O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O prejuízo diminuiu em quase 13% na comparação anual, mas os investidores castigam os papéis da operadora; saiba se é hora de comprar ou vender
A Oi (OIBR3) registrou um prejuízo líquido de R$ 2,830 bilhões no terceiro trimestre de 2023, o que representou uma redução de 12,7% em relação ao mesmo período do ano anterior, quando as perdas foram de R$ 3,243 bilhões. Ainda assim, as ações da operadora de telefonia em recuperação judicial já chegaram a cair mais de 6% na B3 nesta quinta-feira (9).
E o motivo para isso é que mesmo reduzindo as perdas, o mercado viu o resultado da Oi como fraco e penaliza os papéis OIBR3 na bolsa hoje. Acompanhe nossa cobertura ao vivo dos mercados.
“A empresa apresentou um desempenho fraco, aquém das nossas expectativas, sem indícios de melhora”, dizem os analistas da Genial Investimentos em relatório.
Para eles, a Oi encontra-se em uma situação extremamente complicada, com queima de caixa e endividamento exorbitante — R$ 22,7 bilhões — e sem perspectivas de recuperação.
Por isso, a Genial mantém a recomendação de venda de OIBR3, e reduziu o preço-alvo de R$ 0,90 para R$ 0,60, o que representa uma desvalorização de 11% com relação ao fechamento de quarta-feira (8).
Além do prejuízo de R$ 2,830 bilhões, a Oi viu sua receita cair 12,6% entre julho e setembro deste ano na comparação anual, para R$ 2,422 bilhões.
Leia Também
O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização, na sigla em inglês) de rotina, por sua vez, ficou negativo em R$ 330 milhões, ante R$ 167 milhões positivos do terceiro trimestre de 2022.
De acordo com a Oi, o Ebitda foi impactado por dois fatores principais:
As despesas com depreciação e amortização totalizaram R$ 364 milhões nos três meses encerrados em setembro, representando uma queda de 67% ano a ano.
O resultado financeiro líquido foi negativo em R$ 2,480 bilhões no período, uma elevação de 23,4% sobre as perdas financeiras da mesma etapa de 2022.
Falando após os resultados, o presidente da Oi, Rodrigo Abreu, disse que a operadora está renegociando com os credores os parâmetros do plano de recuperação judicial definitivo.
O plano original prevê a venda de ativos, como a ClientCo — unidade de negócios com os clientes de banda larga — e a participação da V.tal.
A Oi já deu a largada no processo ao comunicar a contratação do Citi e do BTG Pactual para sondar o interesse de mercado pela ClientCo.
No plano divulgado em maio, a Oi projetou para 2025 a venda de 40% de participação na ClientCo, com valor estimado em R$ 4,8 bilhões. O negócio, no entanto, pode acontecer antes e os valores também podem variar.
Resultado do primeiro trimestre do ano sinaliza retomada no vestuário e afasta dúvidas sobre problemas estruturais na operação
Expansão continua forte, mas avanço do crédito e aumento de provisões colocam qualidade dos resultados em xeque; o que dizem os analistas agora?
Lucro vem em linha, ROE segue elevado, mas ações caem após balanço; entenda se “fazer o básico” já não basta para o mercado
Milton Maluhy Filho afirma que aposta em ajuste fino no crédito e foco em clientes “certos”; veja a estratégia do CEO do banco
Com o acordo, a maior parte da dívida renegociada será paga apenas a partir de 2031, o que ajuda o caixa da empresa, mas há risco de diluição da participação no futuro
Mercado prevê que banco deve se destacar na temporada, com avanço de lucro e melhora operacional. Veja o que esperar do balanço dos três primeiros meses de 2026
Companhia vende participação no Shopping Curitiba, aumenta fatia em ativos estratégicos e faz permuta para turbinar desempenho operacional
O balanço mostrou crescimento operacional, melhora de rentabilidade e reversão da queima de caixa, em meio à continuidade dos ajustes na divisão de casas pré-fabricadas
Lucro cresce, ROE segue elevado, mas banco reforça disciplina em meio a sinais de pressão no crédito; confira os destaques do balanço
O Citi vê resultados mais fortes puxados por produção e petróleo, mas mantém cautela com a estatal e enxerga mais potencial de valorização em petroleiras independentes
Qualidade da subscrição surpreende e garante avanço das ações nesta terça-feira (5), mas incerteza sobre crescimento de prêmios ainda divide os grandes bancos sobre o que fazer com os papéis
A empresa entregou aumento no volume de cerveja, principalmente no Brasil, melhora de margens e ganhos estimados de participação em vários mercados
Nova empresa do grupo Bradesco nasce com números robustos, mas CEO Carlos Marinelli revela qual será o grande motor de crescimento futuro
Pressão de dividendos e crédito mais desacelerado devem aparecer no desempenho dos três primeiros meses do ano; analistas revelam se isso compromete a visão de longo prazo para o banco
O banco avalia que, apesar da pressão, algumas construtoras e incorporadoras ainda contam com receitas sustentadas por vendas fortes registradas nos últimos meses, o que deve ajudar nos balanços
Após anos de tentativa e uma reestruturação profunda, a Saint-Gobain finalmente assinou a venda da Telhanorte. Saiba o que motivou a saída da gigante francesa do varejo brasileiro.
Empresa já destinou R$ 30 milhões à recompra e destaca indicador atrelado ao Bitcoin para medir retorno ao acionista
Com o aval da Justiça, a empresa agora tem o caminho livre para reorganizar um passivo de R$ 1,3 bilhão
Enquanto a BradSaúde divulga seus primeiros números oficiais consolidados, a Odontoprev entrega um lucro de R$ 151 milhões; confira outras linhas do balanço
No ano, a seguradora do Banco do Brasil vive questionamentos por parte do mercado em meio à queda dos prêmios da BrasilSeg, também agravada pela piora do agronegócio