O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A operadora se junta à Vivo, que já tinha a mesma indicação. Além disso, as duas empresas tiveram o preço-alvo cortado pelo banco.
O azul que é a cor característica da Tim (TIMS3) foi substituído pelo amarelo — pelo menos para o Bradesco BBI. A operadora teve sua recomendação rebaixada de compra para neutra, juntando-se à Vivo (VIVT3), que já tinha a mesma indicação. Além disso, as duas empresas viram seus preços-alvo serem cortados em um sinal de cautela do banco com o setor.
O Bradesco BBI acredita que o cenário macroeconômico mais difícil deve pesar no crescimento da receita e nas margens ao longo do ano, o que, juntamente com altas despesas com juros, deve pressionar o setor.
Além disso, o banco vê risco de desaceleração nos ganhos tanto da Vivo como da Tim e, no geral, prefere evitar a exposição ao setor.
Nesta quarta-feira (11), as ações da TIMS3 fecharam com queda de 1,43%, a R$ 11,70, enquanto os papéis VIVT3 subiram 0,83%, a R$ 38,82.
O Bradesco BBI rebaixou a recomendação da Tim de compra para neutra e manteve a indicação de Vivo em neutra por entender que as ações podem fornecer alguma proteção contra um cenário negativo, mas não oferecem uma recompensa de risco suficientemente atraente.
Depois de incorporar os resultados do terceiro trimestre de 2022, que já representam integralmente os ativos incorporados da Oi (OIBR3), bem como as expectativas para 2023, o banco espera que a Tim entregue R$ 10,8 bilhões em Ebitda (lucro antes de juros, impostos, amortização e depreciação) e lucro líquido de R$ 1,6 bilhão em 2023.
Leia Também
O Bradesco BBI lembra ainda que a alavancagem da Tim aumentou nos últimos 12 meses com a aquisição da Oi — junto com suas obrigações de leasing — que se somaram a taxas de juros mais altas no Brasil. Essa combinação deve fazer com que as despesas financeiras pesem no lucro líquido da Tim em 2023.
Para a Vivo, por sua vez, o banco projeta R$ 20 bilhões em Ebitda e R$ 4 bilhões de lucro líquido em 2023.
Na visão do Bradesco BBI, a rentabilidade do setor deve ser pressionada, uma vez que o ambiente macroeconômico mais fraco deve pesar no crescimento da receita, junto com alguma pressão de margem potencial de inflação ainda alta.
Além disso, o recente aumento da alavancagem — para aquisição dos ativos da Oi e implantação de investimentos para o 5G — juntamente com altas taxas de juros devem pesar nos resultados do setor, apontando riscos de queda para as estimativas.
Ao todo, Vivo e Tim oferecem 6,3% e 5,7% de dividend yield para 2023, respectivamente, o que, pode fornecer alguma proteção, embora não o suficiente para que o Bradesco BBI tenha uma postura mais otimista sobre o setor.
Banco projeta queima de caixa bilionária e alerta para risco na estrutura de capital mesmo com melhora dos spreads petroquímicos
Banco vê espaço para crescimento consistente, ganho de produtividade e impacto relevante dos medicamentos GLP-1
Após saída de executivo-chave e sequência de baixas no alto escalão, companhia reestrutura área de Fashion & Lifestyle e retoma divisão entre masculino e feminino
Entrada do Itaú via Denerge dá exposição indireta a distribuidoras e reforça estrutura de capital da elétrica
Os nomes ainda não foram divulgados pela companhia, mas já há especulação no mercado. O mais provável é que os cargos de CEO e CFO sejam ocupados por profissionais ligados à gestora IG4
Avaliação do BTG Pactual indica vendas resilientes no início do ano e aponta que mudanças no MCMV podem impulsionar lançamentos e demanda ao longo de 2026
Após anos de pressão no caixa, empresa se desfaz de ativo-chave e aposta em modelo mais leve; entenda o que muda na estratégia
Parte do mercado acredita que essa valorização poderia ser ainda maior se não fosse pela Alea, subsidiária da construtora. É realmente um problema?
Relatório do Safra mapeia impactos no setor e aponta as elétricas mais expostas ao clima; confira a tese dos analistas.
Parceria com a Anthropic prevê até US$ 100 bilhões em consumo de nuvem e reforça estratégia em infraestrutura
Com passagens aéreas pressionadas, ônibus ganham espaço — e a fabricante entra no radar de compra dos analistas
Banco aposta em fundo com a Quadra Capital para estancar crise de liquidez enquanto negocia reforço bilionário de capital
Uma oferece previsibilidade enquanto a outra oferece retorno quase direto do aumento de preços; entenda cada tese de investimento
Safra vê 2026 como teste para o setor bancário brasileiro e diz que lucro sozinho já não explica as histórias de investimento; veja as apostas dos analistas
O banco britânico também mexeu no preço-alvo dos papéis negociados em Nova York e diz o que precisa acontecer para os dividendos extras caíram na conta do acionista
Até então, os papéis eram negociados em lotes de 1 milhão, sob o ticker AZUL53; para se adequar às regras da B3, a aérea precisou recorrer ao grupamento
O banco prevê um preço-alvo de US$ 237, com um potencial de valorização de aproximadamente 20% em relação às cotações atuais
Acordo com a PGFN corta passivo de R$ 631,7 milhões para R$ 112,7 milhões e dá novo fôlego à reestruturação da companhia
Venda do controle abre nova fase para a petroquímica, com Petrobras e IG4 no centro da governança e desafios bilionários no horizonte
Bloqueio impede saída do acionista francês em momento de pressão financeira e negociação de dívidas