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Em sua segunda recuperação judicial, a Oi (OIBR3) registrou um prejuízo líquido de R$ 17,6 bilhões nos últimos meses de 2022
Depois de um jogo de confirma e cancela sobre a data em que divulgaria seu balanço referente ao quarto trimestre de 2022, a Oi (OIBR3) finalmente revelou os números ao mercado. Em sua segunda recuperação judicial, a companhia registrou prejuízo líquido de R$ 17,6 bilhões no período, ante prejuízo de R$ 3,5 bilhões vistos um ano antes.
A operadora também viu sua receita líquida chegar a R$ 2,618 bilhões no 4T22, baixa de 42,1% na comparação com 2021.
Vale dizer que, no período, ela ainda era dona das operações móveis e da V.tal, mas hoje está focada nas operações de fibra — neste novo momento, a empresa também prefere ser chamada de Nova Oi. É por isso que todos os números do balanço têm o impacto das vendas destes negócios, vendidos em março e maio de 2022, respectivamente.
No consolidado de 2022, a receita da Oi somou R$ 12,490 bilhões, queda de 29,5% na mesma base de comparação.
O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) de rotina somou, no mesmo intervalo, R$ 396 milhões, uma queda anual de 75,4%, quando a Oi atingiu R$ 1,612 bilhão. A margem Ebitda de rotina ficou em 13,2% no acumulado de outubro a dezembro do ano passado, ante 32,9% apurado em igual período de 2021, recuo de 19,7 pontos porcentuais no comparativo anual.
O resultado, segundo a Oi, foi influenciado pela redução das receitas de operações descontinuadas, após a conclusão das alienações total da UPI Ativos Móveis e parcial da UPI InfraCo, conforme previsto no Plano Estratégico de Transformação da companhia.
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A dívida líquida da companhia fechou o terceiro trimestre em R$ 19,079 bilhões, um recuo de 41,4% na comparação com igual período de 2021, quando a Oi registrou o indicador em R$ 32,573 bilhões.
* Com informações do Estadão Conteúdo
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