Aura (AURA33) compra alvará de pesquisa para explorar cobre e ouro na mesma região da Vale (VALE3)
A Aura investiu US$ 3 milhões em um alvará de pesquisa no projeto Serra da Estrela, que inclui alvos de mineralização de óxido de ferro, cobre e ouro

A Aura Minerals (AURA33) investiu US$ 3 milhões (R$ 15,6 milhões) para dar início a um projeto que pode fincar a presença da companhia na região de Carajás, no Pará.
A empresa, que tem ações na bolsa de Toronto e BDRs (recibos de ações) negociados na B3, adquiriu um alvará de pesquisa no projeto Serra da Estrela.
A área possui 9.805 hectares e inclui alvos de mineralização de óxido de ferro, cobre e ouro ao longo de uma faixa de seis quilômetros, de acordo com a Aura.
A região de Carajás, vale lembrar, abriga diversos projetos de mineração, incluindo as Minas de Sossego e Salobo, de propriedade da Vale (VALE3).
De posse desse alvará de pesquisa, a Aura pretende realizar atividades de exploração para testar a continuidade e os teores econômicos. Em um trabalho prévio, a Anglo American realizou nove furos históricos de exploração confirmando mineralização, totalizando 2.552 metros.
Caso a Aura decida prosseguir com a exploração no Projeto Serra da Estrela, terá de fazer novos pagamentos no futuro, mas não informou os valores.
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Aura (AURA33): dividendos e metas para 2025
A Aura listou os BDRs na B3 em 2020, com a promessa de ser uma boa pagadora de dividendos e ainda aumentar a capacidade.
A expectativa da companhia é chegar a 2025 com uma produção de 450 mil GEO (onças de ouro equivalente). Em 2022, a produção da companhia foi de 242 mil GEO.
A Aura possui atualmente operações de ouro no Brasil e em Honduras, além de ouro e cobre no México.
Por fim, a reação das ações da mineradora à notícia sobre a potencial entrada na mesma região da Vale é tímida. Por volta das 12h10, os BDRs da companhia (AURA33) subiam 0,76%, cotados a R$ 34,41.
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