Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
APÓS PRIVATIZAÇÃO

STJ anula decisão desfavorável a Chesf, subsidiária da Eletrobras (ELET3), por ‘risco de perda provável’; entenda

O processo tem como objeto reaver os prejuízos ocasionados pelo suposto atraso na entrega da linha de transmissão 230 kV Extremoz II - João Câmara II

eletrobras elet6 elet3
Eletrobras - Imagem: Reprodução

A 1ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) anulou decisão do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) desfavorável à Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf). O anúncio foi feito pela Eletrobras (ELET3), empresa da qual a Chesf é subsidiária.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Com o anúncio, o caso terá de ser julgado novamente em segunda instância.

O processo tem como objeto reaver os prejuízos ocasionados pelo suposto atraso na entrega da linha de transmissão 230 kV Extremoz II - João Câmara II.

A ação é classificada no balanço da Eletrobras como “risco de perda provável”. O valor da causa é estimado em R$ 636 milhões, segundo valores de junho deste ano.

Na decisão, o STJ acatou o pedido dos advogados da Chesf para anular a decisão da 5ª turma do TJDFT, que havia desconsiderado a solicitação no âmbito do processo movido pela Energia Potiguar Geradora Eólica e outras.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

PODCAST TOUROS E URSOS - O que vai ser, Campos Neto? As apostas do mercado para a decisão do Banco Central sobre a Selic

Leia Também

ACABOU O OTIMISMO

Pesadelo mal começou: 2027 será ainda pior que 2026, diz CEO da Casas Bahia (BHIA3)

OS PLANOS PARA O PAÍS

Santander não larga o Brasil? Presidente executiva reforça aposta no país em meio à OPA de SANB11

Eletrobras pós privatização

Não é de hoje que a Eletrobras vem adotando medidas para enxugar operações. Desde 2016, a companhia de energia caminha na direção de uma estrutura mais simplificada.

A privatização, no entanto, acelerou esse processo — que vai desde redução de pessoal e venda de ativos não estratégicos até a integração de subsidiárias.

A Eletrobras já transformou, por exemplo, todas as suas subsidiárias em subsidiárias integrais e eliminou 48 posições em órgãos de governança, como a extinção dos conselhos de administração na CGT Eletrosul, Eletronorte e Furnas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Atualmente, a companhia de energia tem cinco divisões nessa situação: CGT Eletrosul​​​, Chesf, Eletronorte, Furnas e Eletropar​.

*Com informações do Estadão Conteúdo

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Logo da Cosan CSAN3 com gráfico de ações 17 de agosto de 2026 - 10:28
Fachada da Raízen roxa e branca 14 de agosto de 2026 - 12:28
Braskem 14 de agosto de 2026 - 9:26
Alexandre Birman (à esquerda) e Roberto Jatahy, principais acionistas e gestores da Azzas 2154 13 de agosto de 2026 - 17:40
Foto de aeronave da GOL (GOLL4) adesivada com o logo atual da empresa 13 de agosto de 2026 - 16:50

COMANDO EM NOVAS MÃOS

Gol reorganiza cúpula executiva para iniciar fase de criação de valor

13 de agosto de 2026 - 16:50
Celular com a marca Minerva Foods (BEEF3) 13 de agosto de 2026 - 16:09
Geovanne Tobias, diretor financeiro (CFO) do Banco do Brasil (BBAS3). 13 de agosto de 2026 - 14:52
Hapvida, operadora de saúde, sendo analisada por um médico 13 de agosto de 2026 - 13:22
Fachada do Banco do Brasil (BBAS3). 13 de agosto de 2026 - 11:58
Logo da CSN e, ao fundo, trabalhadores em uma indústria siderúrgica 13 de agosto de 2026 - 11:06
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar