leiloados até 2019.
Outras razões que devem colaborar para os bons resultados da empresa são:
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No relatório, o Santander reforça que a Taesa (TAEE11) é uma das maiores transmissoras do Brasil, com geração de fluxo de caixa estável, previsibilidade de receita e com proteção contra a inflação.
Além disso, são elogiadas a equipe de gerenciamento da empresa, sua eficiência operacional, boa alocação de capital e resultados sólidos, assim como o baixo risco regulatório.
Para este ano, o Santander espera um Ebitda (lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização) de R$ 2 milhões, que reflete os ajustes inflacionários sobre as receitas anuais e a completa entrada em operação das linhas de transmissão de Ivaí e Sant'Ana.
Para quem tem TAEE11 na carteira ou pensa em adquirir os papéis, boa notícia também: a equipe prevê que os dividendos continuem sendo elevados, do jeitinho que o investidor gosta.
Acredita-se, também, que a Taesa seguirá de olho na aquisição de novas linhas, sendo provável que ela participe de leilões de transmissão ao longo deste ano.
Se você leu até aqui, deve estar se perguntando: se as perspectivas para a empresa são tão positivas, por que uma recomendação de compra "neutra"?
Na avaliação da equipe do banco, alguns fatores ainda trazem riscos para o ativo, sendo o principal deles a discussão sobre a tributação de dividendos no Congresso.
A recomendação do BTG é de compra, com preço-alvo de R$ 40. “Do ponto de vista de valuation, a Azzas está sendo negociada a cerca de 7x P/L para 2026, um nível significativamente descontado em relação aos pares do setor”, afirma o banco
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