O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O mérito dos argumentos apresentados pelos debênturistas da empresa ainda não foi julgado pois há questionamentos sobre a ação em instâncias anteriores
Os credores da Light (LIGT3) tentaram emplacar uma ofensiva judicial rápida para interromper o processo de recuperação judicial da companhia, mas o recurso foi suspenso pela 12ª Câmara de Direito Privado do Rio de Janeiro nesta quarta-feira (17).
O mérito dos argumentos apresentados pelos representantes de debenturistas da empresa, incluindo as administradoras Simplific Pavarini e Vórtx, ainda não foi julgado. Mas o desembargador José Carlos Paes determinou a suspensão do recurso pois há questionamentos sobre a ação em discussão em instâncias anteriores.
Na decisão à qual o Seu Dinheiro obteve acesso, Paes argumenta que, como os embargos ainda em julgamento não possuem efeito suspensivo, uma eventual modificação do entendimento na primeira instância poderá implicar em perda do objeto que é alvo do processo — ou seja, a própria recuperação judicial — ou alteração das razões por trás do recurso movido pelos debenturistas.
Vale destacar que, segundo informações da imprensa, a RJ é alvo de outros pedidos suspensivos do Ministério Público Fluminense que ainda estão em análise. O MP alega que, por tratar-se de concessões públicas, duas das empresas que fazem parte do grupo não podem recorrer à recuperação judicial para renegociarem dívidas.
Uma lei de 2012 impede a recuperação judicial de concessionárias de energia, mas o juiz que aceitou o pedido da companhia avaliou que "embora não estejam em recuperação judicial, as concessionárias fazem parte do Grupo Light, cujo patrimônio há de ser resguardado, considerando o aspecto social de seu serviço essencial, a preservação das empresas e a viabilidade de sua reestrutura econômica".
Além disso, a Light divulgou hoje a convocação para uma assembleia com o objetivo de ratificar a recuperação judicial. O encontro de acionistas será online e está marcado para 7 de junho.
Leia Também
O pedido de recuperação judicial da Light foi aceito na última segunda-feira (15) pela Justiça do Rio de Janeiro. A companhia tem cerca de R$ 11 bilhões em dívidas, com obrigações a vencer no curto prazo em montante que supera sua geração de caixa, e não vinha conseguindo avançar em negociações junto a credores para reestruturar seu endividamento.
Com isso, também foram estendidos os efeitos do "stay period" às concessionárias Light Serviços de Eletricidade (Light Sesa), a distribuidora do grupo, e Light Energia, o braço de geração de energia, até a homologação judicial do plano de recuperação judicial a ser deliberado em Assembleia Geral de Credores.
Por enquanto, a Justiça determinou que sejam mantidos todos os contratos e instrumentos relevantes para a operação do Grupo Light e controladas, como fianças, seguros garantia e contratos de venda de energia.
O despacho também inclui a suspensão da eficácia das cláusulas de rescisão de contratos firmados com o Grupo Light que tenham como causa de rescisão o pedido de recuperação judicial da Light S/A.
A CEO Paula Harraca e o CFO Átila Simões da Cunha disseram ao Seu Dinheiro que o novo marco regulatório impulsionou os resultado, mas a adaptação às novas modalidades pressionou a evasão de alunos no período
Em um cenário pressionado pela inflação, a Moura Dubeux utilizou o modelo de condomínio fechado para se blindar, conta o Diego Villar, CEO da empresa
Lucro cresce pelo nono trimestre seguido e ROE continua a superar o custo de capital; confira os destaques do balanço
Resultado do primeiro trimestre do ano sinaliza retomada no vestuário e afasta dúvidas sobre problemas estruturais na operação
Expansão continua forte, mas avanço do crédito e aumento de provisões colocam qualidade dos resultados em xeque; o que dizem os analistas agora?
Lucro vem em linha, ROE segue elevado, mas ações caem após balanço; entenda se “fazer o básico” já não basta para o mercado
Milton Maluhy Filho afirma que aposta em ajuste fino no crédito e foco em clientes “certos”; veja a estratégia do CEO do banco
Com o acordo, a maior parte da dívida renegociada será paga apenas a partir de 2031, o que ajuda o caixa da empresa, mas há risco de diluição da participação no futuro
Mercado prevê que banco deve se destacar na temporada, com avanço de lucro e melhora operacional. Veja o que esperar do balanço dos três primeiros meses de 2026
Companhia vende participação no Shopping Curitiba, aumenta fatia em ativos estratégicos e faz permuta para turbinar desempenho operacional
O balanço mostrou crescimento operacional, melhora de rentabilidade e reversão da queima de caixa, em meio à continuidade dos ajustes na divisão de casas pré-fabricadas
Lucro cresce, ROE segue elevado, mas banco reforça disciplina em meio a sinais de pressão no crédito; confira os destaques do balanço
O Citi vê resultados mais fortes puxados por produção e petróleo, mas mantém cautela com a estatal e enxerga mais potencial de valorização em petroleiras independentes
Qualidade da subscrição surpreende e garante avanço das ações nesta terça-feira (5), mas incerteza sobre crescimento de prêmios ainda divide os grandes bancos sobre o que fazer com os papéis
A empresa entregou aumento no volume de cerveja, principalmente no Brasil, melhora de margens e ganhos estimados de participação em vários mercados
Nova empresa do grupo Bradesco nasce com números robustos, mas CEO Carlos Marinelli revela qual será o grande motor de crescimento futuro
Pressão de dividendos e crédito mais desacelerado devem aparecer no desempenho dos três primeiros meses do ano; analistas revelam se isso compromete a visão de longo prazo para o banco
O banco avalia que, apesar da pressão, algumas construtoras e incorporadoras ainda contam com receitas sustentadas por vendas fortes registradas nos últimos meses, o que deve ajudar nos balanços
Após anos de tentativa e uma reestruturação profunda, a Saint-Gobain finalmente assinou a venda da Telhanorte. Saiba o que motivou a saída da gigante francesa do varejo brasileiro.
Empresa já destinou R$ 30 milhões à recompra e destaca indicador atrelado ao Bitcoin para medir retorno ao acionista