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Desconsideradas as operações descontinuadas, o Pão de Açúcar reverteu prejuízo e reportou lucro líquido consolidado de R$ 809 milhões

Em meio às dificuldades financeiras que o levaram a uma ampla reestruturação, o Grupo Pão de Açúcar (PCAR3) fechou o terceiro trimestre com o copo meio vazio. Ou meio cheio. Depende de como se olha para o resultado.
Na abertura do pregão desta terça-feira (31), PCAR3 subia mais de 3% em reação ao balanço.
O resultado consolidado no 3T22, que inclui operações descontinuadas como as do Grupo Éxito, foi um prejuízo de R$ 1,295 bilhão, um valor quase quatro vezes pior do que o registrado no terceiro trimestre de 2022.
Desconsideradas as operações descontinuadas, o Pão de Açúcar reportou lucro líquido consolidado de R$ 809 milhões, o que reverte o prejuízo de R$ 229 milhões do terceiro trimestre do ano passado.
Já o lucro líquido continuado seria de R$ 5 milhões. Isso por causa do “efeito não caixa” pela reversão do provisionamento de R$ 804 milhões de prejuízos acumulados pela Cnova.
O ebitda ajustado consolidado do Grupo Pão de Açúcar foi de R$ 1,137 bilhão, uma alta de 478% em relação a um ano antes.
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Se levada em consideração somente a operação do Novo GPA Brasil e excluir impactos da Cnova, o Ebitda é de R$ 333 milhões, alta anual de 32,1%.
Enquanto isso, a receita líquida cresceu 9,7% ante o terceiro trimestre de 2022 e atingiu R$ 4,742 bilhões no 3T23.
As margens do Grupo Pão de Açúcar aumentaram em relação ao terceiro trimestre de 2022.
A margem bruta cresceu 1,3 ponto porcentual (p.p.), para 25,1%.
A margem Ebitda ajustada consolidada aumentou 19,4 p.p., para 24,0%.
Já a margem Ebitda GPA Brasil atingiu 7%, uma expansão de 1,2 p.p.
Enquanto isso, a dívida líquida do Pão de Açúcar atingiu R$ 3 bilhões.
Trata-se de uma redução de R$ 500 milhões em comparação com um ano antes, além de uma diminuição de 0,5 vez da alavancagem.
A posição de caixa da rede de supermercados no fim do 3T23 foi de R$ 3 bilhões.
O montante corresponde a 2,1 vezes a dívida de curto prazo do Grupo Pão de Açúcar.
Vale relembrar que o Grupo Pão de Açúcar passa por uma reestruturação que inclui venda de ativos não essenciais e redução de despesas. O processo englobou também a cisão bilionária com a rede colombiana Éxito.
A companhia e o Casino, controlador do Pão de Açúcar, aceitaram vender o Éxito ao Grupo Calleja, de El Salvador, em uma oferta pública de aquisição de ações (OPA) que deve ser concluída até o fim do ano.
A combalida rede francesa de supermercados e a varejista brasileira aceitaram a proposta de US$ 0,9053 por ação.
Depois da cisão do Éxito, o Casino ficou com 34,05% da rede colombiana. Já o Pão de Açúcar reteve 13,31% do capital da empresa.
Pelo acordo fechado com o Calleja, o Casino vai embolsar US$ 400 milhões, e o Pão de Açúcar vai ficar com US$ 156 milhões. Os valores serão pagos em dinheiro.
Nesta segunda-feira (20), o Pão de Açúcar afirmou que deu mas um passo para concluir a separação dos negócios, já que os acionistas do grupo aprovaram a alteração do valor da redução de capital referente à transação.
A rede de supermercados brasileira também deverá contratar uma operação de hedge para proteger a venda da totalidade da participação restante da companhia no Éxito da exposição cambial.
Veja mais detalhes sobre as aprovações aqui.
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